sexta-feira, 25 de março de 2016
Fluido dentro das bolhas
O fluido que preenche a bolha pode ser formada de pus, soro, sangue ou linfa. Este nunca deve ser retirado da bolha, pois sua composição engloba substâncias que auxiliam na cicatrização da pele que localiza-se embaixo da bolha. Caso o líquido seja retirado (por recomendação médica) através de um método seguro, com equipamentos esterilizados e uma equipe médica profissional, é muito provável que nada aconteça. Caso contrário, o líquido irá sair da bolha, tornando seu interior completamente vulnerável a agentes malignos, como por exemplo, vírus e bactérias. Isso pode causar desde uma pequena infecção controlável até uma gangrena, podendo chegar à necessidade de amputação.
quinta-feira, 24 de março de 2016
ÁGUA NA BOCA
Hora do almoço, pense em sua comida favorita, imagine uma deliciosa refeição. Normalmente, quando fazemos isso, ficamos com água na boca. Quem nunca passou por isso? Todo mundo, com certeza. Mas por que a nossa boca enche de água? Esse líquido é realmente água?
O líquido que está em nossa boca, a maior parte do tempo, com certeza não é água, mas é uma solução aquosa, ou seja, várias substâncias dissolvidas em água, sendo que cada uma é responsável por alguma função no nosso organismo. E essa mistura é conhecida como saliva. A saliva é composta por aproximadamente 98% de água, contendo muco, enzimas, sais minerais e outras substâncias dissolvidas.
Pode-se dizer que a saliva é responsável por cinco diferentes funções em nosso organismo.
- Molhar o alimento. É praticamente impossível engolir alimentos secos. Imagine comer vários biscoitos de polvilho ou até mesmo um sanduíche de presunto sem a presença de saliva ou algum líquido para tornar esses alimentos úmidos. Além disso, sem a umidade que a saliva proporciona, seria difícil para a língua detectar sabores e proporcionarmos experiências gustativas, ou seja, saliva ajuda na caracterização de sabores. É importante destacar que a língua é o órgão que contem as papilas gustativas e são essas as responsáveis por identificar e diferenciar os gostos, transmitindo ao cérebro estímulos distintos para cada um.
- Limpeza da boca. A saliva propicia a remoção de restos de alimentos, seja por dissolver partículas e possibilitar que eles sejam facilmente agrupados e removidos para dentro ou para fora do organismo. Além disso, algumas substâncias presentes na saliva, como a lisozima (enzima que atua no combate a bactérias), ajudam a prevenir algumas infecções e até cicatrização de feridas simples.
- Iniciar a digestão. A saliva contém uma enzima que inicia o processo de digestão. Esta enzima é a amilase (também conhecida como ptialina), responsável por iniciar o processo de quebra das moléculas de amido, que é encontrado em alimentos como pães, arroz, feijão, biscoitos, pães de queijo, doces, etc.
- Umedecer a boca. A nossa boca faz em média 1 L de saliva, a cada dia, já que a salivação é um processo contínuo, independente da presença de alimentos. A saliva ajuda a deixar a boca e lábios úmidos, facilitando até mesmo o processo de fala, que ainda é um dos nossos principais meios de comunicação e expressão.
- Indicar que estamos com sede. O meio mais comum de identificarmos que estamos com sede e necessitamos ingerir água é através da quantidade de saliva em nossa boca. Ou seja, se a boca está seca, provavelmente estamos com sede e precisamos beber água. A sede é o sinal que estamos desidratando. É recomendado que cada pessoa adulta, em condições normais, ingira pelo menos 2 litros de água por dia, seja através de alimentos ou ingestão de líquidos.
Mas por que a nossa boca enche de água?
Diante do apresentado neste texto, podemos dizer que ao vermos uma comida que gostamos, o nosso sistema nervoso interpreta o estímulo como um momento prévio à ingestão de alimentos e inicia a salivação excessiva (no momento da digestão, é produzido pelo menos dez vezes mais saliva), já que a saliva é importante para umedecer os alimentos e iniciar o processo de digestão, além de limpar a boca previamente para que seja possível detectar melhor os sabores dos alimentos a serem ingeridos.
quarta-feira, 23 de março de 2016
Do que é feito o batom
Composição do Batom
A cera utilizada na elaboração de um batom, normalmente, é uma combinação de três tipos, cera de abelha, cera de candelila (ou candelilla) e cera de carnaúba. A cera, ou combinação de ceras possibilita que a mistura se mantenha facilmente no formato reconhecido dos batons. Apenas a cera de abelha possui praticamente 300 compostos químicos diferentes, principalmente ésteres (70%), ácidos orgânicos diversos e hidrocarbonetos. Já a cera de carnaúba confere ao batom uma característica única, não derreter na presença do sol, já que essa cera possui temperatura de fusão próxima a 90°C (a cera com maior temperatura de fusão). A cera de candelila, por sua vez, é utilizada por oferecer um efeito plastificante à mistura, elevado brilho e hidrofobicidade (habilidade em repelir água, importante para o batom não dissolver com a saliva).
Embora haja várias ceras de origem natural, a composição dos batons também leva óleo de rícino e ceras derivadas do petróleo.

Outro ingrediente importante na elaboração de um batom é o pigmento, ou melhor uma mistura de pigmentos e corantes, que combinados oferecem a tonalidade desejada. Estima-se que 5% da massa de um batom sejam apenas de pigmentos e corantes. Os corantes mais utilizados em batons são o vermelho carmim, que se deriva de insetos e a Eosina, que possui a capacidade de reagir com a pele do usuário e fornecer uma tonalidade ainda mais vermelha. Para obter tons mais claros, utiliza-se dióxido de titânio, um conhecido corante branco.
Outro ingrediente importante na elaboração de um batom é o pigmento, ou melhor uma mistura de pigmentos e corantes, que combinados oferecem a tonalidade desejada. Estima-se que 5% da massa de um batom sejam apenas de pigmentos e corantes. Os corantes mais utilizados em batons são o vermelho carmim, que se deriva de insetos e a Eosina, que possui a capacidade de reagir com a pele do usuário e fornecer uma tonalidade ainda mais vermelha. Para obter tons mais claros, utiliza-se dióxido de titânio, um conhecido corante branco.
O odor (cheiro) de cada batom é responsabilidade de um combinado de óleos perfumantes, que são usados também para mascarar o odor dos outros produtos químicos presentes na composição do batom.
Alguns alcoóis também podem ser encontrados na composição de batons, já que são usados como solventes no processo de produção e até mesmo como hidratante, como é o caso do 1,2,3-propanotriol, comumente conhecido como glicerina.
Como o objetivo geral dos batons é realçar os lábios de seu usuário, algumas vezes, são introduzidos em sua composição, compostos que irritam a pele e provocam leve inchaço, como a capsaicina, extraída de pimentas.
Como o objetivo geral dos batons é realçar os lábios de seu usuário, algumas vezes, são introduzidos em sua composição, compostos que irritam a pele e provocam leve inchaço, como a capsaicina, extraída de pimentas.
terça-feira, 22 de março de 2016
Descongestionante nasal
Alívio perigoso: descongestionante nasal leva ao vício e pessoa pode até perder o olfato
Além de todos os efeitos danosos, abusar das gotinhas diariamente pode causar ainda uma condição chamada rinite medicamentosa: quanto mais se usa o remédio, mais a obstrução nasal piora, uma vez que ele perde o efeito.
Todo ano, quando o frio começa, é quase instintivo recorrer aos descongestionantes nasais. Somado ao frio, há a seca, que vem acompanhada de poeira, bactérias, ácaros e outros visitantes indesejados que pioram consideravelmente a vida dos alérgicos. O medicamento, embora traga alívio imediato ao nariz entupido, não é tão benéfico quanto parece.
Diderot Parreira, otorrinolaringologista da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), explica que o uso indiscriminado do remédio pode ocasionar problemas sérios de saúde. “Os componentes dos descongestionantes nasais causam vasoconstrição, ou seja, fecham os vasos do nariz”, explica. O problema é que isso não ocorre só no nariz. Como eles contraem os vasos sanguíneos, têm um efeito sistêmico no corpo e contraem outros vasos também. “Isso pode causar arritmia, taquicardia, aumento da pressão arterial e outros problemas.”
Para pessoas que sofrem com pressão alta ou que têm algum tipo de problema cardíaco, portanto, os remédios são um perigo. Segundo Parreira, os descongestionantes nasais estão em terceiro lugar no ranking dos medicamentos com mais efeitos colaterais e uso incorreto, de acordo com dados do Centro de Atendimento Toxicológico de São Paulo. Além de todos os efeitos danosos, abusar das gotinhas diariamente pode causar ainda uma condição chamada rinite medicamentosa: quanto mais se usa o remédio, mais a obstrução nasal piora, uma vez que ele perde o efeito. Ao contrário da rinite alérgica, na medicamentosa não há secreções. “Vira um vício que pode fazer com que o paciente perca o olfato”, alerta o médico.
No entanto, o hábito de pingar continuamente o remédio no nariz, além de viciar, mascara um enorme perigo para a saúde do coração. A longo prazo, os efeitos dos descongestionantes elevam o risco de trombose e formação de coágulos. Na mucosa nasal, o uso abusivo provoca uma reação inflamatória, fazendo com que seja preciso quantidades cada vez maiores do remédio para se obter bem-estar. “O alívio da congestão nasal é imediato. Por isso, a pessoa acha que está fazendo um grande negócio. Mas é só um paliativo – diz o otorrinolaringologista Jair de Carvalho e Castro, do Hospital Samaritano do Rio.
Segundo o médico, o correto é buscar ajuda para descobrir e tratar a causa do entupimento das narinas, que pode ser sinusite, desvio de septo ou pólipo nasal, entre outras. Lavar as narinas com soro fisiológico ou solução de água com sal e bicarbonato é uma boa alternativa para aliviar a congestão sem remédios, ensina Jair de Carvalho e Castro. Para quem já se viciou nos descongestionantes, o tratamento é feito com medicamentos orais e injetáveis que visam à recuperação da mucosa do nariz.
*Clique na imagem abaixo para aumentar o tamanho do texto, caso seja necessário.
Alívio para o nariz, risco para o coração
Se para a maioria da população o que conta é o alívio rápido, é bom começar a pensar nas consequências do uso desses medicamentos, optando por soluções menos paliativas e tratamentos mais duradouros. Isto porque os descongestionantes têm substâncias que contraem os muitos vasos sanguíneos do nariz, que dificultam a respiração quando estão dilatados em decorrência de alergias e gripes. Quando são usadas sem orientação médica e durante períodos longos, as substâncias vasoconstritoras vão sendo absorvidas pela mucosa nasal e caem na corrente sanguínea, provocando pressão alta e taquicardia.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já alertou a população sobre os perigos da automedicação de congestionantes nasais com vasoconstritores, e até publicou uma lista daqueles que deveriam ser comercializados com tarja vermelha, ou seja, vendidos apenas mediante a prescrição de um médico.
Alguns medicamentos que contém substâncias vasoconstritoras:
- Neosoro
- Sinustrate
- Sorine
- Adnax
- Rinoklin
O uso contínuo do medicamento faz com que a mucosa nasal absorva a substância vasoconstritora (fenilefrina, difenidramina, cloridrato de oximetazolina, nafazolina ou cloridrato de nafazolina), levando-os até a corrente sanguínea, aumentando os riscos de Pressão alta e taquicardia.
Nos Estados Unidos, muitos dos descongestionantes favoritos da população não estão mais facilmente disponíveis nas prateleiras, foram para trás do balcão forçando o cliente a fazer o pedido ao farmacêutico, muitas vezes assinando um termo ou mostrando a identidade. Outras marcas estão tendo suas fórmulas modificadas para minimizar riscos como doenças da tireoide, diabetes ou dificuldade de urinar, além de problemas cardíacos citados acima.
Essas mudanças fizeram parte de um esforço nacional para evitar o consumo de metanfetamina, droga altamente viciante feita a partir da pseudoefedrina, ingrediente ativo de vários descongestionantes. Alguns laboratórios norte-americanos estão substituindo a pseudoefedrina por fenilefrina, mas como esta não pode ser feita sem a maléfica metanfetamina…Ou seja, como há poucos estudos sobre o assunto até agora, o melhor mesmo a se fazer é procurar orientação médica sempre, até porque a verdadeira causa da obstrução nasal pode ser outra, ainda desconhecida. Além disso, a solução mais rápida nem sempre é a melhor. Quem sabe mudar seus hábitos alimentares, dormir bem e fazer exercícios pelo menos três vezes por semana podem protegê-lo muito mais das alergias e gripes? Fica a dica!
segunda-feira, 21 de março de 2016
Dengue
Sintomas e Tratamento
Fique alerta aos sintomas da dengue:Depois da picada do mosquito com o vírus, os sintomas se manifestam normalmente do 3º ao 15º dia. Esse período é chamado de incubação. O tempo médio de duração da doença é de cinco a seis dias. É só depois do período de incubação que os seguintes sintomas aparecem:
Dengue Clássica | |
| • Febre alta com início súbito. • Dor de cabeça. • Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento deles. • Perda do paladar e apetite. • Náuseas e vômitos. • Tonturas. | • Extremo cansaço. • Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores. • Moleza e dor no corpo. • Muitas dores nos ossos e articulações. |
Dengue Hemorrágica | |
| Os sintomas da dengue hemorrágica no início da doença são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre, com maior freqüência, quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alarme: | |
| • Dores abdominais fortes e contínuas. • Vômitos persistentes. • Pele pálida, fria e úmida. • Sangramento pelo nariz, boca e gengivas. • Sonolência, agitação e confusão mental. | • Sede excessiva e boca seca. • Pulso rápido e fraco. • Dificuldade respiratória. • Perda de consciência. |
Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas.
Se você apresenta esses sintomas,
vá imediatamente a uma unidade de saúde.
vá imediatamente a uma unidade de saúde.
domingo, 20 de março de 2016
Zika
O que é a febre por Vírus Zika?
É uma doença viral aguda, transmitida principalmente por mosquitos, tais como Aedes aegypti, caracterizada por exantema maculopapular pruriginoso, febre intermitente, hiperemia conjuntival não purulenta e sem prurido, artralgia, mialgia e dor de cabeça. Apresenta evolução benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente após 3-7 dias.
Qual a distribuição dessa doença?
O vírus Zika foi isolado pela primeira vez em primatas não humanos em Uganda, na floresta Zika em 1947, por esse motivo esta denominação. Entre 1951 a 2013, evidências sorológicas em humanos foram notificadas em países da África (Uganda, Tanzânia, Egito, República da África Central, Serra Leoa e Gabão), Ásia (Índia, Malásia, Filipinas, Tailândia, Vietnã e Indonésia) e Oceania (Micronésia e Polinésia Francesa).
Nas Américas, o Zika Vírus somente foi identificado na Ilha de Páscoa, território do Chile no oceano Pacífico, 3.500 km do continente no início de 2014.
O Zika Vírus é considerado endêmico no Leste e Oeste do continente Africano. Evidências sorológicas em humanos sugerem que a partir do ano de 1966 o vírus tenha se disseminado para o continente asiático.
Atualmente há registro de circulação esporádica na África (Nigéria, Tanzânia, Egito, África Central, Serra Leoa, Gabão, Senegal, Costa do Marfim, Camarões, Etiópia, Quénia, Somália e Burkina Faso) e Ásia (Malásia, Índia, Paquistão, Filipinas, Tailândia, Vietnã, Camboja, Índia, Indonésia) e Oceania (Micronésia, Polinésia Francesa, Nova Caledônia/França e Ilhas Cook).
Casos importados de Zika virus foram descritos no Canadá, Alemanha, Itália, Japão, Estados Unidos e Austrália (12) Adicionar Ilha de Páscoa.
Como é transmitida?
O principal modo de transmissão descrito do vírus é por vetores. No entanto, está descrito na literatura científica, a ocorrência de transmissão ocupacional em laboratório de pesquisa, perinatal e sexual, além da possibilidade de transmissão transfusional.
Quais são os principais sinais e sintomas?
Segundo a literatura, mais de 80% das pessoas infectadas não desenvolvem manifestações clínicas, porém quando presentes são caracterizadas por exantema maculopapular pruriginoso, febre intermitente, hiperemia conjuntival não purulenta e sem prurido, artralgia, mialgia e dor de cabeça e menos frequentemente, edema, dor de garganta, tosse, vômitos e haematospermia. Apresenta evolução benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente após 3 a 7 dias. No entanto, a artralgia pode persistir por aproximadamente um mês.
Recentemente, foi observada uma possível correlação entre a infecção ZIKAV e a ocorrência de síndrome de Guillain-Barré (SGB) em locais com circulação simultânea do vírus da dengue, porém não confirmada a correlação.
Qual o prognóstico?
Em suma, vem sendo considerada uma doença benigna, na qual nenhuma morte foi relatada e autolimitada, com os sinais e sintomas durando, em geral, de 3 a 7 dias. Não vê sendo descritas formas crônicas da doença.
Há tratamento ou vacina contra o Zika vírus?
Não existe O tratamento específico. O tratamento dos casos sintomáticos recomendado é baseado no uso de acetaminofeno (paracetamol) ou dipirona para o controle da febre e manejo da dor. No caso de erupções pruriginosas, os anti-histamínicos podem ser considerados. No entanto, é desaconselhável o uso ou indicação de ácido acetilsalicílico e outros drogas anti-inflamatórias em função do devido ao risco aumentado de complicações hemorrágicas descritas nas infecções por síndrome hemorrágica como ocorre com outros flavivírus.
Não há vacina contra o Zika vírus.
A SVS/MS informa que mesmo após a identificação do Zika Vírus no país, há regiões com ocorrência de casos de dengue e chikungunya, que, por apresentarem quadro clínico semelhante, não permitem afirmar que os casos de síndrome exantemática identificados sejam relacionados exclusivamente a um único agente etiológico.
Assim, independentemente da confirmação das amostras para ZIKAV, é importante que os profissionais de saúde se mantenham atentos frente aos casos suspeitos de dengue nas unidades de saúde e adotem as recomendações para manejo clínico conforme o preconizado no protocolo vigente, na medida em que esse agravo apresenta elevado potencial de complicações e demanda medidas clínicas específicas, incluindo-se a classificação de risco, hidratação e monitoramento.
Como evitar e quais as medidas de prevenção e controle?
As medidas de prevenção e controle são semelhantes às da dengue e chikungunya. Não existem medidas de controle específicas direcionadas ao homem, uma vez que não se dispõe de nenhuma vacina ou drogas antivirais.
Prevenção domiciliar
Deve-se reduzir a densidade vetorial, por meio da eliminação da possibilidade de contato entre mosquitos e água armazenada em qualquer tipo de depósito, impedindo o acesso das fêmeas grávidas por intermédio do uso de telas/capas ou mantendo-se os reservatórios ou qualquer local que possa acumular água, totalmente cobertos. Em caso de alerta ou de elevado risco de transmissão, a proteção individual por meio do uso de repelentes deve ser implementada pelos habitantes.
Individualmente, pode-se utilizar roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia quando os mosquitos são mais ativos podem proporcionar alguma proteção contra as picadas dos mosquitos e podem ser adotadas principalmente durante surtos, além do uso repelentes na pele exposta ou nas roupas.
Prevenção na comunidade
Na comunidade deve-se basear nos métodos realizados para o controle da dengue, utilizando-se estratégias eficazes para reduzir a densidade de mosquitos vetores. Um programa de controle da dengue em pleno funcionamento irá reduzir a probabilidade de um ser humano virêmico servir como fonte de alimentação sanguínea, e de infecção para Ae. aegypti e Ae. albopictus, levando à transmissão secundária e a um possível estabelecimento do vírus nas Américas.
Os programas de controle da dengue para o Ae. aegypti, tradicionalmente, têm sido voltados para o controle de mosquitos imaturos, muitas vezes por meio de participação da comunidade em manejo ambiental e redução de criadouros.
Procedimentos de controle de vetores
As orientações da OMS e do Ministério da Saúde do Brasil para a dengue fornecem informações sobre os principais métodos de controle de vetores e devem ser consultadas para estabelecer ou melhorar programas existentes. O programa deve ser gerenciado por profissionais experientes, como biólogos com conhecimento em controle vetorial, para garantir que ele use recomendações de pesticidas atuais e eficazes, incorpore novos e adequados métodos de controle de vetores segundo a situação epidemiológica e inclua testes de resistência dos mosquitos aos inseticidas.
Como denunciar os focos do mosquito?
As ações de controle são semelhantes aos da dengue, portanto voltadas principalmente na esfera municipal. Quando o foco do mosquito é detectado, e não pode ser eliminado pelos moradores de um determinado local, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada.
O que fazer se estiver com os sintomas de febre por Vírus Zika?
Procurar o serviço de saúde mais próximo para receber orientações.
sábado, 19 de março de 2016
Abobrinha
INFORMAÇÕES
- Possui dois tipos mais comuns aqui no Brasil: a italiana e a do tipo menina.
- A abobrinha italiana (mais consumida no Brasil) possui formato alongado e cor listrada (verde escuro e claro).
- Apresenta nutrientes como a niacina e vitaminas do complexo B.
- É um alimento que apresenta poucas calorias. Apenas 19 calorias por 100 gramas.
- É de fácil digestão, o que facilita o trabalho do aparelho digestório.
- A época de cultura da abobrinha italiana ocorre de julho a dezembro.
- No caso da abobrinha tipo menina, sua época de cultura é de setembro a janeiro. Enquanto a do tipo italiana, a safra vai de outubro a maio.
- É muito utilizada na culinária brasileiro no preparo de saladas, refogados e sopas.
- Possui grande quantidade de água em sua composição.
- Possui poucas sementes, de tamanho pequeno, que podem ser ingeridas.
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