Algumas pessoas não podem consumir leite mas conseguem consumir bem laticínios. O correto é seguir corretamente uma orientação médica.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Quem é intolerante à lactose precisa evitar todos os tipos de laticínios
A intolerância à lactose possui variação de caso para caso, podendo ser apresentado por uma forma mais agressiva ou por uma forma mais branda. O leite possui uma grande concentração de lactose, logo quem possui intolerância não conseguirá consumir leite, já os laticínios, possuem uma concentração menor de lactose, tornando – se possível o consumo daqueles que possuem uma forma mais branda de intolerância.
Algumas pessoas não podem consumir leite mas conseguem consumir bem laticínios. O correto é seguir corretamente uma orientação médica.
Algumas pessoas não podem consumir leite mas conseguem consumir bem laticínios. O correto é seguir corretamente uma orientação médica.
domingo, 23 de outubro de 2016
Leite desnatado é leite integral com água
O leite desnatado é uma versão do leite integral que possui menos gordura saturada e menos colesterol. Não existe acréscimo de água, apesar da sua aparência indicar o contrário. Não existe redução de nutrientes na versão desnatada.
Alguns estudos comprovam que a versão desnatada possui até mais cálcio que a versão integral. O que é ótimo para quem possui problemas ósseos, como osteoporose.
Alguns estudos comprovam que a versão desnatada possui até mais cálcio que a versão integral. O que é ótimo para quem possui problemas ósseos, como osteoporose.
sábado, 22 de outubro de 2016
Ingestão de leite causa pedra nos rins
A formação de cálculo renal está diretamente ligada ao consumo de cálcio que é um mineral presente de forma abundante no leite e em todos os seus derivados. O excesso de cálcio no organismo fica depositado principalmente nos rins ocasionando o cálculo renal.
Porém, torna-se mito visto que reduzir a ingestão de cálcio não irá evitar a formação de cálculos renais. Existem estudos que comprovam que a ingestão de cálcio, auxilia na proteção dos rins, evitando a formação de cálculos renais.
Porém, torna-se mito visto que reduzir a ingestão de cálcio não irá evitar a formação de cálculos renais. Existem estudos que comprovam que a ingestão de cálcio, auxilia na proteção dos rins, evitando a formação de cálculos renais.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Leite desnatado é livre de colesterol
Todos os alimentos que possuem origem animal possuem colesterol. O leite desnatado possui uma quantidade reduzida de colesterol por se ter menos acumulo de gordura no geral. Logo, ele possui menos colesterol que o leite semidesnatado e que o leite integral.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Leite orgânico é mais seguro para consumo do que o leite normal.
Não existe nenhum que seja mais ou menos seguro para consumo, os dois são seguros para consumo. A diferença é o que o leite orgânico não possui hormônios ou antibióticos oriundos da alimentação das vacas. A alimentação das vacas também está livre de fertilizantes. Logo, o leite orgânico é mais puro e ajuda na preservação do meio ambiente. Por outro lado, o leite normal, passa por diversos testes de qualidade que atestam sua qualidade para consumo seguro. Aqui no Brasil é estabelecidas regras rígidas de segurança para garantir que o leite comercializado esteja livre de resíduos que prejudiquem nosso organismo. Por isso, é considerado seguro tanto a versão convencional quanto a orgânica.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Jiló
Saiba que o jiló é um fruto, não um legume, e bastante amargo, mas além de ter essa característica forte ele tem tantos benefícios que as pessoas, talvez, até desconheçam. Possui baixo valor calórico e seu gosto amargo é um excelente remédio para nosso sistema digestivo, ajuda a diminuir o colesterol ruim, combate o mau hálito, previne a pressão arterial além de eliminar as substâncias antioxidantes do corpo.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Pais exigentes submetem filhos a estresse exagerado
Em um mundo que valoriza excessivamente os resultados e que estimula a competitividade desde cedo, crianças correm o risco de se tornarem perfeccionistas, graças às exigências permanentes dos pais.
A demanda pela excelência pode se manifestar por meio de críticas excessivas ao desempenho na escola, nos esportes e trabalhos artísticos ou ainda em comparações com outras crianças, segundo a psicoterapeuta Sâmara Jorge, especialista em orientação de pais. “Sabemos que as crianças espelham-se nos pais. Por isso, filhos de pessoas muito exigentes com elas próprias podem se tornar tão exigentes quanto elas.”
Mas, ao contrário do que se possa pensar, o perfeccionismo não é uma qualidade e pode gerar consequências danosas ao longo da vida, comprometendo, inclusive, os relacionamentos futuros.
Para Sâmara, o que está na base desse comportamento é a insegurança e a baixa autoestima. “O perfeccionismo não é saudável, pois não é real. Trata-se de uma idealização. Não somos perfeitos e jamais seremos. Podemos ser excelentes em algumas coisas e em outras não. E isso não tira o nosso valor.”
A psicóloga afirma que, por mais que alcancem excelentes resultados, crianças e adolescentes perfeccionistas nunca estão satisfeitos e carregam culpa por não atingirem o ideal de perfeição que exigem, reproduzindo assim o padrão de expectativas existente na relação com os pais.
Outro problema causado pelo perfeccionismo é a procrastinação, o ato de adiar constantemente as tarefas. “Por medo de errar, crianças perfeccionistas demoram além da conta para desempenhar uma função, de tão minuciosas que são. Arriscam pouco, pois precisam ter tudo sob controle e garantias de perfeição, o que pode atrapalhar a realização de seus sonhos e desejos”, fala Sâmara.
Críticas construtivas, elogios na medida certa
De acordo com Sâmara, as críticas construtivas e bem fundamentadas são bem-vindas e fazem parte da educação da criança. “Criticar quando necessário, sim, mas com afeto e acolhimento, ressaltando as qualidades e o esforço. O saudável é ensinar a criança a fazer seu melhor, aperfeiçoando seus talentos.”
Para a psicoterapeuta, os pais precisam olhar para o filho como ele realmente é, para seus potenciais e limites, levando em conta a fase de desenvolvimento em que está e suas características individuais. “Críticas constantes podem levar a criança a acreditar que é incapaz e que o que faz nunca é bom o suficiente.”
Na opinião da psicopedagoga Quezia Bombonatto, diretora da ABPp (Associação Brasileira de Psicopedagogia), pais altamente exigentes submetem seus filhos a um nível exagerado de estresse. “O estresse emocional pode até mesmo causar danos à saúde da criança. Sem contar que o controle excessivo pode funcionar como um contra-controle, ou seja, na frente dos pais, a criança assume um papel, mas, longe, adota uma postura contrária”, afirma.
Para a psicopedagoga Rosângela Hasegawa, em alguns momentos, a crítica pode aparecer de forma velada, disfarçada de um elogio. “Há pais que podem até elogiar o que os filhos fazem, mas sempre deixando algum comentário final indicando um ponto negativo. Não fazem por mal, mas, como para eles o padrão é alto, naturalmente decepcionam-se e acham que o resultado do filho poderia ter sido melhor”, diz.
Segundo Quezia, a função dos pais é ajudar os filhos a terem condições de se organizarem para realizar suas tarefas e atividades de maneira autônoma. A crítica excessiva gera o efeito contrário.
A especialista explica que, se os pais percebem que a criança está fazendo algum trabalho correndo para ir brincar, devem perguntar se aquilo era o melhor que ela podia fazer. “Essa análise deve ser feita com a criança. Não é preciso rasgar o papel da tarefa na frente dela. Isso pode deixar marcas profundas. Valorizar o trabalho, e não desqualificar, faz com que ela goste do que está fazendo”, declara Rosângela.
Por outro lado, o elogio gratuito também não traz bons resultados. “Pais que elogiam sem critério são igualmente nocivos. Não ensinam seus filhos a lidarem com as frustrações. Além disso, passam a ideia de que não têm expectativas em relação a eles e isso é péssimo, pois eles também não terão expectativas em relação a si mesmos. Como tudo na vida, os extremos são sempre ruins”, fala Sâmara.
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