quarta-feira, 6 de julho de 2016

Como você pode saber se está à beira de um ataque de nervos?

Uma crise nervosa pode ser o ponto culminante de muitos acontecimentos que estão se acumulando na sua vida. O assunto é, como você pode saber se está à beira de uma ataque de nervos? Aqui você poderá encontrar sintomas e até um teste de autoavaliação.
Nestes tempos que correm, a pressão, o estresse e outro tipo de problemas fazem que as pessoas vivam constantemente em xeque. São muitos os que têm incrementados seus nervos. Até o ponto de estar à mercê de sofrer um ataque ou crise nervosa de uma hora pra outra.
E você? Como você sente que está neste momento? Pois para isso você tem este artigo: para identificar as causas, os sintomas e até as possíveis soluções. E também, no final do texto, encontrará um interessante teste de autoavaliação para saber como você está realmente.
Quais são as causas mais comuns de um ataque de nervos?
São muitas as razões pelas quais você pode chegar a sofrer de um ataque ou crise de nervos. Pode ser pela perda de um ser querido, uma situação que te afeta, o estresse do dia a dia, uma carga excessiva de trabalho, a solidão e, em geral, muitos transtornos que têm a ver com coisas que te geram angústia e pelas quais você pode ter muitos problemas de exteriorizar.
E quais são os sintomas habituais de uma crise nervosa?
Os mais comuns são a irritabilidade, as mudanças de humor repentinas, sem explicação aparente. É muito provável que as pessoas que estão a ponto de entrar em um ataque de nervos se tornem ciclotímicas, passem da euforia ao pranto rapidamente. Também é comum que estes ataques se transformem em agressividade, medos exagerados e que, em alguns casos, cheguem ao plano físico.
Este, justamente, é o ponto que mais costuma assustar de um possível ataque nervoso, já que aí é quando surge a taquicardia, a fadiga, os enjoos, a sensação de estranheza (tudo parece como se não fosse a sua vida, mas sim como uma espécie de "filme"), vômitos, insônia e outros problemas colaterais. Nem todos chegam a este momento, mas de certa forma se pode assemelhar bastante com um ataque de pânico, em muitas coisas.
Quando você já aprendeu a identificar os sintomas, pode agir para prevenir os ataques de nervos.
O que eu tenho que fazer no caso de sofrer um ataque de nervos?
O primeiro é consultar um médico, para se certificar de que está sofrendo uma crise de nervos e não outra coisa. Em segundo lugar, não pensar que por isso está louco se tem que consultar um psicólogo ou psiquiatra. Eles te ajudarão através de uma terapia ou algum tratamento para que você se sinta melhor.
Se você não gosta muito dos fármacos, pode experimentar métodos tradicionais e naturais para acalmar seus nervos e a agonia, como a ioga, a eutonia, os exercícios relaxantes, a meditação ou otras disciplinas que te darão uma mão para que você se encontre com você mesmo novamente.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Qual a diferença entre TOC e mania?

Sempre ligado a pensamentos negativos, os sintomas podem aparecer com obsessão por limpeza, acúmulo de objetos, repetições de atitudes e palavras, contagens ou até insegurança. “O caso mais grave que já presenciei foi um paciente que tinha compulsão por limpeza e tomava cerca de 40 banhos por dia com inúmeros sabonetes. Ele acreditava que o ar estava contaminado, então saia do chuveiro e já entrava de novo. A pele começou a rachar e sangrar”, conta a psicanalista Priscila Gasparini.
Mas afinal, qual a diferença de TOC e mania? O que causa o problema? O transtorno tem tratamento? Para responder essas e outras perguntas, contou com a ajuda de Priscila e da psiquiatra Ana Gabriela Hounie, do Programa Transtorno Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital do Coração, e tirou as principais dúvidas sobre o TOC. Confira a seguir.
O que é o Transtorno Obsessivo Compulsivo? 
É um transtorno de ansiedade que vem acompanhado de alterações de comportamento, preocupações excessivas e medo. “As obsessões são ideias que surgem na mente e as pessoas não conseguem tirar por mais absurdas que sejam. Já as compulsões são medidas que elas tomam para afastar essas ideias. O TOC é a união das duas. Por exemplo, para evitar que alguém morra, o paciente fecha a torneira oito vezes, mesmo que isso não faça o menor sentido”, explica Ana.
Qual a diferença entre TOC e mania? 
Podem parecer iguais, mas TOC e mania agem de maneiras diferentes. As manias são comportamentos repetitivos, gerados por crenças ou superstições. Segundo Priscila, é normal ter algumas manias e elas até ajudam a organizar a rotina. “O problema, porém, é quando os sintomas se agravam e viram um TOC, caracterizado pela presença de obsessões ou compulsões recorrentes e tão severas para fazer com que o paciente passe a ocupar boa parte do tempo com elas, causando muito desconforto e comprometimento de seu cotidiano”.
É comum ter TOC? 
Sim, o problema é mais comum do que se imagina. De acordo com Priscila, em média, um em cada 50 indivíduos apresentam TOC. No Brasil, estima-se que existem 3 a 4 milhões de portadores, mas muitos ainda não foram diagnosticados ou tratados, apesar de terem suas vidas e rotinas comprometidas gravemente.
Quais são as causas do TOC? 
As causas da doença ainda são estudadas por especialistas, mas ela pode surgir por vários motivos, como fatores genéticos, psicológicos e culturais. “O TOC aparece com mais frequência em pessoas que já tiveram casos na família, principalmente de parente próximos. Além disso, também pode ter um fator ambiental. Por exemplo, se criança tem uma mãe com TOC, o filho tende a aprender e copiar o comportamento”, declara Ana.
Existe uma idade em que o problema aparece com mais frequência? 
Sim. O TOC aparece com mais frequência durante a infância e anos, depois, na vida adulta. “O TOC muitas vezes se inicia entre 9 e 11 anos, mas a frequência maior se dá principalmente em indivíduos jovens até os trinta anos, podendo durar a vida toda”, afirma a psicanalista. Também vale lembrar que o problema é mais comum em homens.
Quais são os sintomas mais comuns? 
Os sintomas do TOC são comportamentos voluntários e repetitivos executados em resposta a regras criadas pelo paciente, que devem ser seguidas rigidamente. De acordo com as especialistas, os exemplos mais comuns são lavar as mãos, fazer verificações, contar, repetir frases ou números, alinhar, guardar ou armazenar ou repetir perguntas.
“As compulsões aliviam momentaneamente a ansiedade, levando o indivíduo a executá-las toda vez que sua mente é invadida por uma obsessão acompanhada de aflição. Nem sempre têm conexão realística com o que desejam prevenir. Por exemplo, alinhar os chinelos ao lado da cama antes de deitar para que não aconteça algo de ruim no dia seguinte”, avalia Priscila.
Como é feito o diagnóstico? 
Assim que o paciente notar alguns sintomas da doença, deve procurar um psicólogo para avaliar o grau do transtorno.

Tem tratamento? Como é feito? 
Sim, o TOC tem tratamento e é feito com uma combinação de medicamentos antidepressivos e psicoterapia. O tratamento começa a fazer efeito entre um e três meses e pode durar por anos, dependendo da gravidade do caso. Para alguns pacientes, com obsessões e compulsões mais graves, as medidas devem ser administradas por toda a vida.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

O que ocorre no corpo durante um Susto

E de um segundo para o outro uma onda de sensações percorre todo o corpo: frio na espinha, olho arregalado, batedeira no peito, pele pálida, etc… . Mas pra quê tudo isso? Vamos entender melhor essa complexa sequência de eventos que toma nosso corpo quando ficamos assustados.
“O susto é um  evento biológico intenso e hiperagudo. O cérebro percebe algo inesperado que  exige uma conduta imediata  de colocar o corpo em um estado de luta ou fuga. Para tal participam regiões cerebrais profundas relacionadas ao sistema límbico (emoções), além de hormônios que circulam pelo sangue, entre eles a famosa adrenalina”, explica Leandro Teles, médico neurologista.
O susto gera mudanças físicas e psíquicas. Fisicamente ocorre aumento da pressão arterial e taquicardia (batedeira no peito).  O sangue, por sua vez, é direcionado principalmente para os músculos e o cérebro, deixando a pele fria e pálida. Ocorre retração das pálpebras (olho arregalado) e as pupilas se dilatam, isso para aguçar a visão, mesmo que se perca a percepção dos detalhes. Muitos músculos se contraem de maneira preventiva e involuntária, gerando trancos e sobressaltos. O rosto também muda, surgem caretas, a boca fica entreaberta e muitas vezes acontece um grito possivelmente na intenção de chamar instintivamente ajuda. Os pelos do corpo ficam eriçados, alguns antropólogos acreditam que seja uma herança genética dos grandes primatas, que parecem maiores e mais amedrontadores quando eriçam seus pelos.
Psiquicamente podem surgir diversas sensações, a depender da situação em que ocorreu o susto. Geralmente surge um medo agudo seguido de raiva, ansiedade ou vontade de chorar, mas podem surgir, após o susto inicial, prazer e vontade de rir. Tem gente que até busca um bom susto, premeditadamente, como quando assistimos filmes de suspense ou terror, ou em algumas atrações de parques de diversões.
O interessante é que a resposta fisiológica (física e mental) na hora do susto ocorre da mesma maneira seja uma ameaça real (um assalto, um tiroteio, um acidente, etc…), seja uma brincadeira qualquer (como quando um amigo se escondeu atrás da porta). Segundo o neurologista: “A resposta do corpo antecede e muito a compreensão exata da situação, por isso na grande maioria das vezes exageramos na dose e nos assustamos com eventos inócuos”.
Portanto, o susto tem sua razão evolutiva de ser, ocorre para a eventual hipótese de ocorrer uma situação de risco imediato que necessite de uma pronta resolução. De modo geral levar sustos não faz mal à saúde, salvo em pessoas muito emotivas ou com problemas cardíacos graves.

terça-feira, 28 de junho de 2016

O brasileiro consome mais que o dobro de sal

O brasileiro consome mais que o dobro de sal recomendado para a população. Você está incluído nessa? 
Doutor Kalil explica que o sal é importante para a alimentação, mas em excesso é perigoso para a saúde. O brasileiro consome uma média de 12 gramas de sal por dia, mais que o dobro do recomendado, porque o sal aumenta a pressão arterial, um mal silencioso, que eleva o risco de AVC e infarto, principalmente para os diabéticos, as pessoas com insuficiência renal, os idosos e os hipertensos.
Para as pessoas saudáveis, ele pode trazer problemas futuros, mas para esse grupo de pessoas, o sal é ainda mais perigoso.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Gorduras e açúcar devem ser evitados antes de dormir

O que comer à noite e o que evitar? Doces e carboidratos, por exemplo, estão liberados? Ou será que é melhor pular o jantar para emagrecer?
Médicos explicam  que normalmente quando a gente chega em casa à noite e dá uma relaxada, a gente fica um pouco ansioso também, quer comer o que não comemos durante todo o dia. Falta planejamento do que vai acontecer à noite.
A dica é pensar no que vai comer, relaxar, comer devagar, sentir o sabor dos alimentos e ter prazer com a comida ao invés de comer de forma automática.
Uma sopa é uma ótima opção para comer à noite, que pode ser como entrada mais uma fonte de carboidrato magra, ou como prato principal, aí com vegetais, hortaliças, leguminosas e uma proteína.
Reforçam que quem tem muita fome à noite, deve se planejar ainda mais, por exemplo, almoçando bem para chegar no final do dia sem sentir tanta fome.

domingo, 26 de junho de 2016

Cientista diz que filme de terror faz cérebro reviver experiências ruins

As situações de estresse agudo, como a de assistir um filme de terror, levam o cérebro a lembrar de experiências ruins e a reorganizar seu modo de funcionamento, detalhou um grupo de pesquisadores da revista "Science".
De acordo com o diretor do estudo, Erno Hermans, da Universidade de Nova York, "o estresse agudo altera a forma como nosso cérebro funciona. Esta mudança de estado cerebral pode ser entendida como uma redistribuição estratégica dos recursos que são vitais quando a sobrevivência está em jogo".
Quando o cérebro se altera, os sentidos se aguçam e o medo cria um estado de alerta que fortalece as lembranças das experiências estressantes, além de prejudicar nossa capacidade de análise.
Este tipo de estudo, realizado anteriormente com animais expostos a estresse agudo, marcou uma pauta sobre as reações neuroquímicas, porque liberam vários hormônios e neurotransmissores que são capazes de alterar algumas propriedades celulares e de grande escala em povoações neuronais no cérebro.
A ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA), que resulta no aumento da liberação sistêmica dos corticosteróides, é o selo distintivo da resposta à tensão. No entanto, a equipe de Hermans concluiu que o bloqueio do cortisol não influenciou na reorganização da rede cerebral.
"Mostramos que a atividade neuromoduladora noradrenérgica na primeira fase de resposta à tensão provoca uma reorganização de recursos neuronais. Estes estabelecem uma rede que contém áreas envolvidas na reorientação da atenção, no aumento do alerta perceptivo e no controle automático neuroendócrino", acrescentou.
Os cientistas expuseram os participantes a materiais cinematográficos aversivos e de outros tipos para comparar as reações cerebrais e analisar os compostos salivares em cada uma das situações.
Outra das conclusões do estudo é que as situações de estresse agudo tornam difícil deliberar lentamente, enquanto se ativam no cérebro as regiões implicadas na atenção e no alerta, assim como no sistema neuroendócrino. A pesquisa foi realizada com 80 voluntários.

sábado, 25 de junho de 2016

Alergia

Alergia é uma resposta exagerada do sistema imunológico a uma substância estranha ao organismo, ou seja uma hipersensibilidade imunológica a um estímulo externo específico. Os portadores de alergias são chamados de “atópicos” ou mais popularmente de “alérgicos”.
O organismo tecido ou célula capaz de apresentar uma reação de hipersensibilidade diz-se estar sensibilizado. As reações alégicas, sendo reações imunológicas, são extremamente específicas, reagindo o organismo sensibilizado exclusivamente ao determinante antigênico usado como imunogêno ou estrutura semelhante. As reações de hipersensibilidade foram bem cedo separadas em dois tipos diferentes, de acordo com o tempo decorrido entre o contato do organismo sensibilizado com o antígeno e a visualização macroscópica do fenômeno alérgico. Assim, enquanto as chamadas reações de hipersensibilidade imediata exigem apenas minutos ou algumas horas para seu aparecimento, as reações de hipersensibilidade tardia só se desenvolvem depois de muitas horas.
Hoje, embora esse critério de tempo de aparecimento continue válido para a classificação das reações de hipersensibilidade, sabe-se que diferenças mais importantes separam os dois tipos. Assim, enquanto as reações do tipo imediato incluem todas as reações reproduzíveis por um ou outro dos vários tipos de anticorpos presentes no soro e, conseqüentemente, podem ser transferidas de um indivíduo para o outro por anti-soro, as reações do tipo tardio dependem de linfócitos e, portanto, não são transmissíveis por anti-soro, mas somente por células. A transferência por meio de células de um estado de imunidade denomina-se imunização adotiva, porque o organismo receptor adota as células do doador, as quais lhe conferem a imunidade adquirida no outro organismo. No caso de transferência por células de um estado de hipersensibilidade, diz-se haver sensibilidade adotiva. Tanto a imunidade quanto a sensibilização adotiva somente são possíveis entre indivíduos isogênicos.(É possível à transferência de células alogênicas que, entretanto, sobrevivem por um período curto.) Note-se que, enquanto a hipersensibilidade tardia é transferível por anticorpos ou células.

Classificação

O esquema adiante resume a classificação dos diversos tipos de hipersensibilidade. As reações de hipersensibilidade imediatas incluem a anafilaxia, as reações citotóxicas e as reações devidas a determinados tipos de complexos antígeno-anticorpo em consequência qual produzem-se alterações nos tecidos. Note-se que, enquanto na anafilaxia o anticorpo está associado às células provando respostas dessas ao reagirem com o antígeno, nas reações citotóxicas, o antígeno é que se encontra associado às células. Nas reações devidas a complexos antígeno-anticorpo, nem o antígeno o anticorpo se encontram previamente associados às células, ocorrendo a reação após combinação do antígeno com o anticorpo livre. Além disso, enquanto as duas reações dependem da reação decomplemento, as reações anafiláticas acontecem sem a participação desse sistema. Existem evidências demostrando que, em quase todas as reações, a resposta do organismo é divida à ação de substâncias formadas ou liberadas do tecido pela reação do antígeno-anticorpo. Essas substâncias, que usualmente possuem intensa atividade farmacológica, são denominadas mediadores farmacológicos químicos ou simplesmente mediadores.

Imunoglobulina E

A imunoglobulina é uma proteína que exerce importante papel no corpo humano. É ela que vai dar início a um complexo sistema de defesa contra infecções e ataques de vírus e bactérias. A imunoglobulina tem função de mensageira. Liberada na circulação sanguínea, ela percorre o organismo e ao deparar-se com o agente agressor para o qual ela foi especificamente feita, fixa-se nele e promove a liberação de histamina, que é a responsável pelos sintomas.

Sintomatologia

O alérgico pode apresentar um ou vários dos sinais abaixo:
  • Espirros em salva (vários espirros seguidos)
  • Nariz obstruído, com respiração pela boca.
  • Coriza (secreção nasal aquosa e fluida)
  • Tosse repetitiva
  • Prurido (comichão) nos olhos, nariz, garganta e em qualquer parte do corpo.
  • Lacrimejação dos olhos
  • Erupções cutâneas
  • Urticárias
  • Edema (inchaço) nos lábios ou nas pálpebras (angioedema)
  • Conjuntivite, faringite, sinusite e otite alérgicas.
  • Marcas nas pálpebras
  • Dispnéia (falta de ar)

Tratamento Alergia

O tratamento pode ser dividido entre a fase aguda (quando o paciente apresenta exacerbação dos sintomas) e fase crônica.

Fase aguda

O tratamento da fase aguda é feito com anti-histamínicos e corticóides por via endovenosa ou intramuscular. Nos casos de alergias respiratórias pode ser necessário nebulização com beta-adrenérgicos. Medicamentos sintomáticos são prescritos conforme a necessidade de cada pessoa. É necessário também afastar a pessoa do agente que está causando a alergia.

Fase crônica

O tratamento na fase crônica, ou após o termino da fase aguda, é a desensibilização. A desensibilização é uma forma de imunoterapia onde o paciente recebe doses inicialmente mínimas que gradualmente vão aumentando, com doses progressivas do produto alergênico em questão.
Esta técnica pode diminuir a sensibilidade ou até mesmo eliminar a hipersensibilidade. Isto acontece porque o estímulo acarreta um contínuo aumento na produção de imunoglobulina G, que substitui a imunoglobulina E, responsável pela resposta aguda e pela resposta alérgica.
Texto revisado de Wikipédia a enciclopédia livre.