quinta-feira, 14 de março de 2013
Suplementação de ácidos graxos ômega-3 modula genes relacionados com inflamação em pacientes obesos graves
Estudo publicado na revista The American Journal of Clinical Nutrition demonstrou que a suplementação com ácidos graxos ômega-3 modu...la favoravelmente o tecido adiposo, perfil lipídico e reduz a inflamação sistêmica de pacientes obesos graves não diabéticos. Segundo os autores, estes efeitos podem ser benéficos no tratamento em longo prazo da obesidade.
Os pesquisadores selecionaram 55 pacientes gravemente obesos (índice de massa corporal ≥40 kg/m2), não diabéticos, com idade entre 20 e 65 anos, que estavam programados para se submeterem à cirurgia bariátrica. Os participantes foram aleatoriamente distribuídos em dois grupos: um grupo recebeu 4 cápsulas de suplemento, totalizando 3,36 g de ácidos graxos ômega-3 por dia (1 cápsula continha 460 mg de ácido eicosapentaenoico [EPA] e 380 mg de ácido docosaexaenoico [DHA]); e o grupo controle recebeu cápsulas contendo gordura do leite. A suplementação teve duração de oito semanas. Durante esse período, todos os participantes consumiram uma dieta isocalórica, com 55% de carboidrato, 15% de proteína e 30% de lipídeos.
No final da intervenção, os pacientes foram submetidos à cirurgia bariátrica e durante essa intervenção foram retiradas amostras de tecido adiposo visceral (TAV) e tecido adiposo subcutâneo (TAS) para avaliar a expressão de genes relacionados com inflamação.
O tratamento com ácidos graxos ômega-3 foi bem tolerado e sem efeitos adversos. O grupo que recebeu a suplementação de ácidos graxos ômega-3 apresentou diminuição dos níveis sanguíneos de interleucina-6 ([IL-6], que é uma interleucina pró-inflamatória, (p=0,04) e triacilgliceróis (p=0,03), em comparação com o grupo controle. Houve diminuição também na expressão de genes inflamatórios, como MCP-1 (proteína quimiotática de monócitos-1) e MIP-1alfa (proteína inflamatória derivada de macrófagos-1alfa) no tecido adiposo subcutâneo (p<0,05) nos indivíduos suplementados com ômega-3. Os pesquisadores também observaram que o tratamento com ácidos graxos ômega-3 aumentou a produção de eicosanoides anti-inflamatórios no tecido adiposo visceral e tecido adiposo subcutâneo (p<0,05).
“A inflamação do tecido adiposo é a base da inflamação sistêmica relacionada com a obesidade, o que predispõe os pacientes a um maior risco para o desenvolvimento de doença metabólica e cardiovascular. Este é o primeiro estudo clínico randomizado e controlado demonstrando que o tratamento com ácidos graxos ômega-3 atenua a inflamação sistêmica e do tecido adiposo em indivíduos gravemente obesos”, concluem os autores.
Os pesquisadores selecionaram 55 pacientes gravemente obesos (índice de massa corporal ≥40 kg/m2), não diabéticos, com idade entre 20 e 65 anos, que estavam programados para se submeterem à cirurgia bariátrica. Os participantes foram aleatoriamente distribuídos em dois grupos: um grupo recebeu 4 cápsulas de suplemento, totalizando 3,36 g de ácidos graxos ômega-3 por dia (1 cápsula continha 460 mg de ácido eicosapentaenoico [EPA] e 380 mg de ácido docosaexaenoico [DHA]); e o grupo controle recebeu cápsulas contendo gordura do leite. A suplementação teve duração de oito semanas. Durante esse período, todos os participantes consumiram uma dieta isocalórica, com 55% de carboidrato, 15% de proteína e 30% de lipídeos.
No final da intervenção, os pacientes foram submetidos à cirurgia bariátrica e durante essa intervenção foram retiradas amostras de tecido adiposo visceral (TAV) e tecido adiposo subcutâneo (TAS) para avaliar a expressão de genes relacionados com inflamação.
O tratamento com ácidos graxos ômega-3 foi bem tolerado e sem efeitos adversos. O grupo que recebeu a suplementação de ácidos graxos ômega-3 apresentou diminuição dos níveis sanguíneos de interleucina-6 ([IL-6], que é uma interleucina pró-inflamatória, (p=0,04) e triacilgliceróis (p=0,03), em comparação com o grupo controle. Houve diminuição também na expressão de genes inflamatórios, como MCP-1 (proteína quimiotática de monócitos-1) e MIP-1alfa (proteína inflamatória derivada de macrófagos-1alfa) no tecido adiposo subcutâneo (p<0,05) nos indivíduos suplementados com ômega-3. Os pesquisadores também observaram que o tratamento com ácidos graxos ômega-3 aumentou a produção de eicosanoides anti-inflamatórios no tecido adiposo visceral e tecido adiposo subcutâneo (p<0,05).
“A inflamação do tecido adiposo é a base da inflamação sistêmica relacionada com a obesidade, o que predispõe os pacientes a um maior risco para o desenvolvimento de doença metabólica e cardiovascular. Este é o primeiro estudo clínico randomizado e controlado demonstrando que o tratamento com ácidos graxos ômega-3 atenua a inflamação sistêmica e do tecido adiposo em indivíduos gravemente obesos”, concluem os autores.
SUCO A BASE DE COUVE
Rico em vitaminas, o suco de couve ajuda a combater as seguintes doenças: depressão, úlceras e até elimina as substâncias cancerígenas. Auxilia no bom funcionamento do intestino. Além disso, a couve é anti-inflamatória... e cicatrizante.
Receita
Calorias: 40 calorias por copo
• 2 folhas de couve lisa
• 2 folhas de couve-de-bruxelas
• 1 rama de couve-flor
• 1 rama de brócolis
• 4 cenouras
• 1 maçã pequena (pode ser feito com outras frutas)
• 1 copo de suco de laranja
• Bata no liquidificador e adoce com mel.
quarta-feira, 13 de março de 2013
O surgimento do Milho
O milho foi levado para a
Europa por Cristóvão Colombo em 1493. Começou a ser plantado por camponeses
entre as culturas, como uma maneira de burlar os impostos devidos aos senhores feudais.
Usado também para alimentar os porcos, foi sendo incorporado na alimentação,
porém sofreu um revés dietético: por não conter algumas vitaminas, foi
responsável pela epidemia de pelagra, uma doença que cobria o corpo de chagas
levando à loucura e à morte.
Mas foi bastante usado como
farinha, a polenta nada mais é do que a farinha de milho cozida em água quente.
Sendo, no norte da Itália o prato de resistência.A origem da Batata
Provavelmente começou a ser
cultivada pelos incas, no lugar do milho que em
Terras incas não se desenvolviam. Francisco Pizarro, desbravador espanhol, foi seu descobridor por volta de 1530. Quando a batata chegou na Europa, ela servia de comida para os pobres. É somente a partir do século XVII ela será adotada por toda parte, chegando até a ser a principal opção de alimentos de alguns países como a Irlanda em que é vista como um produto saboroso para ser cozida no guisado.
Terras incas não se desenvolviam. Francisco Pizarro, desbravador espanhol, foi seu descobridor por volta de 1530. Quando a batata chegou na Europa, ela servia de comida para os pobres. É somente a partir do século XVII ela será adotada por toda parte, chegando até a ser a principal opção de alimentos de alguns países como a Irlanda em que é vista como um produto saboroso para ser cozida no guisado.
Assinar:
Comentários (Atom)



