terça-feira, 3 de novembro de 2015

Dormir com o pé para fora do cobertor proporciona melhor noite de sono

Natalie Dautovitch, pesquisadora da National Sleep Foundation, afirma que dormir com os pés fora do cobertor garante um sono melhor. Para a cientista da Universidade do Alabama, atos que “esfriam” o corpo garantem uma boa noite de descanso.
Segundo estudos, o organismo inicia um processo de esfriamento assim que começamos a dormir. Nos estágios mais profundos do sono, podemos esfriar até dois graus, mostrando que a relação entre dormir e temperatura é muito forte.

Cientistas afirmaram que exatamente por isso, temperaturas mais baixas são capazes de causar sonolência. Para dormir com maior qualidade, os pesquisadores ainda sugeriram que as pessoas tomem banhos quentes antes de deitar, estimulando o corpo a  diminuir a temperatura de forma natural, aumentando o sono.

“Eu acredito que tiramos o pé para fora da coberta para esfriar nossos corpos, já que às vezes nos esquentamos demais antes de dormir”, disse Natalie. A cientista também explica a razão de escolhermos essa parte do corpo como escape de resfriamento: “A pele dos pés e das mãos é única por possuir estruturas vasculares responsáveis pela diminuição de calor”.

Para a pesquisadora, o ser humano tende a dormir com mais qualidade quando a temperatura não passa dos 20ºC. “Então tirar o seu dedão ou o pé inteiro pode ser ideal para uma noite de sono totalmente proveitosa”, conclui Natalia.

Coisas que atrapalham uma boa noite de sono

O sono é muito importante também para consolidação da memória. Quando aprendemos algo durante o dia, o cérebro estoca tal aprendizado em determinadas áreas, e somente durante o sono essa memória (aprendizado) migra das áreas de entradas iniciais para áreas mais perenes", afirmou Lima. Dormir pouco aumenta a vulnerabilidade a doenças virais e bacterianas. Em longo prazo, a pessoa pode desenvolver problemas cardiocirculatórios graves como infarto e derrame, alertou Lima.

Para quem se preocupa com a boa forma, vale prestar mais atenção na qualidade das noites. De acordo com o especialista em distúrbios do sono Fausto Ito, quem dorme mal tem tendência a comer mais e preferir alimentos gordurosos, como doces e frituras. "Para recuperar a energia não resgatada durante o sono, o organismo parte para a comida. Os carboidratos e doces são os alimentos que suprem esta falta mais rapidamente, então, vem o sobrepeso e obesidade", disse Ito.

Ter uma noite de qualidade exige seguir hábitos saudáveis. A prática de exercícios com frequência é um deles. Segundo Ito, pessoas ativas dormem mais facilmente e com mais qualidade do que as sedentárias. Ter horários regulares, uma rotina equilibrada e um lugar tranquilo para dormir também são itens fundamentais. Veja a seguir o que interfere no sono e como dormir melhor.

Dormir com a TV ligada: 
De acordo com o neurologista André Gustavo Lima, a televisão atrapalha o sono com o barulho. "O sono é dividido em fases, superficial e profunda e quando estamos em sono profundo nosso organismo desempenha o trabalho de forma perfeita e nosso corpo consegue recuperar as energias necessárias", disse ele. Com a TV ligada, ou qualquer outro barulho, o organismo entra em estado de alerta o que dificulta chegar à fase mais importante do sono, "de maior relaxamento que é o sono profundo". "Os brilhos da tela do computador ou da televisão também estimulam o cérebro, dificultando o sono", acrescentou.

Dormir com a luz acesa: 
"Quando estamos com a luz ligada e o ambiente fica muito claro, o corpo não produz a melatonina, hormônio responsável pelo sono", explicou Lima. Sem a substância, não é possível ter uma boa noite de sono. "O escurinho do quarto favorece a chegada mais rápida do sono e melhora a sua qualidade", completou.

Comer antes de dormir: 
O neurologista André Gustavo Lima afirmou que comer muito antes de dormir não faz bem. "A refeição deve ser leve", disse ele. Alimentos gordurosos diminuem bastante a qualidade do sono. "Isso acontece porque enquanto digerimos os alimentos, o nosso cérebro continua recebendo estímulos, o que aumenta as chances de pesadelos e insônia", explicou. Segundo Lima, a última refeição deve ser feita pelo menos quatro horas antes de dormir.

Beber café antes de dormir: 
O conselho do neurologista é evitar bebidas com cafeína após as 16 horas. "O café é uma bebida que estimula o cérebro", disse. Já o leite morno ajuda a induzir o sono, por isso, pode ser ingerido antes de dormir.

Dormir embriagado: 
O álcool, de acordo com o neurologista André Gustavo Lima, promove ciclos irregulares do sono e a pessoa fica com dificuldade para permanecer na fase do sono profundo.

Dormir ouvindo música: 
O neurologista Lima afirmou que algumas pessoas relaxam ao ouvir músicas calmas, então, para estas não existe problema em dormir com o som ligado. Porém, para quem sofre de insônia, a dia é o silêncio e baixa iluminação.

Trocar a noite pelo dia: 
o hábito pode causar um descontrole hormonal. O cortisol é um hormônio que responde ao estresse aumentando a pressão arterial e suprimindo o sistema nervoso. "Durante a noite este sistema é inibido. Quando a pessoa não dorme adequadamente, essa inibição não ocorre, o que pode causar pressão alta, ansiedade e nervosismo", explicou o neurologista André Gustavo Lima.

Quantidade de horas de sono: 
Uma pessoa pode precisar de seis horas de sono, outra de oito e ainda existem pessoas que necessitam dormir por 10 horas. O importante, segundo Lima, é ter qualidade durante o período em que está descansando. "O ideal para manter a saúde e a qualidade de vida, é dormir de 7 a 8 horas por noite. Existem as exceções que representam cerca de 5 a 10% da população que necessitam de 4 a 5 horas de sono e os que necessitam de 10 horas ou mais para se restabelecer tanto fisicamente quanto mentalmente", concluiu.

Dormir em cama diferente: 
Passar a noite em um hotel ou na casa de um amigo nem sempre tem o mesmo aconchego do que dormir na própria cama. Segundo o especialista em distúrbio do sono, Fauto Ito, o tipo de colchão diferente do que a pessoa está acostuma, o travesseiro e a roupa de cama podem interferir na qualidade do sono. "Dentro da própria casa, procuramos fazer o melhor que a gente pode para ficarmos confortável, então, o sono tende a ser de melhor qualidade", disse ele. O conselho do especialista é tentar levar, pelo menos, o travesseiro e a roupa de cama quando for dormir fora de casa.

Dormir de porta fechada ou aberta: 
"Isso depende da luminosidade do ambiente. Se for claro, melhor fechar a porta porque o cérebro precisa de um ambiente escuro para ter uma melhor eficiência e produzir melatonina", explicou Ito.

Dormir com abajur: 
De acordo com o especialista em distúrbios do sono, Fausto Ito, qualquer luminosidade atrapalha a qualidade do sono. Se a pessoa não gosta de dormir no escuro, pode, então, usar uma lâmpada azul. "A cor azul facilita o início do sono e melhora a qualidade. A luz azul estimula a produção de melatonina", disse ele.

Remédios para dormir: 
Alguns medicamentos podem ajudar a adormecer, mas segundo Ito, os benzodiazepínicos prejudicam bastante a qualidade do sono. "A pessoa fica com um sono superficial", disse. Com os remédios, fica difícil se aprofundar no sono da forma devida. "Para se recuperar, a pessoa precisa passar por todas as fases. Quando ela dorme dopada por remédios acaba acordando com uma sensação como se fosse uma ressaca, se sentindo mal e desanimada", alertou.

Dormir em horários diferentes: 
O que é comum acontecer, segundo o especialista em distúrbio do sono, é a pessoa manter uma rotina durante a semana e trocar o dia pela noite aos finais de semana. "Ela provoca uma desregulação do ritmo biológico, circadiano que é baseado nas 24 horas do dia. O organismo tem preferência por rotina", disse Ito. A mudança brusca de horários afeta a produção de hormônios em no dia seguinte, a pessoa fica com alterações na memória, nos reflexos e com sonolência. "Esta inversão pode dar início a quadros de insônia", acrescentou Ito.

Dormir com roupas desconfortáveis: 
Passar a noite om sutiã, calça jeans, ou qualquer traje incômodo prejudica a qualidade do sono, de acordo com Ito. "A pessoa precisa se sentir confortável para dormir bem. As roupas devem ser folgadas e com um tecido agradável", aconselhou o especialista em distúrbios do sono.

Dormir depois de filmes impactantes: 
O hábito pode levar a pesadelos durante a noite, o que prejudica a qualidade do sono, principalmente para as crianças. As imagens causam excitação e ansiedade e quando a pessoa vai dormir, não consegue dse desprender do que assistiu, segundo Ito.

A altura do travesseiro: 
O travesseiro adequado é aquele que preenche o espaço, entre a cabeça, o pescoço e o colchão. Ele serve para diminuir a tensão dos ombros e pescoço durante o sono, segundo Ito. Um travesseiro inadequado prejudica o sono no momento em que causa desconforto durante a noite.

Ronco e apneia: 
Usar diversos travesseiros para melhorar os problemas respiratórios durante o sono faz mal, alertou Ito. Além das dores nas costas e falta de qualidade ao dormir, por vezes, a medida não resolve. "A pessoa deve levantar a cabeceira da cama com um apoio de cerca de 15 cm", aconselhou.

Usar computador ou celular com internet antes de dormir: 
O computador, iPhones, iPads, celulares, videogame, ou qualquer mídia, quando usadas à noite, atrapalham o sono, de acordo com Ito. "Essas mídias aumentam a produção de adrenalina, a pessoa fica mais ansiosa, quer ficar mais e mais em frente ao computador. Além disso, a luminosidade diminui a produção de melatonina, que é o que dá a sonolência", disse ele. O ideal, segundo o especialista, é deixar de usar esses aparelhos até duas horas antes de dormir, pelo menos.

Fazer exercícios físicos antes de dormir: 
Atividades sempre são recomendadas, no entanto, se praticadas antes de dormir são ruins. De acordo com Ito, os exercícios devem ser feitos até quatro horas antes do horário de dormir, menos que isso a adrenalina produzida vai atrapalhar na noite de sono. "A atividade física tem capacidade de diminuir o sono de 30% a 40%", disse.

Lutar contra o sono: 
"O ideal é: deu sono, vai dormir", aconselhou Ito. Segundo ele, além de causar um estresse esta briga contra o sono, a pessoa vai adormecer de qualquer forma. "Não dá para vencer o sono, principalmente se for de cansaço", afirmou. As pessoas que lutam contra a vontade de dormir durante um filme ou leitura devem repensar o hábito e se entregar ao desejo do organismo.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Fones de ouvido

Rádio de manhã, música no metrô ou no ônibus, fones à toda no escritório. De manhã à noite, nossos ouvidos são mais solicitados que nunca. E às vezes correndo riscos. Em julgamento, os aparelhos de MP3 e os fones de ouvido que mudaram o panorama. Primeiro porque a música hoje é comprimida, então os reflexos sonoros desaparecem, o que leva os usuários a aumentar o volume. Depois, por causa dos fones, muitas vezes um modelo específico que compramos separado do MP3 e que não é obrigatoriamente adaptado ao aparelho.

Escutar música demais pode realmente prejudicar nossa audição. "As células sensoriais não se reproduzem, o que fragiliza seu ouvido e pode provocar acufenos, ou zumbidos [ruídos parasitas, assobios, incômodo, redução significativa da audição]", explica o médico francês Sylvain Néron, otorrinolaringologista e representante da campanha Agi-Son. Para não danificar seus ouvidos e fazer que a música continue sendo um prazer, veja 5 coisas que você deve saber, ensinadas pelo doutor Néron, antes de colocar seus fones de ouvido:

1. Não escute seu MP3 em um ambiente muito barulhento.

Em geral, as pessoas escutam MP3 em um ambiente ruidoso. O limite que não se deve ultrapassar para não prejudicar os ouvidos é fixado em 90 decibéis (isto é, o ruído de uma motoneta ou de um trem moderno). Mas um MP3 no máximo pode alcançar 100 decibéis. As autoridades europeias obrigam os fabricantes a limitar seus aparelhos em 100 decibéis. Para aproveitar plenamente sua música sem ter de aumentar o som por causa do ambiente em que você se encontra, escolha lugares calmos, como parques, ou seu escritório, se não for muito barulhento.

2. Não escute música durante muito tempo.

Em geral, observamos que os jovens não usam o MP3 só para escutar música, mas também para se distanciar, entrar em uma bolha, abandonar o cotidiano. Usar o MP3 como meio de se evadir pode ser perigoso para seus ouvidos e para você: muitos jovens tendem a dormir ouvindo música, os ciclistas que escutam música podem provocar acidentes... Mesma coisa para os funcionários que trabalham o dia todo ao ar livre com fones nos ouvidos. Para não gastar seus ouvidos, você não deveria escutar mais de 20 horas de música por semana, a 90 decibéis. Desde que você não se exponha a outros riscos (isto é, metrô, rua, máquinas elétricas). Além desse limite, você coloca seus ouvidos em perigo.

3. Preste atenção quando colocar seu som preferido.

Um dos perigos principais está na ligação especial que alguns têm com uma determinada música. "Quando você escuta uma música que você adora, a tendência é escutá-la em doses cada vez maiores e por mais tempo. Há uma grande parte de afeto na música", explica o doutor Néron.

4. Não é só a música que faz mal aos ouvidos.

Escutar música por um tempo excessivo e em volume muito alto é certamente um problema sério, mas também depende do ambiente. Outros lugares colocam seus ouvidos em perigo constante: transportes coletivos, boates, bares, shows... Nesses locais, a música pode variar de 90 a 110 decibéis, isto é, acima do limite aconselhável. O álcool e a droga agem como analgésicos, por isso você não sente as batidas e os chiados em seus ouvidos. Normalmente, basta ficar 45 minutos em uma discoteca ou um bar que toque música acima de 100 decibéis (praticamente todos os bares/boates). Não prestar atenção ao ambiente e ficar ali muito tempo pode provocar danos irreparáveis, como a surdez súbita.

5. Seus ouvidos precisam descansar.

Durante nossa vida, somos constantemente confrontados com ruídos externos, com a utilização de aparelhos para escutar música... É importante dar tempo para os ouvidos descansarem. Regra geral, para 45 minutos de escuta você deveria fazer uma pausa de 15 minutos, em função da intensidade. Também há outros truques para limitar a intensidade: você pode usar tampões de ouvido. O melhor meio de evitar o risco é usar um bom par de fones de ouvido, reduzir o tempo de exposição à música forte e regular o volume.

O risco é igual para todo mundo? Não.

"As pessoas não são iguais, os desgastes podem ser mais ou menos graves em função da fragilidade dos ouvidos. Nenhum exame permite avaliar essa fragilidade. As únicas pistas que um médico pode ter vêm do fator genético", explica o doutor Néron. Mais um motivo para levar em conta o risco: "Cada vez mais pessoas e cada vez mais jovens apresentam problemas auditivos. Pôr em risco os ouvidos não é brincadeira. Assim como o tabaco ou o álcool, a noção de risco ao longo do tempo é difícil para os jovens entenderem", conclui o médico.

sábado, 31 de outubro de 2015

Mitos e Fatos sobre a lente de contato

Fato: As lentes de contato podem ficar deslocadas no seu olho

Isso normalmente acontece devido a algum tipo de contato físico. Ocasionalmente, lentes de contatos podem rasgar, deixando um pequeno pedaço da lente em seu olho.

Mito: As lentes de contato pode ficar presas atrás de seu olho permanentemente

Elas podem ficar presas sob sua pálpebra, mas não é possível para elas irem para atrás de seu olho, já que as pálpebras realmente se conectam com seu próprio olho, formando uma barreira que impede que objetos vão para a parte de trás do seu olho.

Fato: lentes de contato podem permanecer em seu olho por longos períodos

Enquanto isso é muito raro, algumas pessoas podem ficar com um fragmento de lente ou uma lente presa sob sua pálpebra sem perceber. Lentes normalmente podem ser removidas por baixo de suas pálpebras lavando os seus olhos com a solução, e massageando suas pálpebras até ela sair.

Mito: as lentes preso em seu olho são um sério risco à saúde

Apesar de ter uma lente presa em seu olho por um longo período de tempo não ser bom para você, normalmente não irá causar nenhum dano fora alguma irritação leve e a sensação de ter um objeto estranho em seu olho. Se você está tendo problemas para remover a sua lente, converse com o seu oftalmologista para obter assistência.

Fato: lentes e soluções para lentes tem prazo de validade

Depois de usar suas lentes por um tempo, você não deve estender o uso de suas lentes para além do tempo de uso recomendado. Mesmo que você não possa ver qualquer dano em suas lentes, as lentes passam a ter traços de detritos. A limpeza adequada não pode manter as suas lentes em boa forma, porque elas já estão infectadas com germes. O uso estendido das lentes, portanto, pode fazer você se sentir desconfortável e seus olhos tem alto risco de serem infectados.

Independentemente de marcas de solução, uma vez abertas, você tem que usá-las dentro de um mês. A solução deve ser jogada fora um mês após ser aberto.

Mito: posso dormir com minhas lentes de contato sem problemas, mesmo que só por um dia

Você nunca deve cochilar ou dormir com suas lentes de contato, a menos que você está autorizado a fazê-lo por seu oftalmologista. Você pode ajudar na proliferação de germes e bactérias no seu olho que serão altamente prejudiciais.

Fato: nunca usar lentes de contato emprestadas

Nunca tente pegar emprestado lentes de contato ou obtê-los sem receita médica. Este ato irá causar um problema sério devido ao ajuste incorreto. Você pode ter feito o uso de lentes de contato há anos, ainda é sempre mais sensato ter seu oftalmologista examinar a prescrição, pois isso vai ajudar a garantir que as suas lentes se encaixam bem nos olhos.

Você precisa ter cuidados especiais com as lentes de contato para que elas tenham um bom desempenho no uso. (Foto: www.idahofamilyvision.com)

Mito: as lentes de contato doem

Lentes de contato macias de hoje são muito confortáveis. Você pode senti-las no início, mas elas não vão machucar. Depois de algum tempo, assim como um óculos, vai parecer que você nem sequer está está usando uma lente.

Mito: usar lentes de contato causa danos aos seus olhos

As lentes de contato não prejudicam seus olhos. O uso de lentes pode aumentar ligeiramente o risco de infecção, mas este é geralmente um resultado de cuidados com limpeza mal feitos. Então, se você seguir conselhos de higiene e ter regularmente check-ups com seu oftalmologista, isso é muito improvável de acontecer.

Este mesmo mito também vale para as pessoas que acreditam que lentes coloridas podem atrapalhar a visão ou causar danos. Desde que você tome o cuidado de trocar as lentes periodicamente, este problema de dor e visão sendo atrapalhada não irá acontecer.

Mito: eu não posso usar lentes de contato, porque eu tenho astigmatismo

Isso pode ter sido verdade no passado, mas agora temos uma gama de lentes tóricas adequadas para corrigir as prescrições para o astigmatismo. Estas estão disponíveis como materiais descartáveis ​​diários, lentes descartáveis ​​quinzenais ou mensais.

Fato: algumas pessoas não podem/conseguem usar lentes de contato

Existem casos, embora raros, de pessoas que não se adaptam ao uso de lentes de contato, seja por reações alérgicas ou por simplesmente sentirem um grande incômodo. Quem poderá ajudar a resolver este problema é com certeza o oftalmologista, que irá analisar caso a caso e orientar para melhores soluções.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Comer a noite!? Veja algumas dicas!!

Posso comer carboidrato depois das 18 horas? Por que sinto uma vontade incontrolável de comer doces no período da noite? Ficar sem jantar vai me ajudar a eliminar peso? Estas e outras perguntadas são feitas freqüentemente a nós nutricionistas, por isso, vamos esclarecer tudo sobre a alimentação no período da noite.

1- Ficar sem jantar vai me ajudar a eliminar peso?

O jantar é uma refeição indispensável, é um erro deixar de realizar esta refeição, pensando em eliminar peso. É importante comer de forma balanceada nas refeições principais, que são: café da manhã, almoço e jantar.

Para que o jantar esteja equilibrado é necessário ter um alimento de cada grupo alimentar, ou seja, deve conter no seu prato: cereais, leguminosas, carne, verduras, legumes e frutas. Sempre na quantidade certa, aliás esse é o segredo para manter o peso saudável. 

Não deixe de acrescentar ao seu prato, alimentos ricos em fibras, que possuem alto índice glicêmico e dão uma sensação de saciedade maior, evitando a fome alguns minutos depois do jantar.

2- Posso comer carboidratos após as 18 horas?

O carboidrato é um nutriente essencial que deve estar presente em todas as refeições. De acordo com a recomendação, de 50 a 60% das calorias diárias consumidas devem ser provenientes de carboidratos.

Muitos comentam que depois das 18 horas, não se pode comer carboidratos. Isso é um mito. Não há nenhuma comprovação de que isso seja benéfico ao organismo. Deve-se sim consumir alimentos que possuem carboidratos, desde que seja em quantidade adequada.

3- Tenho muita vontade de comer à noite. Como posso controlar isso?

Algumas pessoas reclamam que não conseguem fazer dietas, por sentir muita fome à noite. Controlam a alimentação o dia todo, mas quando chegam em casa à noite, colocam tudo a perder. O descontrole envolve sempre alimentos mais calóricos. Por que isso acontece?

Pode ser por diversos motivos, talvez seja porque você não realizou todas as refeições durante o dia e sentiu mais fome. Por exemplo, o fato de não ter realizado o café da manhã, que é uma refeição importante, pode fazer com que você mesmo inconscientemente, recompense durante a noite.

O importante é tentar identificar o motivo e mudar a situação aos poucos. Realize todas as refeições diárias (de 5 a 6) e procure distrair-se quando surgir àquela vontade de comer um docinho. Vá ler um livro, escutar uma música, brincar com as crianças, passear com o cachorro, enfim, vale de tudo para evitar comer em excesso.

Agora, se esta vontade de comer se tornar incontrolável e o consumo alimentar for voraz, com grande quantidade de alimentos, isso pode ser um indicativo de uma doença chamada compulsão alimentar. Na dúvida, consulte um psicólogo ou um médico psiquiatra, além de um nutricionista que poderá orienta-lo adequadamente.

Dicas Gerais

Se você vai sair à noite, não deixe de realizar o jantar. Se você for para uma festa, onde sabe que irá comer, antes de sair de casa coma uma salada, fruta, algo que alimente para que você não chegue à festa com fome e não corra o risco de exagerar nas porções.

Procure jantar até ás 21 horas, para que haja algum tempo para a digestão antes de dormir. Para colaborar com a digestão, opte por alimentos mais leves, evite os gordurosos, frituras e molhos.

Dormir com o estômago cheio pode provocar desconfortos e prejuízo ao seu sono porque o metabolismo torna-se mais lento durante à noite. Por isso não exagere na quantidade e evite alimentos gordurosos. Lembre-se que a digestão lenta poderá causar um sono agitado.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Incontinência Urinária

O que é?

Incontinência é a perda involuntária de urina da bexiga em situações impróprias, devendo ser objetivamente demonstrável. A incidência de incontinência urinária na mulher aumenta com a idade, atingindo 25% após a menopausa.

A perda involuntaria de urina atua de forma devastadora na qualidade de vida da paciente e pode ser adequadamente tratada.

Estima-se que existam mais de 30 milhões de mulheres incontinentes só nos EUA.

Como se desenvolve?

A perda de urina pode ocorrer de forma transitória, geralmente associada ao uso de fármacos, a infecções (infecção urinária, vaginites), a constipação ou problemas de deficiência hormonal, desaparecendo após o tratamento da causa subjacente; ou pode ser persistente ou definitiva com instalação e piora progressiva.

Muitas mulheres tornam-se incontinentes após o parto, histerectomia (cirurgia para retirada do útero) ou mesmo outros traumas na região pélvica.

Entre os tipos mais comuns de perda de urina existe a incontinência urinária de esforço ou estresse: a perda de urina ocorre quando há um aumento repentino da pressão intra-abdominal como tossir, espirrar, rir, pular, correr ou realizar algum esforço.

Como se faz o diagnóstico?

O diagnóstico é clínico, baseado em uma história detalhada. Devemos investigar o inicio dos sintomas, descartando a presença de infecção urinária, cálculos, tumores, doenças associadas como DM, neuropatias e uso de medicamentos. Durante o exame físico pede-se para a paciente tossir, tentando reproduzir a perda urinária. Também pode ser realizado um teste onde um cotonete é inserido na uretra para determinar sua posição e mobilidade. Um exame de análise da urina deve ser realizado. Um teste urodinâmico vai determinar se existem outras alterações da bexiga e da uretra.

Como se trata?

O tratamento vai depender do tipo e das causas da incontinência urinária.

Inclui medidas gerais identificando as possíveis causas da perda de urina, tais como: 
 

Perder peso.
Parar de fumar para diminuir a tosse crônica.
Tratar a constipação.

O alivio dos sintomas pode ser conseguido: 
 

Com alguns medicamentos específicos.
Com a fisioterapia de exercícios para o assoalho pélvico, chamados de Exercícios de Kegel (pode melhorar até 75% dos sintomas).
Com o uso de cones vaginais com pesos diferentes.
Técnicas atuais incluem o uso de eletro-estimuladores.

Também podem ser usadas técnicas que injetam colágeno ao redor da uretra e mesmo cirurgias para corrigir o problema específico.

Como se previne?

Para a prevenção deve-se instituir a rotina dos Exercícios de Kegel, principalmente após o parto vaginal e após cirurgias sobre a região pélvica.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico

Os exercícios perineais são úteis no tratamento da incontinência urinária?

Existem dispositivos que ocluem mecanicamente a uretra, controlando a perda urinária?

O tratamento medicamentoso pode ser uma alternativa a cirurgia no manejo da perda de urina?

A cirurgia é eficaz no tratamento da incontinência urinária?

Existe diferença de resultados entre as principais técnicas cirúrgicas? 

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Caminhada!

A caminhada é um exercício aeróbico bastante poderoso, isso quer dizer que ela trabalha vários grupos musculares, e com isso provoca grande queima de calorias, fazendo você perder peso.

Por ser um exercício simples, barato e praticamente sem contraindicações, é recomendada para qualquer pessoa, entretanto, se você já está há muito tempo sem realizar qualquer tipo de atividade física, é importantes passar por uma avaliação médica antes de começar a praticar caminhada.

Além disso, é importante providenciar também alguns equipamentos simples, mas que são indispensáveis para o seu bem-estar. Para realizar a caminhada você precisará de um bom par de tênis e de alguma roupa adequada. No caso da roupa, ela deve ser leve e facilitar a transpiração.

Comece a caminhada de maneira progressiva. Isso quer dizer que você deve começar devagar, pois o seu corpo precisa ir se acostumando ao exercício. No início o ideal é caminhar durante 30 minutos, 03 vezes por semana. Depois vá aumentando gradativamente, sendo que para perder peso rápido o ideal é caminhar de 01 a 02 horas por dia, 05 vezes por semana.

A caminhada emagrece, mas para colher os benefícios você precisa ser consistente, ou seja,precisa ter disciplina e não abandonar a prática regular da caminhada. Por exemplo, se você ficar 03 dias sem caminhar, isso já resultará em perda de condicionamento físico.