quinta-feira, 10 de março de 2016

Mentiras sobre as Dietas

As áreas de nutrição e prevenção de doenças estão cheios de incompetência. Temos sido erradamente aconselhados a evitar a gordura saturada e o colesterol, apesar de nenhuma evidência de danos. Aqui estão as top 9 maiores mentiras, mitos e equívocos sobre a gordura na dieta e colesterol.
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1. Baixa Gordura, Alto Carboidrato São Boas Dietas

Voltar nos anos 60 e 70, muitos cientistas proeminentes acreditavam que a gordura saturada foi a principal causa de doença cardíaca, elevando o colesterol “ruim” no sangue. Esta ideia foi a pedra angular da dieta de baixa gordura. Por causa de alguns estudos ruins e decisões políticas equivocadas, esta dieta foi recomendada para todos os americanos no ano de 1977. No entanto, não havia um único estudo com esta dieta no momento. O público americano tornou-se participante do maior experimento não controlado da história. Esta experiência não saiu muito bem e ainda estão sofrendo as conseqüências, seguido da epidemia de diabetes.
Bom lembrar que correlação não iguala a causa. Mas parece plausível que as recomendações de baixa gordura tornou as coisas piores porque as pessoas começaram a comer menos alimentos saudáveis ​​como carne, manteiga e ovos, enquanto comiam mais alimentos processados ​​ricos em açúcar e carboidratos refinados. Mesmo que havia pouca evidência no momento, a dieta de baixa gordura tem realmente sido minuciosamente estudadas nos últimos anos e décadas. Foi posto à prova no maior estudo controlado na história da nutrição, a Iniciativa de Saúde da Mulher. Neste estudo, 48.835 mulheres pós-menopáusicas foram divididas em dois grupos. Um grupo comeu uma dieta de baixo teor de gordura (com os grãos integrais), enquanto o outro grupo continuou a comer “normalmente”.
Depois de um período de 5-8 anos, o grupo de baixo teor de gordura pesava apenas 0,4 kg menos do que o grupo controlado e não foi observado diferença na taxa de doença cardíaca ou câncer entre os grupos. Outros grandes estudos também não encontraram vantagens para a dieta de baixo teor de gordura. Mas não termina aí, infelizmente … a dieta de baixa gordura recomendada pela maioria das organizações de nutrição não só é ineficaz, como pode ser totalmente prejudicial. Em vários estudos em humanos, a dieta com baixo teor de gordura realmente fez alguns fatores de risco importantes piorarem, aumentando os triglicerídeos, diminuindo o HDL (o bom colesterol) e fazendo as partículas de LDL menores. Apesar dos resultados miseráveis ​​nos estudos, muitos nutricionistas de todo o mundo continuam a recomendar a dieta de baixo teor de gordura, que está ferindo mais pessoas do que ajudando.
Resumo: Não há evidências de que dietas de baixa gordura possua benefícios. Essas dietas não causam perda de peso a longo prazo, ou sequer reduzem o risco de doenças crônicas. Alguns estudos mostram que elas podem causar danos.

2. Alimentos Ricos em Colesterol (como ovos) São Ruins para Você

Os profissionais de nutrição tiveram notável sucesso ao demonizar os alimentos perfeitamente saudáveis. Provavelmente, o pior exemplo seja os ovos, que estão entre os alimentos mais saudáveis do planeta. Basta pensar que os nutrientes do ovo são o suficiente para transformar uma única célula fertilizada em uma galinha bebê. Mesmo assim … porque os ovos contêm grandes quantidades de colesterol, o que os profissionais de nutrição acreditavam qser a causar de doença cardíaca. No entanto, os estudos mostram que, na verdade, o colesterol na dieta não aumenta o mau colesterol no sangue. Ao contrário, os ovos elevam o HDL (o colesterol bom) e não estão associados com nenhum risco de doença cardíaca.
Os ovos são carregados com vitaminas, minerais e nutrientes poderosos, importantes para os olhos e cérebro. Tenha em mente que quase todos os nutrientes são encontrados na gema … a parte branca não é nada além, senão proteína. Dizer às pessoas para abandonar as gemas pode ser o aconselhamento nutricional mais ridículo da história.
Resumo: Os ovos foram demonizados devido à quantidade elevada de colesterol, mas novos estudos mostram que eles não aumentam o colesterol no sangue ou contribuem para as doenças do coração. Os ovos estão entre os alimentos mais nutritivos do planeta.

3. Colesterol Total e LDL São Indicadores de Risco para a Doença Cardíaca  

Provavelmente o maior erro na medicina moderna está concentrado no colesterol total e LDL, como sendo indicadores de risco para o ataque cardíaco. Bem … é verdade que os níveis elevados de ambos estão associados com um maior risco. Mas todo o quadro é muito mais complicado do que isso. O colesterol total, na verdade, inclui um monte de coisas … incluindo também o HDL, conhecido como o “bom” colesterol. Com o HDL alto o número total de colesterol aumenta. O colesterol LDL não é apenas … existem subtipos. Temos as partículas pequenas e densas de LDL (muito ruim) e, em seguida, temos o grande, poroso LDL (bom). As pequenas partículas estão associadas com a doença cardíaca, enquanto os grandes são benignos.
Estudos mostram realmente que o colesterol total e o LDL são indicadores de pouco risco em comparação com outros marcadores, como o triglecerídeos. Um estudo descobriu que, dos 231.986 pacientes hospitalizados por doenças cardíacas, metade deles tinha níveis normais de LDL. Existem também os estudos que mostram o colesterol elevado como fator protetor. Em indivíduos de idade, quanto maior o colesterol, mais baixo o risco da doença cardíaca. Para não mencionar que os níveis de colesterol muito baixos estão associados com um maior risco de morte, por câncer e suicídio. Apesar do valor preditivo fraco do colesterol total e LDL, as pessoas com números elevados são muitas vezes instruídos a reduzir o colesterol por necessidade, incluindo uma dieta de baixo teor de gordura (que não funciona) e as estatinas. Neste momento, milhões de pessoas de todo o mundo estão a tomar medicamentos para baixar o colesterol sem necessidade, correndo risco de efeitos secundários graves.
Resumo: O colesterol total e LDL são indicadores fracos para o risco de doença cardíaca. Muitas pessoas estão sendo medicadas desnecessariamente porque os médicos insistem a crer que o colesterol seja a causa da doenças.

4. Semente Processada e Óleos Vegetais são Saudáveis

Por alguma razão estranha, ​​óleos vegetais e sementes processadas tornaram-se reconhecidos como alimentos saudáveis. Os seres humanos só começaram a consumí-los cerca de 100 anos atrás, porque nós não tínhamos a tecnologia para processá-los até então. No entanto, de alguma forma, os gênios da nutrição perceberam que esses produtos seriam de alguma forma, muito saudável para o ser humano e certamente melhor do que as “perigosas” gorduras saturadas. Esses óleos, que incluem óleos de soja, milho e algodão, são ricos em omega-6 ácidos graxos poliinsaturados, que são prejudiciais e pode contribuir para a inflamação.
Apesar destes óleos serem recomendados para reduzir as doenças cardíacas, na verdade existem vários estudos mostram o contrário, eles aumentam o risco. Em um estudo que observou os óleos de cozinha comuns no mercado dos EUA,  descobriu que 0,56% a 4,2% dos ácidos graxos em gorduras trans eram altamente tóxicos! No entanto, estes óleos são fielmente recomendados pelas organizações para proteger a saúde. Este é um exemplo de onde seguir cegamente a sabedoria convencional da nutrição, uma sepultura adiantada.
Resumo: Semente processada e óleos vegetais são muito pouco saudáveis, carregados com Omega-6 ácidos graxos e gorduras trans, que podem contribuir para complicações da saúde.

5. Gordura Saturada Aumenta O Mau Colesterol e Causa Doença Cardíaca

A “guerra contra a gordura saturada” tem sido um fracasso miserável. Inicialmente essa guerra foi baseada em estudos falhos, mas de alguma forma se tornou política pública (com consequências desastrosas). A pior parte são os governos e organizações de saúde que alteraram suas posições apesar das evidências esmagadoras que mostram erros o tempo todo. A gordura saturada não aumenta o LDL. O efeito é fraco e inconsistente, parecendo depender do indivíduo.
Quando a gordura saturada afeta o colesterol LDL, ele muda as partículas de pequena, densa (muito, muito ruim) à um LDL grande, que é principalmente benigno. A gordura saturada também aumenta o colesterol HDL, o que está associado com um risco reduzido de doença do coração. As gorduras saturadas melhoram o perfil lipídicoe nos últimos anos, muitos estudos examinaram a ligação entre a gordura saturada e o risco de doença cardíaca. Um desses estudos incluiu 347.747 participantes e analisou dados de 21 estudos. A conclusão: não há nenhuma evidência de que a gordura saturada aumenta o risco de doença cardíaca. Muitos outros estudos confirmam esses achados. A gordura saturada é inofensiva e nunca foi e nunca será provada ser a causa de doenças cardíacas, porque simplesmente não é verdade.
Resumo: Apesar de décadas de propaganda anti-gordura, a gordura saturada nunca foi comprovada ser a causa de doença cardíaca. De fato, a gordura saturada melhora alguns fatores de risco importantes para a doença cardíaca.

6. Gordura Saturada e Trans São Similares

As gorduras trans são gorduras insaturadas que foram modificadas para serem mais sólidas com uma vida útil mais longa. Essas gorduras também são conhecidas como gorduras parcialmente hidrogenadas. O processo de fabricação é muito nojento, envolvendo alta pressão e alta temperatura, um catalisador de metal e gás hidrogênio. O fato é que ninguém achava que essas gorduras desagradáveis ​​seria adequada para o consumo humano, algo desconcertante. Algumas das principais organizações de saúde já começaram a confundir as coisas, agrupando as gorduras trans com as gorduras saturadas, chamando-as “gorduras ruins”.
No entanto, como descrito acima, a gordura saturada é completamente inofensiva, mas, não pode ser dito o mesmo para as gorduras trans. As gorduras trans são altamente tóxicas e podem causar resistência à insulina, inflamação e aumentar significativamente o risco de doenças graves, como doença cardíaca. Mesmo que o consumo direto caia, as gorduras trans ainda são encontradas em alimentos processados ​​e que a FDA ainda os categoriza como “geralmente considerados como seguros” (GRAS). Se você quiser evitar a doença crônica, então busque a manteiga, carne e óleo de coco, mas evite gorduras trans como se sua vida dependesse disso (e depende).
Resumo: As gorduras trans se assemelham a gordura saturada na consistência e vida útil, mas a composição química ainda é muito diferente. Embora as gorduras saturadas sejam inofensivas, os ácidos gordos trans são altamente tóxicos e devem ser evitados.

7. Comer Gordura Engorda e as Dietas de Alta Gordura Fazem Mal   

Gordura é o material alojado sob a nossa pele e nos faz aparentar levemente inchados. Portanto, comer mais gordura deve fazer-nos armazenar mais desse material. Você é o que você come, certo? Bem, na verdade não é assim tão simples. Mesmo que a gordura tenha mais calorias por grama em comparação com as proteínas e carboidratos, os alimentos naturalmente ricos em gordura são muito satisfatórios e difícil de querermos repetir. Na verdade, estudos sobre as dietas, ricas em gordura (e pobre em carboidratos), mostram que estas dietas causam mais perda de peso do que as dietas baixas em gordura.
As dietas de baixo carboidrato e dietas ricas em gordura também levam à vários tipos de outros benefícios, como o aumento do colesterol HDL, triglicérides inferiores, menores níveis de açúcar no sangue e insulina, perda de gordura abdominal e melhora o tamanho das partículas LDL. Apesar disso, muitos profissionais de nutrição ainda têm a audácia de chamar as dietas low carb de prejudiciais para continuar a venda da dieta de baixa gordura, mesmo que tenham sido constatada ser completamente ineficaz.
Resumo: Apesar da gordura ter mais calorias por grama do que os carboidratos e proteínas, estudos mostram que o alto teor de gordura (e low-carb) realmente levam a melhores resultados saudáveis do que as dietas de baixa gordura.

8. Margarina Processada é Melhor do que Manteiga Natural

Por causa da guerra contra a gordura saturada, a manteiga tornou-se reconhecida como um alimento saudável. Os fabricantes de alimentos entraram na onda e começaram a produzir a réplica da manteiga, a margarina. A maioria das margarinas contêm grandes quantidades de óleos vegetais transformados, muitas vezes com gorduras trans adicionada à mistura. É difícil imaginar como as pessoas poderiam pensar que a fabricação de margarina processada, seria mais saudável do que a manteiga, que é completamente natural e que os seres humanos já comem por um longo período de tempo. Os estudos também não suportam a idéia de que a margarina seja mais saudável do que a manteiga.
No Framingham Heart Study, a margarina foi associada com um risco aumentado de doença cardíaca em comparação com manteiga. Muitos outros estudos observaram os produtos lácteos ricos em gordura e não encontraram nenhuma evidência de que os produtos lácteos contribuíssem para qualquer doença … na verdade, a alta gordura gordura de produtos lácteos está associado com um menor risco de obesidade. Apesar de todo o medo causado pela especulação, o alto teor de gordura de produtos lácteos, como a manteiga, são extremamente saudáveis, especialmente se eles são derivados de vacas alimentadas com capim.
Resumo: Margarina é um falso alimento saudável produzido em fábricas, geralmente contendo gorduras trans e óleos vegetais processados. A manteiga é uma escolha muito mais saudável, especialmente se forem o leite for proveniente de vacas alimentadas com capim.

9. Alimentos Processados com Baixa Gordura são Opções Saudáveis

Por causa do baixo teor de gordura, um conselho ridículo, os fabricantes de alimentos removem as gorduras de alguns dos seus alimentos. Mas há um grande problema … os alimentos naturais possuem um gosto terrível sem a gordura. Os fabricantes de alimentos perceberam isso e acrescentaram um monte de açúcar para compensar a falta de gordura. Por esta razão, a maioria dos alimentos com “baixo teor de gordura” são efetivamente carregados com açúcar, que é gravemente prejudicial.
Se um alimento tem “baixo teor de gordura” ou “diet” no rótulo, então provavelmente você vai encontrar açúcar, xarope de milho e vários produtos químicos artificiais na lista de ingredientes. No entanto, as vendas desses alimentos dispararam porque muitos profissionais de nutrição ainda aconselham as pessoas a comê-los … mesmo que as alternativas “de gordura normais” sejam muito mais saudáveis!

quarta-feira, 9 de março de 2016

Quinoa

Quinoa é a semente de uma planta conhecida cientificamente como Chenopodiumquinoa. Ela é rica em muitos nutrientes e é considerado um “super alimento.” A quinoa(pronunciado Keen-Wah) não é na verdade um grão, mas um pseudo cereal, uma semente preparada para ser consumida como um grão. No entanto, a quinoa é mais rica em nutrientes do que a maioria dos grãos. A quinoa tem uma textura crocante e sabor de noz. Asemente quinoa não possui glúten, por isso pode ser apreciada por pessoas que sensibilidade a esse fator glúten ou trigo. As sementes de quinoa são planas, de forma oval e geralmente de cor amarela pálida, mas a cor pode variar do rosa ao preto e o sabor pode variar de amargo a doce. É geralmente cozida e consumida como mingau, adicionado a saladas, ou usado para engrossar sopas. As sementes também podem ser germinadas no solo e usadas como farinha, ou elas ainda podem ser feitas como pipocas. A quinoa é um excelente alimento para os bebês. O ano de 2013 foi designado o “Ano Internacional daQuinoa” pelas Nações Unidas, por causa do seu potencial pela semente contribuir para a segurança alimentar a nível mundial. Mesmo que tecnicamente a quinoa não seja um grão, ela ainda conta como um alimento em “grão integral”. Quinoa consiste de água (71,6 %), carboidrato (21,3 %), proteína (4,4%) e de gordura (1,92%). Uma xícara de quinoa cozida (185g) contém 222 calorias.
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Carboidratos

Os carboidratos compõem 21% da quinoa cozida, comparável à cevada e arroz. Cerca de 83% dos carboidratos são amidos. O resto consiste principalmente em fibra, mas também tem uma pequena quantidade de açúcares (4%), tais como a maltose, galactose e ribose. O índice glicêmico é uma medida para entender os níveis de açúcar no sangue, após uma refeição. E sabe-se que os alimentos com alto índice glicêmico estão ligados à obesidade e a várias doenças. A quinoa tem uma baixa pontuação no índice glicêmico – 53;  o que significa que após o consumo ela não deve causar nenhum pico de açúcar no sangue.
Fibra
quinoa cozida é boa fonte de fibra (2,8%), superando tanto o arroz integral (1,8%) e o milho amarelo (2,4%). As fibras ocupam 10% do peso seco da quinoa, principalmente constituídas por fibras insolúveis (80-90%), tal como celulose. As fibras insolúveis têm sido associadas a um risco reduzido de diabetes. No entanto, algumas das fibras insolúveis podem ser fermentadas no intestino como fibras solúveis, que alimentam as bactérias amigas ​​e promovem uma melhor saúde em geral. A quinoa também dispõe de amido resistente, que alimenta as bactérias benéficas do intestino, promovendo a formação de ácidos gordos de cadeia curta, melhora a saúde do intestino e diminui o risco de doença.

Proteína

Os aminoácidos são os blocos de construção das proteínas e as proteínas são os blocos de construção de todos os tecidos do nosso corpo. Alguns dos aminoácidos são vistos como “essenciais”, devido à incapacidade do nosso corpo de produzi-los, tornando-os essenciais ingerir a partir dessa dieta. Em peso seco, a quinoa fornece 16% de proteína, o que é mais elevado do que a maioria dos grãos de cereal-cevada , arroz e milho. A quinoa é considerada uma fonte de proteína “completa”, o que significa que ela fornece todos os aminoácidos essenciais. É excepcionalmente rico em lisina, aminoácido que geralmente falta no reino vegetal. Ela também é rica em metionina e histidina, tornando-se uma excelente fonte de proteína vegetal. A qualidade da proteína da quinoa é comparável a caseína, a proteína de alta qualidade advinda dos produtos lácteos. A Quinoa não contém glúten e é, portanto, uma alternativa adequada para aqueles que são sensíveis ou alérgicos ao glúten.

Gordura

|A quinoa contém cerca de dois gramas de gordura a cada 100 gramas de quinoa cozida. Semelhante a de outros grãos, a gordura da quinoa é composta principalmente por ácido palmítico, ácido oléico e ácido linoléico.

Vitaminas e Minerais

quinoa é uma boa fonte de antioxidantes e minerais. Magnésio, ferro, fibras e zinco em maior abundância do que em grãos comuns. Abaixo estão listadas as principais vitaminas e minerais da quinoa:
Manganês: Encontrado em grandes quantidades nos grãos integrais, este mineral é essencial para o metabolismo, crescimento e desenvolvimento.
Fósforo: Encontrados em alimentos ricos em proteínas, este mineral é essencial para a saúde óssea e manutenção de vários tecidos do corpo.
Cobre: ​​Um mineral inexistente na dieta ocidental, importante para a saúde do coração.
Folato: Uma das vitaminas do complexo B, essenciais para a função celular e crescimento do tecido. O folato é considerado particularmente importante para as mulheres grávidas.
Ferro: Um mineral essencial que desempenha muitas funções importantes no corpo, tais como o transporte de oxigênio dos glóbulos vermelhos.
Magnésio: Importante para muitos processos no corpo e é escasso na dieta ocidental.
Zinco: Um mineral que é importante para a saúde geral e participa em muitas reações químicas no corpo.

Fito nutrientes

quinoa contém muitos fito nutrientes que contribuem para o sabor e efeitos saudáveis. Aqui estão os principais:
Saponina: Glicosídeos vegetal que protegem as sementes da quinoa contra insetos e outras ameaças. Eles são de sabor amargo e considerados tóxicos e são eliminados com a imersão, lavagem ou assado antes de cozinhar.
Quercetina: Um poderoso antioxidante polifenol, que pode ajudar a proteger contra várias doenças, tais como doenças cardíacas, osteoporose e certas formas de câncer.
Quempferol: Um polifenol antioxidante que pode reduzir o risco de doenças crônicas, como o câncer.
Esqualeno: Um precursor de esteróides e um antioxidante no corpo.
Ácido fítico: Um anti nutriente que pode inibir a absorção de minerais, tais como ferro e zinco. O ácido fítico pode ser reduzido com imersão ou germinação da quinoa antes de cozinhar.
Oxalatos: Eles podem ligar-se com o cálcio, reduzem a sua absorção e aumentam o risco de formação de pedra nos rins em indivíduos sensíveis.
A variedade da quinoa que possui um sabor amargo é mais rico em antioxidantes, em comparação com a variedade mais doce, porém ambos são boas fontes de antioxidantes e minerais. Um estudo concluiu que a quinoa apresentou o maior teor de antioxidantes dentre 10 cereais, pseudocereais e leguminosas. A quinoa e as culturas relacionadas ainda foram identificadas como as melhores fontes de antioxidantes flavonóides dos cranberries, que são considerados muito ricos em flavonóides. O nível de antioxidantes pode diminuir com a culinária.

Benefícios Saudáveis da Quinoa

Sendo extremamente nutritiva e rica em muitos minerais e fito nutrientes, a quinoa pode definitivamente ser um complemento saudável à dieta. Alguns dados mostram que a adição de quinoa na dieta, pode aumentar o valor nutricional global, ajudar a reduzir os níveis de açúcar no sangue e reduzir triglicérides no sangue.
Melhora da Saúde Metabólica
Estudos observacionais mostram que os grãos integrais, como a quinoa, arroz integral e aveia, estão associados com a perda de peso, redução da resistência à insulina e diminuição do risco de doença cardíaca e diabetes tipo 2. Do lado oposto, a ingestão de carboidratos refinados, tais como arroz branco e farinha de trigo refinada, pode contribuir para o aumento da incidência de diabetes de tipo 2 e doença cardiovascular. Um estudo mostrou que aquinoa, dado a ratos em uma dieta de alta frutose, reduziu a maioria dos efeitos adversos causados ​​pela frutose, redução do colesterol, triglicérides e os níveis de açúcar no sangue. Um estudo humano comparou os efeitos metabólicos da quinoa com os de produtos tradicionais sem glúten de trigo. A quinoa reduz ambos, os triglicérides no sangue e os ácidos graxos livres e teve um impacto menor sobre os níveis de açúcar no sangue do que massas sem glúten, pão sem glúten e pão tradicional. A utilização da quinoa, ao invés, de carboidratos refinados, como arroz branco ou farinha de trigo refinada, podem apresentargrandes benefícios.
Quinoa e a Perda de Peso
quinoa tem muitas propriedades que a tornam um alimento útil na perda de peso. Tem mais proteína do que os alimentos análogos, tais como o arroz, milho e trigo. A proteína é considerada um dos fatores-chave para a perda de pesoaumentando o metabolismo e a saciedade, o que ajuda a prevenir a obesidade e as doenças relacionadas. A quinoa é rica em fibras, importantes para a perda de peso, maior controle da ingestão calórica , causado pela sensação de saciedade, bem como a melhoria da saúde intestinal. O valor do índice glicêmico da quinoa é relativamente baixo e os alimentos de baixo índice glicêmico ajudam a controlar os excessos e reduzir a fome.
 Quinoa Não Contém Glúten
Como pseudo cereal sem glúten, a quinoa é adequada para indivíduos com intolerância ao glúten ou alérgica, com a doença celíaca. Muitos pesquisadores estudam os efeitos da inclusão da quinoa numa dieta livre de glúten. Usando a quinoa, ao invés, de outros ingredientes comuns sem glúten, o que aumenta dramaticamente o valor nutritivo e antioxidante da dieta. Produtos à base de quinoa são bem recebidos e podem, portanto, ser uma alternativa dietética adequada para o trigo, tanto em sua forma original ou por produtos como pão ou massa.
Efeitos Adversos
quinoa é geralmente bem tolerada e nenhum dado existente mostra quaisquer efeitos adversos. No entanto, os fitatos podem reduzir a absorção de minerais como o ferro e zinco.Quinoa é um membro da família Chenopodiaceae, que é conhecida por conter quantidades elevadas de oxalatos. Outras espécies da mesma família são o espinafre e beterraba. Estes alimentos podem contribuir para a formação de pedra nos rins em pessoas sensíveis. Os efeitos podem ser reduzidos com lavagem e imersão da quinoa antes de cozinhar.

terça-feira, 8 de março de 2016

Carboidrato Bom, Carboidrato Ruim

Os carboidratos são altamente controversos nos dias de hoje. As orientações dietéticas sugerem que a metade das nossas calorias sejam carboidratos. Por outro lado, alguns afirmam que os carboidratos causam obesidade e diabetes tipo 2 e que a maioria das pessoas deveriam evitá-los. Há bons argumentos para ambos os lados da moeda e parece que os requisitos para o consumo de carboidrato, dependem em grande parte do organismo de cada indivíduo. Algumas pessoas sentem-se melhores comendo menos carboidratos, enquanto para outras pessoas, comer carboidratos em abundância não tem nenhum efeito adverso. Este artigo lança um olhar detalhado sobre os carboidratos, seus efeitos na saúde e como você pode fazer as escolhas certas.
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O que São Carboidratos?

Carboidratos ou hidratos de carbono, são moléculas que possuem átomos de carbono, hidrogênio e oxigênio. Na nutrição, “hidratos de carbono” refere-se a um dos três macronutrientes. Os outros dois são, proteínas e gordura. Os carboidratos da dieta podem ser divididos em três categorias principais:
  • Açucares: Doce, carboidratos de cadeia curta encontrado nos alimentos. Exemplos são glicose, frutose, galactose e sucrose.
  • Amidos: Cadeias longas de moléculas de glicose, são eventualmente quebradas em partículas nos sistema digestivo.
  • Fibras: Humanos não podem digerir fibra, embora a bactéria no sistema digestivo possa usar um pouco da fibra.
O principal objetivo dos carboidratos na dieta é fornecer energia. A maioria dos hidratos de carbono são quebrados ou transformados em glicose, que pode ser usado como energia. Os carboidratos também podem ser transformados em gordura (energia armazenada) para uso posterior. A fibra é uma exceção. A fibra não fornece energia diretamente, mas alimenta as bactérias amigáveis do sistema digestivo. Estas bactérias podem utilizar a fibra para produzir ácidos gordos, que algumas das nossas células podem utilizar como energia. Os álcoois de açúcar também são classificados como carboidratos, têm um gosto doce, mas geralmente não fornecem muitas calorias.
Resumo: Os hidratos de carbono são um dos três macronutrientes. Os principais tipos de carboidratos dietéticos são açúcares, amidos e fibras.

Carboidratos “Integrais” vs “Refinados”

Nem todos os carboidratos são criados iguais. Existem muitos tipos diferentes de alimentos que contêm hidratos de carbono e que variam muito nos seus efeitos sobre a saúde. Embora os carboidratos sejam muitas vezes referidos como “simples” vs “complexo”, o termo “integral” vs “refinado”, parece fazer mais sentido. Os carboidratos integrais não  são processados ​​e contêm fibra, encontrada naturalmente nos alimentos, enquanto os carboidratos refinados foram processados ​​e tiveram a fibra natural retirada. Exemplos de carboidratos integrais são os vegetais, frutas orgânicas, legumes, batatas e cereais integrais, que são  alimentos geralmente saudáveis. Por outro lado, os carboidratos refinados incluem as bebidas adoçadas com açúcar, sucos de frutas, doces, tortas, pão branco, macarrão branco, arroz branco e outros. Numerosos estudos mostram que o consumo de carboidratos refinados está associado com problemas de saúde, como obesidade e a diabetes tipo 2. Este tipo de carboidrato tende a causar grandes picos nos níveis de açúcar do sangue, seguido de uma queda subsequente, que pode desencadear a fome e a vontade de comer mais alimentos ricos em carboidratos. Esse efeito é conhecido como “montanha-russa de açúcar no sangue”, que muitas pessoas estão familiarizadas. Normalmente, falta de nutrientes essenciais nos alimentos ricos em carboidratos refinados. Em outras palavras, eles são calorias “vazias”. Os açúcares adicionados são outra história, eles são os piores carboidratos absolutos correlacionado a todos os tipos de doenças crônicas. No entanto, não faz sentido demonizar todos os alimentos que contêm carboidratos, por causa dos efeitos sobre a saúde dos seus homólogos processados. Existem fontes de carboidratos integrais carregados com nutrientes e fibras, que não causam os mesmos picos e depressões nos níveis de açúcar do sangue. Centenas de estudos sobre os carboidratos ricos em fibras, incluem os legumes, frutas, verduras e grãos integrais, ligados à melhoria da saúde metabólica e um menor risco de doença.
Resumo: Nem todos os carboidratos são criados iguais. Os carboidratos refinados estão associados com a obesidade e doenças metabólicas, mas os alimentos ricos em carboidratos integrais são muito saudáveis.

Dietas de Baixo Carboidrato São Fantásticas para algumas Pessoas

Nenhuma conversa sobre carboidratos está completa sem mencionar as dietas de baixo carboidrato. Estas dietas restringem os hidratos de carbono, enquanto permite a abundância de proteínas e gorduras. Mais de 23 estudos demonstram, que as dietas pobres em carboidratos são muito mais eficazes do que o padrão de dieta com “baixo teor de gordura”, que tem sido recomendada nas últimas décadas. Esses estudos mostram que as dietas de baixo carboidrato causam mais perda de peso e conduzem a uma melhoria nos diversos indicadores de saúde, incluindo o colesterol “bom” HDL, triglicerídeos sanguíneos, açúcar no sangue, pressão arterial e outros. Para as pessoas que são obesas ou têm a síndrome metabólica e / ou diabetes tipo 2, as dietas de baixo carboidrato podem ter benefícios para salvar vidas. Isso não deve ser tomado como um simples ânimo, até porque estes indicadores de saúde são atualmente os maiores problemas de saúde do mundo, responsáveis por milhões de mortes por ano. Entretanto, apenas as dietas de baixo carboidrato são úteis para a perda de peso e tratamento de problemas metabólicos. Mas, definitivamente as dietas de baixo carboidrato não são a resposta para todos.
Resumo: Mais de 23 estudos mostram que as dietas de baixo carboidrato são muito eficazes para a perda de peso e para uma saúde metabólica melhor.

“Carboidratos” Não são a Causa da Obesidade

A restrição de carboidratos pode muitas vezes (pelo menos parcialmente) reverter a obesidade. No entanto, isso não significa que os carboidratos foram a causa da obesidade. Isto realmente é um mito e não existe nada que prove o contrário. Embora seja verdade que os açúcares adicionados e carboidratos refinados estão ligados ao aumento da obesidade, o mesmo não acontece com os carboidratos ricos em fibras. Os seres humanos começaram a comer carboidratos há milhares de anos, de uma forma ou de outra. A epidemia da obesidade começou por volta de 1980 e a epidemia de diabetes tipo 2, logo em seguida. Culpar os novos problemas de saúde com um hábito antigo, não faz sentido. Tenha em mente que muitas populações estão em excelente saúde ao comer uma dieta rica em carboidratos, como os habitantes de Okinawa, Kitavans e os comedores de arroz asiáticos. O que todos eles tinham em comum, era que eles comem alimentos reais não processados. No entanto, as populações que comem uma grande quantidade de carboidratos refinados e alimentos processados ​​tendem a ficar doente e insalúbres.
Resumo: Os seres humanos comem carboidratos desde muito antes da epidemia da obesidade e há muitos exemplos de populações, que permaneceram em excelente saúde ao comer dietas ricas em carboidratos.

Carboidratos Não São “Essenciais,” Mas Muitos Alimentos Saudáveis Contêm Carboidrato  
Muitos praticantes da dieta de baixo carboidrato afirmam que os carboidratos não são um nutriente essencial, o que é tecnicamente verdadeiro. O corpo pode funcionar sem um único grama de carboidrato na dieta. É um mito que o cérebro precise de 130 gramas de carboidratos por dia. Quando não há ingestão de carboidrato, parte do cérebro usa cetonas para energia. Além disso, o organismo pode produzir uma pequena quantidade de glicose que o cérebro precisa para um processo chamado de gluconeogênese. Entretanto, apenas porque os carboidratos não são “essenciais” – isso não significa que eles não possam ser benéficos. Muitos alimentos com carboidratos em suas composições, são saudáveis ​​e nutritivos, como frutas e legumes. Estes alimentos possuem compostos benéficos e fornecem uma variedade de benefícios para a saúde. Embora seja possível sobreviver numa dieta de 0 carboidrato, talvez não uma escolha ideal.
Resumo: Os hidratos de carbono (carboidratos) não são um nutriente “essencial”. No entanto, muitos alimentos vegetais ricos em carboidratos são carregados com nutrientes benéficos, assim evitá-los é uma má idéia.

Como Fazer as Escolhas Certas

Como regra geral, os carboidratos em sua forma natural, rico em fibra são saudáveis, enquanto aqueles despojados de fibra não são. Se é um carboidrato integral, um único ingrediente, então provavelmente é um alimento saudável para a maioria das pessoas, não importando o teor de carboidratos. Com isto em mente, é possível categorizar a maioria dos carboidratos como “bom” ou “ruim” – mas tenha em mente, que estas são apenas diretrizes gerais. As coisas raramente são preto e branco em nutrição.

Bons Carboidratos:

  • Vegetais: Todos eles. Se possível, coma uma variedade todos os dias.
  • Frutas Integrais: Maçãsbananas, morangos, etc.
  • Legumes: Lentilhas, feijão roxo, ervilha, etc.
  • Nozes: Amêndoa, nozes, avelã, macadâmia, amendoim, etc.
  • Sementes de: Chia, abóbora.
  • Grãos Integrais: Escolha os grãos de procedência, como a aveia, quinoa, arroz marrom, etc.
  • Tubérculos: batata, batata doces, etc.

As pessoas que estão tentando restringir os carboidratos precisam ter cuidado com o os grãos integrais, legumes, tubérculos e frutas com muito açúcar.

Maus Carboidratos:

  • Bebidas Adoçadas: Coca cola, Pepsi etc. As bebidas adoçadas são uma das coisas mais insalubres a serem consumidas por alguém.
  • Sucos de Fruta: Infelizmente, os sucos de fruta podem ter efeitos metabólicos similares às bebidas adoçadas.
  • Pão Branco: Esses carboidratos refinados são pobres em nutrientes essenciais e ruins para a saúde metabólica. Esta conclusão vale para qualquer tipo de pão branco.  
  • Pasteis, Biscoitos e Bolos: Esses produtos tendem a possuir muito açúcar e trigo.
  • Sorvete: A maioria de sorvetes são ricos em açúcar, embora existem exceções.
  • Doces e Chocolates: Se você for comer um chocolate, escolha um chocolate escuro de qualidade.
  • Batata Frita e Chips: Batata integral é saudável, mas a batata frita e o os chips de batatas não são.
Resumo: Carboidratos em sua forma natural, rico em fibras, são geralmente saudáveis. Os alimentos processados como os carboidratos refinados e açúcar são extremamente insalubres.
Dieta de Baixo Carboidrato é Ótimo para Alguns, Mas Existem pessoas que Funcionam Melhor com a ingestão de Muito Carboidrato
Não há uma regra única para a solução de todos em nutrição. A ingestão de carboidratos depende de inúmeros fatores, tais como idade, sexo, saúde metabólica, atividade física, cultura alimentar e preferência pessoal. Se você tem muito peso a perder, ou problemas de saúde como a síndrome metabólica e / ou diabetes tipo 2, então provavelmente você seja sensível a carboidrato. Neste caso, a redução da ingestão de carboidratos pode ter benefícios e salvar vidas. Por outro lado, se você é apenas uma pessoa saudável, então provavelmente não há razão para evitar “carboidratos” – se atenha apenas aos alimentos integrais, ingredientes individuais, o máximo possível. Se você é uma pessoa naturalmente magra e / ou fisicamente ativa, então você pode funcionar muito melhor com carboidratos em abundância em sua dieta.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Semana santa

Quando se fala em Semana Santa, existem muitos mitos e dúvidas quanto à origem dos principais símbolos da data. Veja aqui o que é mito e o que é verdade.

Comer carne: não pode? 
Um dos principais preceitos da Semana Santa, especialmente na Sexta-feira da Paixão, dois dias antes da Páscoa, é não comer carne vermelha ou de frango. A tradição é repassada de geração para geração, e muitos ainda mantêm o hábito vivo, substituindo o consumo da carne pelo peixe.

Viena expõe obra com mais de 40 mil ovos de Páscoa.

A origem seria a Idade Média, época na qual o consumo de carne vermelha era restrito aos nobres, e o povo associava o hábito à gula e à luxúria.

A Igreja Católica não vem adotando mais o uso do termo “proibido” quanto ao costume, o que coloca a abstinência da carne vermelha durante o período como uma escolha do fiel. No entanto, a tradição segue e há muitas famílias que ainda a praticam.

Por outro lado, se o Código de Direito Canônico do Vaticano for seguido à risca, os católicos não deveriam comer carne em todas as sextas-feiras do ano, além da Quarta-feira de Cinzas - após o Carnaval. De acordo com o documento, as sextas-feiras devem ser reservadas para a penitência dos fiéis.

A quaresma é o período de quarenta dias que antecede a Semana Santa. Seu início é marcado pela quarta-feira de cinzas, e o final acontece no Domingo de Ramos, quando começa a Semana Santa. Para a Igreja Católica, trata-se de um período de oração, penitência e caridade.

Ovos de chocolate e o coelho da Páscoa 
Duas das maiores tradições atuais da celebração da Páscoa não estão ligadas diretamente à religião: o consumo de ovos de chocolate e a “existência” do coelho da Páscoa. Para entender como acabaram associados à data, vale recordar um pouco da origem da celebraçao, que, antes de ser adaptada pelo Cristianismo para relembrar a ressurreição de Cristo, era uma festa judaica referente à saída dos judeus do Egito.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB) os ovos de galinha eram coloridos para celebrar o fim do inverno durante o início da primavera no Hemisfério Norte

O ovo era considerado por egípcios e gregos como o símbolo da fertilidade. Para estes povos, era uma tradição colorir ovos de galinha para comemorar diferentes datas do calendário.

A introdução dos símbolos na cultura cristã aconteceu a partir do Conselho de Nicéia, em 325 d.C, quando também se estabeleceu a data da Páscoa. À época, havia a preocupação constante em aumentar o número de fiéis, e a alternativa encontrada foi adotar tradições e símbolos de outras culturas.

Não há consenso, contudo. A Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB) cita versão que aponta para a comemoração do início da primavera no Hemisfério Norte, época na qual ovos de galinha eram coloridos para celebrar o fim do inverno.

Já o coelho da Páscoa, assim como o ovo, é visto como uma representação da fertilidade. Para os povos antigos, a figura do animal simbolizava a vida e a preservação da espécie. Segundo a ABICAB, a tradição foi trazida para o Brasil por imigrantes alemães, entre o final do século XVII e o começo do século XVIII.

Uma Páscoa só brasileira 
As famosas parreiras de Páscoa dos supermercados brasileiros, que são utilizadas para exposição dos ovos de chocolate, só existem por aqui. Conforme dados da ABICAB, a iniciativa surgiu em 1956, juntamente com os primeiros supermercados do país, em função da falta de espaço para colocação dos produtos de Páscoa na época. Outro objetivo da ação era dar mais destaque para os ovos de chocolate aos olhos do consumidor.

domingo, 6 de março de 2016

Trigo

trigo é um dos grãos de cereais mais consumidas no mundo. O grão vem de um tipo da grama Triticum, que é cultivada em várias partes do mundo. Pão de trigo, ou de trigo mole, é a espécie mais comum. As várias outras espécies estreitamente relacionadas incluem: durum, espelta emmer, einkorn e trigo Khorasan. Farinha de trigo integral e branca, são ingredientes fundamentais de produtos assados​​, como por exemplo, o pão. Outros alimentos à base de trigo incluem massas, macarrão, sêmola, bulgur e cuscuz. O trigo é altamente controverso, pois contém uma proteína chamada glúten, que pode desencadear uma resposta alérgica e prejudicial em indivíduos predispostos. No entanto, para as pessoas que toleram, o trigo de grão pode ser uma fonte rica de vários antioxidantes, vitaminas, minerais e fibras. O trigo é composto principalmente de carboidrato, mas também tem uma quantidade moderada de proteína.
beneficios-do-trigo

Carboidratos

Como todos os grãos de cereais, o trigo é composto principalmente de carboidratos. O amido é o tipo predominante de carboidrato no reino vegetal e é responsável por mais de 90% do conteúdo total de carboidratos do trigo. Os efeitos do amido na saúde dependem principalmente da sua ‘digestibilidade’, o que determina o seu efeito sobre os níveis de açúcar no sangue. A alta digestibilidade pode causar picos pouco saudáveis com efeitos nocivos à saúde, considerando o nível de açúcar no sangue após uma refeição, especialmente em pessoas com diabetes. Semelhante ao arroz branco e a batata, ambos os trigos, branco ou integral, aparecem num alto ranking do índice glicêmico, tornando-os impróprios para diabéticos. Por outro lado, alguns produtos de trigo, tais como a massa, são digeridos de forma menos eficiente e, portanto, não aumentam os níveis de açúcar no sangue com a mesma extensão.
Fibra
trigo integral é rico em fibras, mas o trigo refinado não contém praticamente nenhuma fibra. O teor de fibra no trigo de grão varia de 12-15% do peso seco. Concentrada no farelo, a maior parte das fibras é removida no processo de moagem e está quase ausente na farinha refinada. A fibra mais comum em farelo de trigo é o arabinoxilano (70%), que é um tipo de hemicelulose. O restante é majoritariamente constituído por celulose e beta –glucano, fibras insolúveis. Elas passam através do sistema digestivo quase intacto, levando ao aumento do volume fecal. Alguns deles também se alimentam de bactérias amigas ​​no intestino. O trigo também contém pequenas quantidades de fibras solúveis (frutanos) que podem causar sintomas digestivos, em pessoas com síndrome do intestino irritável. No entanto, aqueles suportam, o farelo de trigo pode ter efeitos benéficos na saúde do intestino.

Proteína do Trigo

As proteínas representam 7% a 22% do peso seco do trigo. O glúten, uma grande família de proteínas, responsável por cerca de 80% do teor proteico total, pela elasticidade original e viscosidade da massa do pão de trigo, acumula propriedades que o tornam útil na panificação. O glúten do trigo pode ter efeitos adversos na saúde de indivíduos predispostos a complicações devido ao consumo de glúten.

Vitaminas e Minerais

trigo integral é uma fonte de várias vitaminas e minerais. Tal como acontece com a maioria dos grãos de cereais, a quantidade de minerais depende do conteúdo mineral do solo que foi cultivado:
Selênio: Um elemento de rastreamento que tem várias funções essenciais no corpo. O conteúdo de selênio de trigo depende do solo, que é muito pobre em algumas regiões, como na China.
Manganês: Encontrado nos grãos integrais, legumes, frutas e legumes, o manganês aparece em pouca proporção, devido ao teor de ácido fítico.
Fósforo: Um mineral dietético que tem um papel essencial na manutenção e crescimento dos tecidos do corpo.
Cobre: ​​um elemento essencial pobre na dieta ocidental. A deficiência de cobre pode causar efeitos adversos na saúde do coração.
Folato: Uma das vitaminas do complexo B, o ácido fólico também é conhecido como vitamina B9. Considera-se particularmente importante durante a gravidez.
 As partes mais nutritivas do grão estão no farelo e no gérmen – todos são removidos durante o processo de moagem e refino, ausentes no trigo branco. Portanto, o trigo branco é pobre em vitaminas e minerais, se comparado ao trigo de grãos integrais. Porque o trigoamericano responde por grande parte do consumo alimentar das pessoas, a farinha tem vitaminas e minerais adicionados. Na verdade, o enriquecimento da farinha de trigo é obrigatório em muitos países. Além dos nutrientes mencionados acima, a farinha de trigopode ser uma boa fonte de ferro, tiamina, niacina, e vitamina B6. O cálcio é adicionado também.

Fito nutrientes

A maioria dos fito nutrientes do trigo está concentrada no farelo e no germe, partes do grão que estão ausentes no trigo branco refinado. Os níveis mais elevados de antioxidantes são encontrados na camada de aleurona, um componente do farelo. A aleurona também é vendida como um suplemento dietético.
Ácido Ferúlico: O polifenol antioxidante predominante encontrado no trigo e outros cereais.
Ácido Fítico: Concentrados no farelo, o ácido fítico pode impedir a absorção de minerais, como ferro e zinco. Imersão, brotos e grãos fermentados podem ajudar.
Alkylresorcinols: Encontrados no farelo do trigo, alkylresorcinols são uma classe de antioxidantes que podem ter uma série de benefícios à saúde.
Lignanas: Umaoutra família de antioxidantes presentes no farelo de trigo. Experimentos em tubos de ensaio indicam que lignanas podem ajudar a prevenir ocâncer de cólon.
Germe aglutinina: A lectina (proteína) concentra-se no germe do trigo e é responsável por uma série de efeitos adversos na saúde. No entanto, as lectinas são inativadas com o calor e não ativas em produtos de trigo assados ​​ou cozidos.
Luteína: Um carotenóide antioxidante, responsável pela cor do trigo amarelo. Alimentos ricos em luteína podem melhorar a saúde dos olhos.

Benefícios Saudáveis do Trigo Integral

Comer trigo de grãos integrais pode ter vários benefícios, especialmente quando se substitui o trigo branco. O trigo branco refinado não tem nenhuma propriedade benéfica à saúde.
Saúde Intestinal
trigo integral é rico em fibras, principalmente insolúveis, concentrado no farelo. Estudos indicam que os componentes do farelo de trigo podem agir como probióticos, alimentando as bactérias benéficas que do intestino. No entanto, a maioria do farelo de trigo passa praticamente inalterada através do sistema digestivo, aumentando o peso fecal. O farelo detrigo também pode encurtar o tempo que leva o material não digerido ao trato digestivo, facilitando o trânsito desse material. Um estudo revelou que o farelo de trigo pode reduzir o risco de constipação em crianças. No entanto, dependendo da causa subjacente da constipação, comer farelo de trigo nem sempre são eficazes.
Prevenção do Câncer de Cólon
O câncer de cólon é o tipo mais comum de câncer no sistema digestivo. Estudos observacionais apontam que o consumo de grãos integrais reduz o risco de câncer de cólone estima-se, que a pessoa numa dieta pobre em fibra, pode reduzir o risco do câncer de cólon em 40% se comem mais fibras. Esta opinião é corroborada por estudos controlados, mas nem todos os estudos descobriram um efeito protetor significativo. Uma coisa é clara, otrigo de grãos integrais é rico em fibras e contém uma série de antioxidantes e fito nutrientes, que podem ajudar a prevenir o câncer de cólon.

Intolerância ao Glúten

Em muitas pessoas, o glúten pode desencadear uma resposta imunitária prejudicial, uma condição conhecida como doença celíaca. Outro tipo de intolerância a glúten inclui a sensibilidade ao glúten não celíaco, que é de uma natureza diferente.
Doença Celíaca
A doença celíaca é uma condição crônica caracterizada por uma reação imunitária prejudicial ao glúten. Estima-se que 0,5-1% das pessoas têm a doença celíaca. O Glúten é a principal família das proteínas do trigo e pode ser dividida em gluteninas e gliadinas, que estão presentes em todos os tipos de trigo. As gliadinas são consideradas a principal causa da doença celíaca, que provoca danos ao intestino delgado, resultando na absorção dos nutrientes comprometidos. Nos sintomas associados, pode estar a perda de peso, distensão abdominal, flatulência, diarreia, constipação, dor de estômago e fadiga. Também tem sido sugerido que o glúten pode contribuir para distúrbios cerebrais, tais como a esquizofrenia e epilepsia. Einkorn, uma variedade primitiva do trigo, provoca reações mais fracas do que as outras variedades, mas ainda não é adequada para pessoas com intolerância ao glúten. Aderir a uma dieta livre de glúten é o único tratamento conhecido para a doença celíaca. Otrigo é a principal fonte alimentar de glúten, mas ele também pode ser encontrado no centeio, cevada e muitos alimentos processados.
Sensibilidade ao Glúten
O número de pessoas que seguem uma dieta livre de glúten é superior àqueles que têm a doença celíaca. Às vezes, o motivo pode ser a mera crença de que o glúten de trigo é inerentemente prejudicial à saúde. Em outros casos, o trigo ou o glúten, pode causar sintomas reais, semelhantes aos da doença celíaca. Esta condição tem sido chamada de sensibilidade ao glúten, ou sensibilidade de trigo não celíaco, definida como uma reação adversa ao trigo sem quaisquer reações alérgicas ou auto-imunes. Os sintomas freqüentes de sensibilidade ao glúten incluem dor abdominal, dor de cabeça, fadiga, diarreia, dor nas articulações, inchaço e eczema. Um estudo indica que, em algumas pessoas, os sintomas de sensibilidade de trigo podem ser desencadeados por outras substâncias do glúten. Os sintomas digestivos, devido a uma família de fibras solúveis em trigo, chamados frutamos, que pertencem a uma classe de fibras conhecidas como FODMAPs, que exacerba a síndrome do intestino irritável, uma condição que tem sintomas semelhantes aos da doença celíaca. Na verdade, o glúten de trigo ou sensibilidade, foi estimado a estar presente em cerca de 30% das pessoas que sofrem da síndrome do intestino irritável.
Síndrome do Cólon Irritável
A síndrome do intestino irritável é uma condição comum, caracterizada por dor abdominal, distensão abdominal, hábitos intestinais irregulares, diarreia e constipação. É mais comum em pessoas que sofrem de ansiedade e pode ser causado por um evento estressante da vida. Essa sensibilidade ao trigo é comum entre as pessoas com síndrome do intestino irritável. Uma das razões para isto pode ser que o trigo contém fibras solúveis chamadas de frutanos, que são FODMAPs. Dietas ricas em FODMAPs podem exacerbar os sintomas da síndrome do intestino irritável. Embora FODMAPs piorem os sintomas, não são considerados a causa subjacente da síndrome do intestino irritável. Estudos indicam que a síndrome do intestino irritável pode estar associada ao baixo grau de inflamação no trato digestivo. Em um teste de 6 semanas com 20 homens e mulheres, portadores da síndrome do intestino irritável, comeram Khorasan trigo (Kamut) em vez do trigo comum, o que aliviou muitos sintomas da síndrome e também reduziu a inflamação. Não está claro quais as propriedades do Khorasantrigo são responsáveis ​​por essas diferenças, ainda requer um estudo mais aprofundado. Se você tem síndrome do intestino irritável, limitar o consumo do trigo pode ser uma boa ideia.

Outros Efeitos Adversos e Preocupações Individuais

Apesar dos grãos integrais do trigo, muitas pessoas precisam comer menos dele, ou evitá-lo completamente.
Alergia ao Trigo
A alergia alimentar é uma condição comum, desencadeada por uma resposta imunitária prejudicial a certos tipos de proteínas dos alimentos. O glúten do trigo é um alergênico comum que afeta cerca de 1% das crianças. Em adultos, a alergia ao trigo é mais relatada entre os que são expostos a poeira do trigo transportada pelo ar. A asma e a inflamação do padeiro, dentro do nariz (rinite), são reações alérgicas típicas ao pó do trigo.
Anti nutrientes do Trigo
O grão do trigo contém ácido fítico (fitato), um nutriente que diminui a absorção de minerais, como ferro e zinco, a partir da alimentação. Por esta razão, vem assumindo um caráter de antinutriente. Isso geralmente não é um problema nas dietas bem balanceadas, mas pode ser uma preocupação em dietas que se baseia em grãos de cereais e leguminosas. O conteúdo de ácido fítico do trigo pode ser consideravelmente reduzido por imersão e fermentação dos grãos. Por exemplo, o teor de fitato de pão de fermento fermentado pode ser reduzido em 90%.

sábado, 5 de março de 2016

Leite integral

Uma pesquisa da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) derrubou o mito de que o leite desnatado tem que estar sempre no cardápio das dietas de emagrecimento. O estudo mostra justamente o contrário. O leite integral é mais eficiente quando o assunto é reduzir alguns centímetros na barriga porque tem concentrações mais significativas de ácidos graxos insaturados e alguns saturados, conhecidos como “gorduras boas”, aquelas que não fazem mal à saúde.

Uma dessas gorduras é o ácido linoléico conjugado que é importante por conter propriedades antiinflamatórias, anticancerígenas e auxiliar na redução da gordura abdominal. “As pessoas acham que vão engordar se tomarem o leite integral, mas na realidade ele contribui para o emagrecimento”, diz a farmacêutica e autora da pesquisa Natália Andrade Zancan.

Outra desvantagem do desnatado é que ele possui baixas concentrações de ácidos graxos ômegas que contribuem para a diminuição da taxa de colesterol e são antioxidantes. “O leite também é uma fonte importante de vitamina D que se dissolve apenas na gordura. Portanto, quando é retirada a gordura do leite, como é o caso do desnatado, essa vitamina acaba”, complementa o nutrólogo da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), Carlos Alberto Nogueira.

No estudo, foram analisadas 9 marcas de leites integrais, semidesnatados e desnatados dos estados de São Paulo, Paraná e Goiás e a questão analisada foram apenas as gorduras. “Com base nos dados que analisei, sugiro, mesmo para quem esteja de dieta, a substituição do leite desnatado pelo integral”, diz Zancan.

É recomendável evitar carnes vermelhas ao invés do
leite integral (Foto: Reprodução/TV Bahia)

Alimentação balanceada
Apesar de o leite integral ter alta concentração de “gorduras boas”, ele também possui ácidos graxos saturados que aumentam o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares ou de um acidente vascular cerebral (ACV). “Por isso recomendo o consumo moderado do leite, entre um e dois copos por dia”, aconselha Zancan.

Alguns nutrientes são encontrados apenas no leite. “Ele é praticamente a nossa única fonte de cálcio. Digo que uma alimentação equilibrada tem que ter proteína, carboidrato e gordura e o leite tem tudo isso”, diz Nogueira.

Assim, a versão integral da bebida pode ser mantida na alimentação e a gordura evitada de outras maneiras. “A pessoa pode diminuir o consumo de carnes de boi, porco e frango e também alimentos com a gordura trans”, explica Nogueira.

Em sua pesquisa Zancan notou que o leite semidesnatado ainda mantém concentração maior de “gorduras boas” quando comparado ao desnatado, e menor em relação ao integral. “Para pessoas com doenças metabólicas que não podem consumir muita gordura como colesterol alto, hipertensão, obesidade, entre outros, o leite semidesnatado é uma boa alternativa”, conta Zancan.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Sabe o que fazer perante uma crise epiléptica?


Sabe o que fazer perante uma crise epiléptica?

 

Se testemunhar uma crise convulsiva generalizada, com queda e abalos musculares generalizados:

 

1. Permaneça calmo e vá controlando a duração da crise, olhando periodicamente para o relógio

2. Coloque uma toalha ou um casaco dobrado debaixo da cabeça da pessoa

3. Quando os abalos (convulsões) pararem coloque a pessoa na posição lateral de segurança

4. Permaneça com a pessoa até que recupere os sentidos e respire normalmente

5. Se a crise dura mais do que 5 minutos, chame uma ambulância

 

NÃO introduza qualquer objecto na boca nem tente puxar a língua (a teoria de que as pessoas

podem "enrolar a língua" e asfixiar não tem fundamento)

NÃO tentar forçar a pessoa a ficar quieta

NÃO lhe dê de beber