terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O que comer durante o carnaval

Quem disse que o carnaval é o momento de descuidar da alimentação e cair na farra? Durante essa época do ano a maioria das pessoas sai da rotina, aumenta o desgaste físico e descuida da alimentação. Para evitar que problemas de saúde, como desidratação, infecção intestinal e até mesmo ressaca, acabem com a festa é importante lembrar-se de alguns cuidados para não perder nenhum dia de folia.
– Consuma líquidos como água mineral, água de coco e sucos naturais de frutas. Essas bebidas previnem a desidratação;
– Atenção com as refeições fora de casa, prefira locais que garantam a higiene das preparações oferecidas, pois isso afasta o risco de infecções intestinais;
– As frutas e verduras também são indicadas para os foliões, pois fornecem vitaminas e minerais que são perdidos durante a festa;
– Para garantir energia é fundamental consumir carboidratos, como pão, arroz e macarrão na versão integral. Batata-doce, cará e mandioca são ótimas fontes de carboidratos, além de serem ricos em fibras que aumentam a saciedade. Outras opções são as frutas secas e as barrinhas de cereais por serem fáceis de carregar;
– Para recuperar o corpo lembre-se que a alimentação após a folia também é importante, nesse momento uma ótima pedida são os sucos detox, chá verde e uma refeição de acordo com o prato legal, composta de proteínas vegetal e animal, carboidrato e uma bela salada;
– Evite um jejum prolongado ou comer exageradamente. Comer a cada três horas em porções razoáveis é muito importante!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

9 dicas para economizar nas compras de volta às aulas

Volta às aulas é sempre a mesma coisa: a escola manda uma lista e, ainda que a compra seja anual, na virada do semestre muitas vezes é preciso repor canetas, lápis, borrachas e outros materiais. Se tais compras são inevitáveis, o que os pais podem fazer é prestar atenção para economizar na hora de adquirir os produtos.


O terapeuta financeiro Reinaldo Domingos, autor de “Terapia Financeira” (Editora Gente), afirma que o principal a se fazer nesse momento de volta às aulas é um inventário de materiais escolares. “Os pais precisam levantar dentro de casa os materiais que ficam esquecidos, e analisar se eles podem ser reutilizados”. Outro ponto, ele ressalta, é a importância do relacionamento dos pais com outros familiares e até vizinhos. “Às vezes vizinhos e parentes podem ter materiais que podem emprestar ou trocar”.
O professor e educador financeiro Mauro Calil explica que os pais devem focar na pesquisa de preços, bem como nas compras em conjunto. “Os descontos vão de 30 a 90% quando as compras são feitas em conjunto”, calcula. Tanto Calil quanto Domingos batem na tecla da educação financeira e defendem que as crianças devem saber tanto dos preços que os pais pagam em seus materiais escolares, como dos descontos obtidos.
Confira 9 dicas dos educadores financeiros para a economia na compra dos materiais escolares.
1. Pesquise 
“Se pudesse dar uma dica, esta seria: pesquisar, pesquisar, pesquisar”, aconselha Mauro Calil. Reinaldo Domingos lembra que, com a internet, a pesquisa se tornou mais refinada. “Dá para conhecer lojas que nem se imagina que existem, e elas podem ter preços bem mais em conta”, completa.
2. Compre no atacado 
Lojas que vendem a atacado costumam ter preços menores que as do varejo, por isso, os especialistas indicam que os pais se juntem para comprar certos itens em um grupo grande. Calil explica que os produtos básicos, como lápis e canetas – que crianças de quase todas as idades escolares precisam – podem ser comprados nesses lugares com quase 90% de desconto. “Um apontador, que custa 1 real, em compras maiores passa a custar 10 centavos”, diz.
3. Reutilize 
No quesito uniformes, Domingos afirma que é possível fazer uma simples reforma nas camisetas e calças, que os torna possíveis de serem usados por mais um semestre. Calil sugere que as crianças customizem as capas de seus cadernos. “É uma ideia bastante popular entre os adolescentes”.
4. Não ligue para personagens 
Seu filho quer a mochila, a lancheira, o caderno e o estojo do Ben 10 ou de outro astro animado da TV? É possível fazer uma negociação: compre um item do personagem favorito do seu filho, mas não a linha completa. Calil é imperativo ao dizer que as marcas devem ser ignoradas. “Muitas vezes, a imagem da capa do caderno encarece três vezes o produto”, alerta.
5. Negocie condições 
Pechinchar ainda funciona, e muito bem, segundo Reinaldo Domingos. Ele afirma que os pais devem procurar o benefício por trás das formas de pagamento. “Se for parcelar, que seja sem juros; se for à vista, tente um preço melhor”, aconselha.
6. Compre um mês antes 
No período de volta às aulas os preços dos materiais escolares aumentam. Os pais podem driblar este aumento simplesmente se programando para comprar os materiais um pouco antes. “Todo ano tem volta às aulas. Por que, então, não comprar um mês antes?”, questiona Calil.
7. Envolva as crianças nas escolhas 
A compra de materiais se torna complicada a partir do momento que as crianças mostram querer um produto – normalmente os mais caros – e os pais, outros. Reinaldo sugere sair deste impasse conversando com as crianças. “É importante que os pais mostrem para os filhos que estão economizando, e que eles serão beneficiados com isso a longo prazo”, afirma.
8. Avalie a lista 
“Algumas coisas podem ser substituídas”, diz Domingos. Calil explica que os pais devem se reunir para, assim, colocar as questões sobre a lista em voz alta nas reuniões escolares. Se existem exigências desnecessárias, elas não voltarão no ano que vem.
9. Participe das reuniões escolares 
Mais importante que a economia na compra dos materiais é a participação dos pais nas atividades relacionadas à escola dos filhos. Mauro Calil explica que as reuniões são imprescindíveis para discutir questões importantes – e que acabam pesando no bolso, como os uniformes. “Uma prática comum das escolas é homologar apenas um fornecedor de uniformes e isso encarece muito o seu preço. Quando os pais participam de reuniões e fazem pressão para que se tenha mais de um fabricante, o preço pode cair bastante”, exemplifica o professor.

Comemoração do dia!

domingo, 17 de janeiro de 2016

MICOSE NA VIRILHA – TINEA CRURIS

A micose na virilha, chamada em medicina de tinea cruris, é uma das infeções fúngicas da pele mais comuns. A tinea cruris costuma atingir as regiões inguinal (virilhas), coxas e nádegas, causando placas avermelhadas e intensa coceira.
Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre a micose na virilha:
  • Causas da micose na virilha.
  • Como se pega tinea cruris.
  • Sintomas da micose na virilha.
  • Tratamento da micose na virilha.

O QUE É TINEA CRURIS?

As micoses superficiais da pele são chamadas de dermatofitoses ou tinea. Os fungos dermatófitos, isto é, que provocam dermatofitoses, são os dos gênerosTrichophytonMicrosporum ouEpidermophyton.
As dermatofitoses podem acometer diversas áreas do corpo, como couro cabeludo (chamada de tinea capitis), pés (tinea pedis), barba (tinea barbae), unhas (tinea unguium) ou tronco e membros (tinea corporis).
A infecção fúngica que acomete a região genital e inguinal (virilhas) é chamada de tinea cruris. A micose da virilha é a segunda dermatofitose mais comum, perdendo apenas para a tínea pedis, a micose dos pés, popularmente conhecida como frieira.

CAUSAS DA MICOSE DE VIRILHA

A imensa maioria dos casos de micose na virilha são causados pelo fungo Trichophyton rubrum. Esse fungo pode ser um habitante normal da pele, sem necessariamente provocar doenças, já que o nosso sistema imunológico consegue mantê-lo sob controle, desde que a pele mantenha-se limpa e seca. Em épocas de maior calor, porém, algumas áreas do corpo ficam constantemente úmidas e quentes, tal como a virilha e a região genital, favorecendo a proliferação de fungos, resultando nas micose.
O fungo Trichophyton rubrum, que provoca a micose da virilha, é o mesmo que causa a frieira (pé de atleta). Por isso, em muitos casos, o paciente tem dermatofitose nos pés e na virilha ao mesmo tempo.

COMO SE PEGA MICOSE NA VIRILHA

A tinha cruris é uma infecção contagiosa transmitida por fômites, como toalhas, lençóis ou roupas contaminadas com o fungo. A micose na virilha também pode ocorrer como auto-contaminação pela micose dos pés (frieira). O paciente após mexer nos pés, pode ter suas mãos contaminadas com o fungo, levando-os até a região da virilha. Ter relações sexuais com uma pessoa infectada também é uma forma de contágio.
Todavia, não basta ter contato com o fungo para desenvolver micose. Para que o microrganismo vença nosso sistema imunológico, ele precisa encontrar um meio propício para sua multiplicação. Calor, umidade e ausência de luz são as condições mais adequadas para a proliferação das micoses. A virilha é muito propícia à ocorrência de infecções fúngicas, pois, além de passar grande parte do dia coberta, é uma região de dobras e com pelos, que permanece frequentemente úmida e quente.
Épocas de calor, uso de roupas quentes e apertadas, excesso de suor, permanecer com roupas de banho molhadas por muito tempo, má higiene pessoal e não trocar com frequência as roupas interiores são fatores que favorecem o desenvolvimento da tina cruris.
aparecimento da micose na virilha são:
  • Sexo masculino (a tinea cruris é 3 vezes mais comum em homens).
  • Hiperidrose 
  • Praticar esportes de contato intenso, como lutas.
  • Obesidade
  • Diabetes mellitus 
As micoses de pele ocorrem com mais frequências nas pessoas com sistema imunológico fraco, todavia, também são muito comuns em indivíduos sadios, sem qualquer problema de saúde.

SINTOMAS DA MICOSE NA VIRILHA

Os principais sintomas da micose na virilha são coceira e vermelhidão local, chamada de rash. A área inflamada pode apresentar alguma ardência, tornando incômodo o uso de certos tipos de roupa interior.
A tinea cruris geralmente começa com uma placas avermelhadas na face interna de uma ou ambas as coxas, com bordas bem demarcadas. Quando causada pelo fungo Trichophyton rubrum, a doença costuma se estender para baixo, sobre as coxas e até na região pubiana e glúteos. As lesões costumam se expandir em forma de círculos.
Em metade dos casos o paciente também apresenta outro tipo de tinea, geralmente tinea pedis (frieira).
No sexo masculino, a bolsa escrotal e o pênis são habitualmente poupados. Este é um detalhe importante, pois ajuda na distinção entre a tinea cruris e a infeção por cândida, já que a candidíase na região inguinal em homens muitas vezes acomete a bolsa escrotal.
Micose na virilha
Micose na virilha – Tínea cruris
O diagnóstico pode ser confirmado com uma raspagem da lesão e avaliação microscópica do material à procura de fungos. Como a cândida e os dermatófitos são fungos com aspectos distintos, é possível distingui-los através do exame microscópico.

TRATAMENTO DA MICOSE NA VIRILHA

O tratamento da micose na virilha pode ser feito com pomadas antifúngicas, muitas delas vendidas sem necessidade de receita médica.
que contêm um dos seguintes antifúngicos:
  • Terbinafina
  • Naftifina
  • Cetoconazol
  • Miconazol
  • Tioconazol
  • Cotrimazol
  • Oxiconazol
As cinco últimas substâncias têm ação contra dermatófitos e cândida. Cremes ou pomadas à base de nistatina servem para candidíase, mas não para dermatofitoses, não sendo indicadas para o tratamento da tinea cruris.
Deve-se evitar pomadas que contenham corticoides na sua fórmula, tais como betametasona ou triancinolona, pois estas substâncias podem atrapalhar o tratamento e mascarar os sintomas.
Em casos de pacientes imunossuprimidos, ou quando o tratamento com pomadas não dá resultado, medicamentos por via oral, como griseofulvina, fluconazol ou terbinafina podem ser prescritos.

Aplicação diária de talco na região inguinal para manter a área seca ajuda a prevenir recorrências. Os pacientes devem ser aconselhados a evitar banhos quentes e roupas apertadas. Os homens devem usar cuecas largas, de preferência boxers (cueca samba-canção). Mulheres devem usar calcinha de algodão e evitar calças apertadas. Após o banho, a área inguinal deve ficar bem seca. Sugere-se separar uma toalha para secar a área infectada e outra para o resto do corpo. Não use a mesma roupa interior após o banho.Como a tinea pedis (frieira) e onicomicose (micose de unha) são fatores de risco para a tinea cruris, é importante também tratar as duas condições para diminuir o risco de recorrência da micose na virilha.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Ler Faz Bem Para A Saúde

Ler faz bem para a saúde além de todos os benefícios na educação esse hábito tem importante papel na saúde física mental e emocional.

Alguns estudos já comprovaram que estimular o cérebro ao longo da vida, começando pela infância e mantendo esse hábito, contribuirá significativamente para uma boa saúde mental na velhice.
E a leitura tem esse poder de exercitar o cérebro, aprimorar a memória, estimular a imaginação, ajudando a desenvolver a inteligência, o raciocínio e a concentração. Esse hábito é um dos segredos para se manter uma mente sempre jovem e ativa.
Dessa forma com a prática regular desse exercício mental é possível alcançar a longevidade com mais saúde e com qualidade de vida.
Por que tão importante quanto a saúde física é a saúde mental, por isso, o nosso cérebro necessita de exercícios diários e uma simples atividade como uma boa leitura promove esses benefícios e na maioria das vezes nem percebemos isso.
Ler faz bem para a saúde, porque ler é aprender, função essencial desenvolvida pelo cérebro! Esse aprender é algo muito mais importante do que simplesmente interpretar letras que formam as palavras, que formam as frases e que formam os textos.
Ler faz bem para a saude mental
A leitura convida o leitor para uma viagem para outra realidade através das asas da imaginação. E neste cenário com a atenção focada, é possível se distrair, divertir, e aprender muito mais, quer sejam novas culturas, ou conhecimento nas diversas áreas do saber, bem como permite melhorar o raciocínio e a interpretação dos fatos.
Quem lê mais enriquece o seu vocabulário e consegue desenvolver melhor as habilidades da escrita e da fala. Consegue fortalecer o seu pensamento crítico e isso permite dialogar de forma mais clara e inteligente sobre qualquer assunto, facilitando a comunicação e a expressão.

Ler Faz Bem Para Todas As Idades

Ler faz bem para a saúde e para cada idade há um tipo de leitura e vocabulários característicos. Seja a leitura de jornais, noticiários, artigos, revistas, livros, romances, poesias entre outros, publicações físicas ou virtuais, através da internet, tudo isso ajuda na formação do indivíduo. São fontes de informações com diferentes tipos de leituras.
Ler faz bem para a saude
É importante estimular o hábito pela leitura logo na infância. Por isso é fundamental a participação de pais e professores nesta fase. Uma vez desenvolvido e fortalecido esse hábito se manterá pela vida toda preparando a criança uma vida adulta mais responsável, consciente, culta e dinâmica.
Cultive bons hábitos e acrescente na sua rotina diária atividades que possam contribuir para o seu desenvolvimento físico, mental e emocional. Uma pessoa saudável certamente é bem informada e pratica hábitos saudáveis. A mente que se exercita lendo absorve melhor conteúdos de qualidade que curam a falta de informações.
É por isso que ler faz bem para a saúde e uma boa leitura pode ser uma opção de hábito saudável. Portanto leia mais, é uma atividade prazerosa e ao mesmo tempo vantajosa, diminui o estresse, expande a mente, prende a atenção, além de ser um ótimo exercício para memória, representa mais lazer, diversão, conhecimento e cultura.
É você gosta de ler? Compartilhe aqui com a gente o seu tipo de leitura preferida, ou um livro que tenha lido recentemente.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Comemorações do dia!




Dicas rápidas para acabar com o chulé

Você sabia que a principal causa do cheiro desagradável nos pés – cheiro mais conhecido como chulé – é a umidade excessiva na região? A umidade pode ser causada tanto pelo suor em excesso, associado ao tipo de meia e calçado utilizado, quanto pelo descuido na hora de secar os pés após o banho, favorecendo a proliferação de fungos e bactérias responsáveis pela eliminação dos odores.
O chulé pode acometer pessoas de todas as idades e sexos, mas é mais frequente entre o sexo masculino, já que por causa do hormônio testosterona os homens produzem mais suor e possuem o hábito mais frequente de usar sapatos fechados e meias. A incidência do chulé em mulheres é menor pelo hábito do uso de sandálias que deixam ventilar os pés, e muitas vezes pelo cuidado semanal que é realizado em pedicures.
Sabemos do prejuízo social que este cheiro desagradável pode causar, não é mesmo? Estando entre amigos, com a namorada, na hora de experimentar um sapato, é bom para todos que o chulé não esteja presente!
Selecionamos 8 passos básicos para acabar com o chulé para sempre:

  • É preciso lavar os pés todos os dias com água e sabonete para a retirada do suor e do mau-cheiro anterior. Um ótimo aliado na hora da lavagem é a bucha vegetal que ajuda a eliminar possíveis resíduos de pele morta (as bactérias adoram estes resíduos!).
  • Mas não basta somente lavar os pés e esquecer-se de secá-los. É necessário o uso de uma toalha para secar os pés, os dedos, e entre cada dedo. Secar os pés com cuidado ajuda inclusive a prevenir frieiras e micoses.
  • Nunca use sapatos ou tênis sem meias! O suor produzido não será absorvido pelo sapato, fazendo com que apareça a sensação de que o pé está quente e molhado. Após a retirada dos sapatos você se livrará da sensação tátil, mas não da olfativa!
  • As meias devem ser trocadas todos os dias, e de preferência ser de algodão, pois absorvem melhor o suor e deixam o pé respirar, ao contrário das meias sintéticas que retém toda a umidade e calor, deixando os pés quentes e sufocados!
  • Se você tiver uma variedade maior de sapatos, o ideal é que seu uso seja alternado. Deixe o sapato do dia anterior “descansando”, de preferência ao sol, pois ele ajuda a secar a umidade e a eliminar o mau cheiro impregnado.
  • Usar tênis e sapatos somente quando necessário. Não faz sentido usá-los dentro de casa, ou permanecer com eles após chegar do trabalho. Dê folga aos pés e opte por um chinelo confortável!
  • Ao menos uma vez por semana faça uma esfoliação nos pés, ela complementa a lavagem e a eliminação das células mortas adoradas pelos fungos e bactérias.
  • Você pode também optar por utilizar aqueles talcos próprios para os pés. Eles ajudam na absorção da umidade, e algumas substâncias anti-sépticas auxiliam na eliminação das bactérias.