terça-feira, 19 de março de 2013
ANVISA SUSPENDE SUCOS ADES
Fiquem alertas, a Anvisa suspendeu todos os produtos da marca "AdeS" feitos com soja (todos os sabores). Temporariamente eles não poderão ser fabricados, distribuidos e vendidos. Isto porque um lote do produto foi envasado soda cáutica (hidróxido de soda).
Já havia postado aqui no blog que a soja não é tão maravilhosa quanto parece. Desta vez então, fez duplamente mal.
COMUNICADO IMPORTANTE:
A Unilever Brasil, fabricante do produto AdeS, informa que detectou um problema de qualidade em cerca de 96 unidades do produto AdeS Maçã 1,5l - lote com as iniciais AGB 25, fabricado em 25/02/2013, com validade até 22/12/2013 - que estão inapropriadas para consumo.
Os produtos do lote acima mencionado foram distribuídos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.
Nessas unidades, foi identificada uma alteração no seu conteúdo decorrente de uma falha no processo de higienização, que resultou no envase de embalagens com solução de limpeza. O consumo do produto nessas condições pode causar queimadura.
A falha identificada já foi solucionada, os produtos existentes na empresa foram retidos e os ainda presentes nos pontos de venda já estão sendo recolhidos.
A empresa solicita que os consumidores verifiquem o produto já adquirido e, caso se trate do lote mencionado, não o consumam e entrem em contato gratuitamente pelo SAC no 0800 707 0044, das 8h às 20h, ou sac@ades.com.br.
Os produtos AdeS não correspondentes a esse lote encontram-se em perfeitas condições para consumo.
O processo que envolve este recall não apresentará qualquer custo ao consumidor.
A Unilever reforça seu compromisso com o consumidor e os rigorosos controles de qualidade.
Unilever Brasil

quinta-feira, 14 de março de 2013
Suplementação de ácidos graxos ômega-3 modula genes relacionados com inflamação em pacientes obesos graves
Estudo publicado na revista The American Journal of Clinical Nutrition demonstrou que a suplementação com ácidos graxos ômega-3 modu...la favoravelmente o tecido adiposo, perfil lipídico e reduz a inflamação sistêmica de pacientes obesos graves não diabéticos. Segundo os autores, estes efeitos podem ser benéficos no tratamento em longo prazo da obesidade.
Os pesquisadores selecionaram 55 pacientes gravemente obesos (índice de massa corporal ≥40 kg/m2), não diabéticos, com idade entre 20 e 65 anos, que estavam programados para se submeterem à cirurgia bariátrica. Os participantes foram aleatoriamente distribuídos em dois grupos: um grupo recebeu 4 cápsulas de suplemento, totalizando 3,36 g de ácidos graxos ômega-3 por dia (1 cápsula continha 460 mg de ácido eicosapentaenoico [EPA] e 380 mg de ácido docosaexaenoico [DHA]); e o grupo controle recebeu cápsulas contendo gordura do leite. A suplementação teve duração de oito semanas. Durante esse período, todos os participantes consumiram uma dieta isocalórica, com 55% de carboidrato, 15% de proteína e 30% de lipídeos.
No final da intervenção, os pacientes foram submetidos à cirurgia bariátrica e durante essa intervenção foram retiradas amostras de tecido adiposo visceral (TAV) e tecido adiposo subcutâneo (TAS) para avaliar a expressão de genes relacionados com inflamação.
O tratamento com ácidos graxos ômega-3 foi bem tolerado e sem efeitos adversos. O grupo que recebeu a suplementação de ácidos graxos ômega-3 apresentou diminuição dos níveis sanguíneos de interleucina-6 ([IL-6], que é uma interleucina pró-inflamatória, (p=0,04) e triacilgliceróis (p=0,03), em comparação com o grupo controle. Houve diminuição também na expressão de genes inflamatórios, como MCP-1 (proteína quimiotática de monócitos-1) e MIP-1alfa (proteína inflamatória derivada de macrófagos-1alfa) no tecido adiposo subcutâneo (p<0,05) nos indivíduos suplementados com ômega-3. Os pesquisadores também observaram que o tratamento com ácidos graxos ômega-3 aumentou a produção de eicosanoides anti-inflamatórios no tecido adiposo visceral e tecido adiposo subcutâneo (p<0,05).
“A inflamação do tecido adiposo é a base da inflamação sistêmica relacionada com a obesidade, o que predispõe os pacientes a um maior risco para o desenvolvimento de doença metabólica e cardiovascular. Este é o primeiro estudo clínico randomizado e controlado demonstrando que o tratamento com ácidos graxos ômega-3 atenua a inflamação sistêmica e do tecido adiposo em indivíduos gravemente obesos”, concluem os autores.
Os pesquisadores selecionaram 55 pacientes gravemente obesos (índice de massa corporal ≥40 kg/m2), não diabéticos, com idade entre 20 e 65 anos, que estavam programados para se submeterem à cirurgia bariátrica. Os participantes foram aleatoriamente distribuídos em dois grupos: um grupo recebeu 4 cápsulas de suplemento, totalizando 3,36 g de ácidos graxos ômega-3 por dia (1 cápsula continha 460 mg de ácido eicosapentaenoico [EPA] e 380 mg de ácido docosaexaenoico [DHA]); e o grupo controle recebeu cápsulas contendo gordura do leite. A suplementação teve duração de oito semanas. Durante esse período, todos os participantes consumiram uma dieta isocalórica, com 55% de carboidrato, 15% de proteína e 30% de lipídeos.
No final da intervenção, os pacientes foram submetidos à cirurgia bariátrica e durante essa intervenção foram retiradas amostras de tecido adiposo visceral (TAV) e tecido adiposo subcutâneo (TAS) para avaliar a expressão de genes relacionados com inflamação.
O tratamento com ácidos graxos ômega-3 foi bem tolerado e sem efeitos adversos. O grupo que recebeu a suplementação de ácidos graxos ômega-3 apresentou diminuição dos níveis sanguíneos de interleucina-6 ([IL-6], que é uma interleucina pró-inflamatória, (p=0,04) e triacilgliceróis (p=0,03), em comparação com o grupo controle. Houve diminuição também na expressão de genes inflamatórios, como MCP-1 (proteína quimiotática de monócitos-1) e MIP-1alfa (proteína inflamatória derivada de macrófagos-1alfa) no tecido adiposo subcutâneo (p<0,05) nos indivíduos suplementados com ômega-3. Os pesquisadores também observaram que o tratamento com ácidos graxos ômega-3 aumentou a produção de eicosanoides anti-inflamatórios no tecido adiposo visceral e tecido adiposo subcutâneo (p<0,05).
“A inflamação do tecido adiposo é a base da inflamação sistêmica relacionada com a obesidade, o que predispõe os pacientes a um maior risco para o desenvolvimento de doença metabólica e cardiovascular. Este é o primeiro estudo clínico randomizado e controlado demonstrando que o tratamento com ácidos graxos ômega-3 atenua a inflamação sistêmica e do tecido adiposo em indivíduos gravemente obesos”, concluem os autores.
SUCO A BASE DE COUVE
Rico em vitaminas, o suco de couve ajuda a combater as seguintes doenças: depressão, úlceras e até elimina as substâncias cancerígenas. Auxilia no bom funcionamento do intestino. Além disso, a couve é anti-inflamatória... e cicatrizante.
Receita
Calorias: 40 calorias por copo
• 2 folhas de couve lisa
• 2 folhas de couve-de-bruxelas
• 1 rama de couve-flor
• 1 rama de brócolis
• 4 cenouras
• 1 maçã pequena (pode ser feito com outras frutas)
• 1 copo de suco de laranja
• Bata no liquidificador e adoce com mel.
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