domingo, 10 de janeiro de 2016

Como lidar com o fim das férias

O fim das férias marca a necessidade de voltar à rotina e retomar uma agenda nem sempre esperada pelas crianças. Muito do que foi realizado durante as férias, como assistir aquele programa de televisão favorito sem hora para acabar e não ter lição de casa para fazer, deve ser deixado de lado em prol da reorganização da rotina. Para suavizar o baque, a psicóloga Daniela Caramori Morgan recomenda aos pais reajustarem progressivamente, dois ou três dias antes do retorno às aulas, o ritmo do organismo dos filhos. Ou seja, restabeleça aos poucos os horários para acordar, se alimentar, brincar e dormir. 
 

Segundo Daniela, esse tipo de atitude é imprescindível para uma volta à rotina com maior facilidade. Rosana Nunes, coordenadora pedagógica do Colégio Hugo Sarmento, concorda. “Começar a arrumar o material escolar, rever os uniformes e ir deixando claro que não vai mais dar para assistir desenho até tarde da noite é importante. Assim, as crianças já podem ir se envolvendo com o novo ritmo e com a escola novamente”. 

Na volta às aulas, as crianças estão ansiosas para contar aos amiguinhos o que fizeram durante um mês inteiro. “Elas costumam chegar bem eufóricas e agitadas, então é somente a partir do terceiro dia de aula que começam a retomar o ritmo normal”, afirma Rosana. Para minimizar a ansiedade, os pais podem promover encontros entre os colegas de classe dos filhos durante as férias. Foi o caso do produtor de cinema Antônio Carlos Accioly, de 49 anos, que mandou a filha Mariana, de três anos, para uma colônia de férias da própria escola. Ele também combinou outros encontros entre Mariana, a irmã dela Carolina, de cinco anos, e os coleguinhas de classe. A adaptação fica mais tranquila, já que as crianças não se distanciam tanto da realidade e podem contar aos amiguinhos sobre as férias fora da sala de aula. 

Apego vs. Rotina 

Os pais que estiveram durante todo o mês perto dos filhos, conciliando as férias do trabalho à da escola das crianças, devem controlar a própria ansiedade da separação. “Se os pais estiverem bem, as crianças também ficarão”, diz a psicóloga clínica Regina Célia Gorodscy, também professora da PUC-SP. 

De acordo com a especialista, as crianças costumam se adaptar com facilidade e os pais devem levar isso em consideração. “Poder se separar com tranquilidade é fundamental”, diz. E se os pais souberem lidar com isso , os filhos vão acompanhar o movimento. 

Se o seu filho tem menos de oito anos, o ideal é levá-lo à escola na primeira semana de retorno e, se possível, esperar um pouco até ele entrar na classe. “Depois de passar as férias inteiras com os filhos, acompanhar esse desligamento é importante”, diz a psicóloga Daniela Morgan. Deixar que a criança leve um bichinho de pelúcia para a escola também pode ser uma boa pedida, se houver permissão da professora: “É como se o brinquedo fosse um objeto transicional, que pode ser levado de dentro de casa para dentro da escola , ajudando a criança a se sentir segura novamente”. 

O tempo de qualidade junto às crianças não termina com o fim das férias. Se seu filho ainda resiste ao retorno à rotina, deixe claro que nos finais de semana existirão momentos juntos outra vez. 

Atenção aos limites 

Se a criança se mostrar mais triste que o normal com o término das férias, vale fazer uma checagem da rotina. Pode haver alguma coisa muito errada, seja na escola, em uma agenda lotada demais ou com a babá. “Quando uma criança fica deprimida por estar voltando à escola, por exemplo, vale a pena pensar no que isso realmente significa”, diz a psicóloga clínica Regina. Ela pode estar sendo vítima de bullying , por exemplo, e não contou a ninguém: por isso a negação. É importante manter contato constante com a escola, uma aliada essencial para entender as possíveis mudanças de comportamento de seu filho. 

Se não houve nenhum preparo para a retomada da rotina, é comum que as crianças fiquem mais lentas e irritadiças. “Isto realmente mexe com o funcionamento biológico, pois a criança foi dormir tarde e jogou mais videogame que o de costume durante as férias. Então é importante que os pais estabeleçam os limites novamente e sejam firmes”, finaliza Daniela. 

Comemoração do dia!

sábado, 9 de janeiro de 2016

Comemorações do dia!





Como evitar mau cheiro em partes do corpo: na vagina, na axila e até no pé

Como evitar mau cheiro em partes do corpo: na vagina, na axila e até no pé

Mau cheiro ocasional nas axilas, pés e até mesmo na vagina não significa exatamente falta de asseio e pode aparecer no dia a dia, mesmo algumas poucas horas após o banho. Exagerar no perfume, além de não solucionar o problema, tampouco é a solução mais indicada para se livrar dos maus odores. Conheça dicas eficazes decomo evitar mau cheiro em partes do corpo, da vagina aos pés:

Como evitar o mau cheiro na vagina


Secreções vaginais são normais e possuem odor praticamente imperceptível que pode mudar de acordo com cada fase do ciclo menstrual. No entanto, a flora vaginal pode sofrer alterações que podem provocar cheiros desagradáveis. Conheça dicas de como evitar o problema:
  • Evite usar roupas apertadas demais que impedem a respiração da região e facilitam a impregnação de fungos e bactérias. Prefira peças leves e feitas de algodão.
  • Você pode não saber, mas higiene excessiva também contribui para o mau cheiro. Lavar demais a região íntima faz com que as bactérias e o fungos que vivem em harmonia se proliferem. Faça apenas uma limpeza normal durante o banho. Evite ainda fazer ducha vaginal, que pode provocar lesões e ainda causar alterações em toda a região.
  • Por outro lado, negligenciar a área durante o banho pode ser outro erro que causa mau odor. Procure lavar todas as dobras da região íntima durante o banho utilizando sabonete neutro.
  • Absorvente diário abafa a região e deve ser usado apenas no fim da menstruação.
  • Para evitar transpiração excessiva, troque as peças íntimas com frequência e opte por calcinhas de algodão.

Como evitar mau cheiro nas axilas


O odor forte nem sempre aparece apenas depois de uma longa sessão de exercícios na academia. Alguns hábitos e alimentos são capazes de aumentar o cheiro desagradável causado pelas bactérias que se instalam debaixo dos braços. Conheça dicas de como evitar e driblar o problema:
  • Em excesso, bebidas alcoólicas e com cafeína podem provocar aumento do mau cheiro sob as axilas. Evite também temperos fortes, já que eles possuem uma substância volátil e sulfúrica que você pode exalar no seu suor. Queijo azul, repolho e vinagre também podem contribuir para um odor corporal desagradável.
  • Aposte em vegetais ricos em clorofila, como couve, brócolis e espinafre, que ajudam a neutralizar o cheiro de alimentos que causam odor nas axilas.
  • Beber muito líquido ajuda a limpar seu organismo de forma natural, eliminando toxinas e evitando o mau cheiro produzido pelo corpo.
  • Após o banho, seque bem as axilas. A pele está seca dificulta a ação de bactérias que causam o odor corporal.
  • Tecidos naturais, como algodão e lã, evitam a produção e acúmulo do mau cheiro pois garantem capacidade do corpo de respirar e manter o ar circulando entre a pele, afastando a umidade.
  • Mantenha a depilação das axilas em dia. Os pelos na região criam um ambiente propício, quente e úmido para as bactérias. Além disso, os fios absorvem os odores e dificultam a evaporação do suor.

Como evitar mau cheiro nos pés


Popularmente conhecida como chulé, a bromidrose é caracterizada pelo odor desagradável nos pés e pode ter uma série de causas que provocam incômodo e desconforto. Entre os principais fatores para o mau cheiro está a proliferação de bactérias, propiciada pelo suor ou por infecções fúngicas. Conheça dicas de como evitar e driblar o problema:
  • Lave sempre bem os pés com sabonete, bucha ou escova. Além disso, não se esqueça de secar bem entre os dedos dos pés com a toalha.
  • Evite meias sintéticas, sapatos de borracha ou plástico. Prefira calçados com forros de couro ou algodão e procure deixar os pares para secar em locais arejados e ensolarados.
  • Você pode ainda usar o secador de cabelo para retirar a umidade do sapato e, todas as vezes antes de usá-lo, aplicar um pouco de talco em cada par. Outra boa dica, caso você use sapatilhas, é apostar em um truque com absorvente íntimo.
  • Quem sofre com umidade excessiva nos pés, pode lavar a região com sal diariamente. Prepare uma bacia com água morna, adicione cerca de 4 colheres de sal, e deixe-os mergulhados por cerca de 10 minutos. Depois de retirá-los, deixe que sequem naturalmente. O mesmo processo pode ser feito com chá verde ou chá preto.
  • O vinagre também pode ser um aliado no combate ao chulé. Prepare uma bacia com água morna e adicione 2 colheres do produto. Deixe os pés de molho por 10 minutos e deixe secar ao natural.
  • Soluções caseiras e escalda-pés se mostram bastante úteis contra o odor ruim nos pés. Você pode combater o chulé com soluções de alecrim, bicarbonato de sódio e até limão. 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Diet, light ou zero?

Quando você está de frente para as prateleiras cheias do mercado, bate aquela dúvida: é melhor levar o produto diet, o light ou o zero? Se você acha que tanto faz, porque eles são iguais, cuidado! Você pode estar colocando em risco a sua dieta e até mesmo a sua saúde. As nomenclaturas acabam confundindo o consumidor, por isso é preciso estar atento às informações das embalagens para não errar. O primeiro passo é definir o que você deseja. Pode ser um controle da quantidade de calorias, a eliminação do açúcar ou a restrição do consumo de determinado nutriente. A partir daí, verifique todos os rótulos e faça a sua escolha. “Sempre compare o produto light, diet ou zero com a versão tradicional para perceber onde houve alterações e definir se ele atende às suas necessidades”, orienta a nutricionista Gabriela Taveiros, do Portal Minha Vida.
Ela explica também que muita gente vê esses produtos como saudáveis e pensam que podem ser consumidos à vontade, o que não é verdade. “Eles apresentam alterações em sua composição, mas isso não quer dizer que sejam mais saudáveis. Assim como os produtos tradicionais, os diet, light e zero devem ser consumidos com moderação”, afirma.
Outro erro comum é achar que todos esses produtos são bons para quem quer emagrecer. Não existe uma categoria específica que seja melhor para a dieta. Cada produto é diferente. “O leite condensado light, por exemplo, tem isenção de gordura, mas não de açúcar. Pelo contrário! Para manter as características do produto a quantidade de açúcar pode ser um pouco maior do que na versão tradicional, o que faz com que ele seja ainda mais calórico. Já o chocolate diet tem pouco açúcar, mas há acréscimo de gordura, o que também o torna mais calórico que um chocolate tradicional”, explica.
Para te ajudar a identificar as diferenças entre as categorias de produtos e acertar na hora da compra, a nutricionista dá algumas orientações:
Diet: Tem redução ou isenção de determinado nutriente, como açúcar, gordura ou proteína. É indicado para pessoas que necessitam de uma alimentação com restrição de algum desses nutrientes, como é o caso dos diabéticos, que precisam controlar a quantidade de açúcar. Normalmente não apresenta muita diferença no sabor. Mas embora haja redução ou isenção de um nutriente, outro pode estar presente em quantidade ainda maior para que o produto mantenha sua consistência e sabor, o que aumenta o valor calórico.
Light: Apresenta redução no teor de nutriente ou valor calórico. Para ser considerado light, o produto deve ter no máximo 40 calorias em 100 gramas ou redução mínima de 25% das calorias em comparação ao tradicional. Por isso é o mais indicado para quem deseja emagrecer. Mas nem sempre há isenção de calorias. Alguns produtos light apresentam apenas redução de sódio, o que não influencia no valor calórico.
Zero: É isento de algum nutriente, como açúcar, gordura, proteína ou sódio. Assim como os alimentos diet, também é indicado para quem apresenta restrições alimentares específicas. Um alimento zero em sódio, por exemplo, é indicado para hipertensos. A isenção desses nutrientes, porém, pode não interferir no valor calórico do produto. Um alimento zero em sódio pode conter a mesma quantidade de calorias que o produto tradicional.

Comemoração do dia!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Consumo excessivo de refrigerantes pode causar pressão alta e outros males

Quem é que não gosta de tomar um refrigerante bem gelado, principalmente neste calor? Geralmente as pessoas não sabem das consequências e no mal à saúde que ele causa.
A Dra. Ana Priscila Soggia, especialista em endocrinologia, alerta que o refrigerante pode causar dependências, independente se for zero ou normal. “Não há nenhum estudo teórico que mostre que o refrigerante causa dependência, mas na prática ele causa.”.
O refrigerante zero tem mais sódio, o que aumenta o risco de pressão alta. Já o normal tem mais caloria, que amplia o risco de aumento de peso. “O refrigerante tem alguns compostos como o adoçante, que fazem que o cérebro se acostume com a substância ingerida”, afirma a especialista.
A doutora ressalta que dois copos da bebida por dia não causam dependência, mas geram uma questão comportamental - em outras palavras, nós pegamos “o costume” de ingeri-lo O risco é ainda maior em crianças, porque o cérebro ainda está em processo de formação e é mais provável que cause dependência.
De acordo com ela, qualquer líquido requer cuidado durante as refeições para não provocar dilatação gástrica. Com a ingestão de líquidos nas refeições a saciedade é bem menor, pois o esvaziamento gástrico ocorre mais rápido.
Para as compulsivas de plantão, a médica afirma que o refrigerante sozinho não causa a celulite. Os odiados buraquinhos surgem com o aumento do nível de insulina no sangue, com a junção do açúcar e do sódio, que faz o corpo reter água, causando inchaço e levando ao acúmulo de gordura nas células. A quantidade diária de sódio permitida são de três gramas, sendo que os alimentos por si só já têm uma pequena porção dele.