domingo, 19 de junho de 2016

Meningite

A meningite é um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por diversos agentes infecciosos, como bactérias, vírus, parasitas e fungos, ou também por processos não infecciosos. As meningites bacterianas e virais são as mais importantes do ponto de vista da saúde pública, devido sua magnitude, capacidade de ocasionar surtos, e no caso da meningite bacteriana, a gravidade dos casos. No Brasil, A meningite é considerada uma doença endêmica, deste modo, casos da doença são esperados ao longo de todo o ano, com a ocorrência de surtos e epidemias ocasionais, sendo mais comum a ocorrência das meningites bacterianas no inverno e das virais no verão.

sábado, 18 de junho de 2016

Pneumonia

O que é Pneumonia?

Pneumonia é uma infecção que se instala nos pulmões (órgão duplo localizado um de cada lado da caixa torácica). Pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro).
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Ilustração de infecção nos pulmões
Basicamente, pneumonias são provocadas pela penetração de um agente infeccioso ou irritante (bactérias, vírus, fungos e por reações alérgicas) no espaço alveolar, onde ocorre a troca gasosa. Esse local deve estar sempre muito limpo, livre de substâncias que possam impedir o contato do ar com o sangue.
Diferentes do vírus da gripe, que é uma doença altamente infectante, os agentes infecciosos da pneumonia não costumam ser transmitidos facilmente.

Tipos

Existem diversos tipos de pneumonia. Entre eles estão:
  • Pneumonia provocada por vírus
  • Pneumonia provocada por fungos
  • Pneumonia provocada por bactérias
  • Pneumonia química.

Fatores de risco

  • Fumo: provoca reação inflamatória que facilita a penetração de agentes infecciosos
  • Álcool: interfere no sistema imunológico e na capacidade de defesa do aparelho respiratório
  • Ar-condicionado: deixa o ar muito seco, facilitando a infecção por vírus e bactérias
  • Resfriados mal cuidados
  • Mudanças bruscas de temperatura.

 sintomas

Sintomas de Pneumonia

Entre os sintomas de pneumonia estão:
  • Febre alta
  • Tosse
  • Dor no tórax
  • Alterações da pressão arterial
  • Confusão mental
  • Mal-estar generalizado
  • Falta de ar
  • Secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada
  • Toxemia (danos provocados pelas toxinas carregadas pelo sangue)
  • Prostração (fraqueza).

 diagnóstico e exames

Diagnóstico de Pneumonia

O diagnóstico de pneumonia é feito com exame clínico, auscultação dos pulmões e radiografias de tórax.
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Radiografia de tórax permite detectar pneumonia

 tratamento e cuidados

Tratamento de Pneumonia

O tratamento da pneumonia requer o uso de antibióticos, e a melhora costuma ocorrer em três ou quatro dias. A internação hospitalar para pneumonia pode fazer-se necessária quando a pessoa é idosa, tem febre alta ou apresenta alterações clínicas decorrentes da própria pneumonia, tais como: comprometimento da função dos rins e da pressão arterial, dificuldade respiratória caracterizada pela baixa oxigenação do sangue porque o alvéolo está cheio de secreção e não funciona para a troca de gases.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Otite

Otite é uma infeção do ouvido médio. O ouvido médio é um pequeno espaço cheio de ar atrás do tímpano. As infecções de ouvido frequentes são dolorosas devido à inflamação e acúmulo de fluidos no ouvido médio.
As crianças são mais propensas do que os adultos a ter infecções de ouvido. Otite em bebês e casos graves no geral podem necessitar de medicamentos antibióticos. Complicações relacionadas à otite, como fluidos persistentes no ouvido médio, infecções persistentes ou infecções frequentes, podem causar problemas de audição e outras complicações graves.

Causas

Otites são causadas por bactérias e vírus. Um inchaço, uma infecção respiratória superior ou alergia pode bloquear as trompas de Eustáquio – dois tubos que ligam as orelhas médias à garganta. Dessa forma, o ar não consegue chegar ao ouvido médio. Isso cria vácuo e sucção, que puxa o fluido e os germes do nariz e da garganta para o ouvido médio. O tubo inchado impede este fluido seja drenado, tornando aquele ambiente perfeito para as bactérias ou vírus proliferarem, formando a otite.
Outra forma de contrair otite é pela inflamação dos adenoides, duas pequenas pastilhas de tecidos localizadas na parte de trás do nariz, que desempenham um papel na atividade do sistema imunitário. Esta função pode torná-los particularmente vulneráveis à infecção e inflamação. Como o adenoides estão perto da abertura da trompa de Eustáquio, uma inflamação ou aumento dessas estruturas pode bloquear as trompas, contribuindo assim para a otite.
  • Infecções bacterianas são as causas mais recorrentes de ottie. Os tipos mais comuns são o Streptococcus pneumoniae (pneumococos), Haemophilus influenzaeMoraxella catarrhalis
  • Infecções virais são menos comuns, mas podem causar otite. O vírus sincicial respiratório (RSV) e o vírus da gripe (influenza) são os tipos mais frequentemente encontrados.
Condições que podem estar relacionadas à otite incluem:
  • Otite com efusão: inflamação e acúmulo de líquido (derrame) no ouvido médio sem infecção bacteriana ou viral. Isso pode ocorrer porque o acúmulo de líquido persiste após uma otite que foi tratada. Também pode ocorrer devido a alguma disfunção ou bloqueio não infeccioso das trompas de Eustáquio
  • Otite média crônica supurativa: uma infecção do ouvido persistente que resulta em ruptura ou perfuração do tímpano.

Fatores de risco

Alguns fatores que aumentam o risco de otite não podem ser prevenidos. Estes incluem:
  • Idade, sendo que crianças de até três anos estão mais suscetíveis
  • Doenças congênitas, como fenda palatina ou síndrome de Down
  • Sistema imunológico enfraquecido
  • Histórico familiar de otite
  • Alergias respiratórias
  • Baixa qualidade do ar
  • Estações do ano, sendo que o tempo mais frio aumenta o risco.
Outros fatores que aumentam o risco de infecção de ouvido incluem:
  • Resfriados e infecções das vias respiratórias superiores frequentes
  • Exposição à fumaça de cigarro
  • Falta de amamentação
  • Crianças que ficam em creches e centros de cuidados infantis, uma vez que convivem com muitas outras crianças
  • Uso de chupeta.
O risco de otite crônica ou recorrente pode ser maior se há:
  • Infecção de ouvido em uma idade precoce (antes dos seis meses)
  • Acúmulo persistente de fluido no ouvido
  • Infecções anteriores.

 sintomas

Sintomas de Otite

Os sintomas de otite muitas vezes começam dois a sete dias após o início de uma infecção respiratória. Os sintomas de uma infecção no ouvido podem incluir:
  • Dor de ouvido (leve a grave). Os bebês muitas vezes puxam seus ouvidos quando sente dor
  • Febre
  • Líquido espesso e amarelado ou sanguinolento saindo do ouvido. Isso significa que o tímpano provavelmente estourou (rompido)
  • Perda de apetite
  • Vômitos
  • Dor de cabeça
  • Comportamento mal-humorado
  • Problemas para dormir.
Os sintomas de acúmulo de líquido podem incluir:
  • Zumbido ou sensação de pressão no ouvido. Crianças muitas vezes têm dificuldade em descrever esse sentimento, e podem esfregar as orelhas na tentativa de aliviar a pressão
  • Problemas de audição. Crianças que têm problemas de audição podem parecer sonhadoras ou desatentas, mal-humoradas ou irritadas
  • Problemas de equilíbrio
  • Tonturas.
Algumas pessoas não têm nenhum sintoma.

 diagnóstico e exames

Buscando ajuda médica

Sinais e sintomas de uma infecção no ouvido podem indicar uma série de condições. É importante obter um diagnóstico preciso e tratamento imediato. Marque uma consulta médica se:
  • Sintomas duram mais de um dia
  • A dor de ouvido é grave
  • O bebê ou criança está insone ou irritado após uma infecção respiratória superior, resfriado e outros
  • É possível observar uma descarga de líquido, pus ou secreção sanguinolenta do ouvido.

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar e acompanhar otite são:
  • Clínico geral
  • Pediatra
  • Otorrinolaringologista.
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
  • Quais são os sinais e quando eles começaram?
  • A dor de ouvido é leve, moderada ou grave?
  • Você já observou possíveis sinais de dor em seu bebê ou criança pequena, como puxões de orelha, dificuldade em dormir ou irritabilidade incomum?
  • O seu filho teve febre?
  • Houve algum tipo de corrimento saindo da orelha? Ele é claro, turvo ou com sangue?
  • Você já observou alguma deficiência auditiva?
  • O seu filho recentemente teve um resfriado, gripe ou outros sintomas respiratórios?
  • O seu filho tem alergias sazonais?
  • O seu filho teve uma infecção no ouvido no passado? Quando?
  • Seu filho é alérgico a algum medicamento, como a penicilina?

Diagnóstico de Otite

Otites geralmente são diagnosticadas através do histórico de saúde, um exame físico e um exame auditivo. O médico ou médica usa um otoscópio pneumático para olhar o tímpano, procurando por sinais de uma infecção ou acúmulo de líquido. Por exemplo, o médico pode ver se o tímpano move-se livremente quando o otoscópio pneumático empurra o ar para dentro do ouvido.
Outros testes podem incluir:
  • Timpanometria
  • Testes de audição
  • Timpanocentese
  • Exames de sangue, que são feitos se houver sinais de problemas imunológicos.

 tratamento e cuidados

Tratamento de Otite

O primeiro tratamento de uma infecção do ouvido médio se concentra em aliviar a dor. Se a condição melhora no primeiro par de dias, tratar os sintomas em casa pode ser tudo o que é necessário. Caso contrário, pode ser necessário procurar ajuda médica, que poderá indicar algum desses tratamentos:

Antibióticos

Se a infecção for bacteriana, podem ser receitados antibióticos. O uso desses medicamentos vai depender da idade do seu filho é quão grave é a infecção. Se seu filho tem implantes cocleares, o médico ou médica provavelmente irá prescrever antibióticos, uma vez que complicações graves de otite são mais comuns em crianças que têm implantes cocleares do que em crianças que não têm implantes cocleares.
Se uma criança tem infecções de ouvido de repetição (três ou mais infecções de ouvido em um período de seis meses ou quatro em um ano), você pode querer considerar o tratamento para prevenir futuras infecções.
Uma opção que tem sido muito utilizada no passado é o tratamento com antibióticos por via oral a longo prazo. Há um debate dentro da comunidade médica sobre o uso de antibióticos em uma base de longo prazo para prevenir infecções de ouvido. Muitos médicos não querem receitar antibióticos a longo prazo, porque eles não tem certeza de que eles realmente funcionam. Além disso, quando os antibióticos são utilizados, muitas vezes, as bactérias podem tornar-se resistentes aos antibióticos.

Miringotomia

Se as otites são recorrentes (três episódios em seis meses ou quatro episódios em um ano) ou é uma otite média com efusão, pode ser recomendada a drenagem de líquido do ouvido médio.
Nesses casos, o médico ou médica pode indicar a miringotomia, ou timpanotomia, que consiste em fazer um pequeno corte na membrana do tímpano, removendo o líquido do ouvido. Um pequeno tubo de plástico ou de metal é colocado na abertura, deixando o ar entrar no ouvido médio e evitando o acúmulo de líquido.
Na maioria dos casos, o tubo será removido logo após a drenagem, e o corte feito no tímpado se cura espontaneamente. Em outras situações, o tubo permanecerá por um período, em média seis meses, de forma a drenar todo o líquido e tentar evitar novas infecções. Nesse último, o tubo é expelido do ouvido naturalmente e o tímpano se fecha.
Estes procedimentos podem ser realizados sob restrição adequada da criança pequena sem sedação ou anestesia geral, podendo-se administrar anestesia local. Entretanto, mesmo em crianças menores e também nas crianças maiores, tem-se optado por sedação ou anestesia geral.
Em certos pacientes, a remoção do tecido adenoidiano poderá ser realizada juntamente com a miringotomia. Na dúvida, converse com seu médico ou médica.

Adenoidectomia

A remoção da adenoide pode ajudar algumas crianças que têm otite de repetição ou fluido atrás do tímpano. Crianças com menos de quatro geralmente não têm seus adenoides retirado a menos que tenham obstrução nasal severa.
A remoção de adenoides só é recomendada depois que a miringotomia e os antibióticos falharam. Adenoidectomia pode melhorar a remoção de ar e o escoamento de fluido nas passagens nasais. Isto pode reduzir a possibilidade de acúmulo de fluidos no ouvido médio. Quando usado junto com outros tratamentos, a remoção de adenóides pode ajudar algumas crianças que têm infecções de ouvido de repetição, mas raramente o procedimento é feito sozinho.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Doenças comuns no inverno

As doenças comuns do inverno, como o resfriado e a sinusite, surgem, principalmente, nos dias mais frios do ano, quando o indivíduo não se sente confortável mesmo com roupa adequada.
As crianças e os idosos são os mais propícios a sofrer com as doenças comuns do inverno.

Principais doenças do inverno

O bater do vento frio no rosto e ter as mãos e os pés frios favorecem a instalação das doenças típicas do inverno, como:
  • gripe,
  • otite,
  • pneumonia,
  • meningite,
  • asma,
  • bronquite e
  • bronquiolite.
Essas doenças surgem com maior frequência no inverno, pois à medida que o frio aumenta e o teor de umidade no ar diminui, há uma maior concentração de poluentes no ar, além do fato dos ambientes fechados serem mais propícios para espalhar vírus e bactérias, contaminando outras pessoas.

Como se proteger das doenças comuns do inverno

Por isso, para se proteger do frio e evitar as doenças recomenda-se:
  • agasalhar-se sempre que tiver frio ou ventando,
  • evitar deixar portas e janelas sempre abertas, somente tempo suficiente para arejar a casa,
  • não ficar com os pés no chão e
  • aumentar o consumo de vitamina C.
Uma outra dica importante é, após um banho bem quentinho, não sair logo de casa, para evitar o choque térmico.

Tratamento das doenças comuns de inverno

O tratamento das doenças mais comuns no inverno envolve o consumo da vitamina C para manter o sistema imune mais forte.
Qualquer sintoma de gripe, dor de ouvido, resfriado ou sinusite, deve ser prontamente tratado para evitar complicações e sequelas que são muito mais comuns e incômodas no inverno. Porém, tomar medicamentos sem recomendação médica é perigoso, por isso, é importante ir ao médico para prescrever o tratamento e medicamentos adequados.
Tomar um café, chocolate quente ou um chá bem quentinho são boas opções para ajudar a aquecer a garganta e espantar o frio.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Saiba diferenciar a gripe comum de outras doenças

Estou todo dolorido. É gripe?
Dor no corpo
A gripe (influenza) é uma doença respiratória aguda causada por agentes virais chamados Vírus Influenza, a qual se caracteriza por febre alta, dor de cabeça, mal-estar, mialgia (dor muscular), calafrios e sintomas respiratórios, principalmente tosse seca, dor de garganta e coriza. A resolução dos quadros não complicados pode ocorrer em sete dias, mas a tosse pode persistir por até duas semanas.
“Uma característica importante da influenza é sua sazonalidade. Na maioria dos países de clima tropical, os surtos podem ocorrer em qualquer período do ano, enquanto nos locais de clima temperado é um agente típico do inverno. Em nosso País, ocorre com mais frequência no fim do outono e durante o inverno. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa através de grandes partículas eliminadas através da tosse ou espirro, além da contaminação de superfícies”, afirma o infectologista Fláubert José Serra de Farias.
E esse nariz entupido, gente?
Nariz entupido
Diferente da gripe, que possui sintomas sistêmicos, o resfriado é um quadro agudo mais leve e autolimitado, com sintomas mais localizados no trato respiratório superior. “É a doença mais comum que acomete o homem, sendo as crianças menores mais suscetíveis, pois não apresentam imunidade adquirida para a maioria dos vírus causadores do resfriado comum”, disse Fláubert. O Rinovírus é o agente etiológico mais comum (50% dos casos), mas outros vírus também podem causar resfriado: coronavírus, vírus sincicial respiratório (principal agente causador da bronquiolite), parainfluenza, adenovírus, entre outros. Até mesmo o vírus Influenza pode causar resfriado.
Os casos são mais prevalentes nos meses de inverno e início da primavera nos países de clima temperado, ao passo que nos países de clima tropical ocorre nos meses chuvosos. Os sintomas consistem em coriza (geralmente clara), obstrução nasal, espirros e sensação de garganta arranhada. A tosse pode ou não estar presente. A febre não é um sintoma comum em crianças maiores e adultos, mas pode estar presente nas crianças pequenas. Se resolve em cinco a sete dias nas crianças maiores e adultos e em dez a 14 dias nas crianças menores.
Uma tosse seca e meu nariz não para de escorrer
Tosse
Suspeita-se de sinusite quando ocorre uma persistência por mais de dez dias de sintomas residuais após uma gripe ou resfriado, sem evidência de melhora nos últimos dias. Os sintomas persistentes mais comuns são coriza (geralmente mais esverdeada e espessa), congestão nasal e tosse (piora à noite, geralmente é seca e não produtiva). O estado geral, a disposição e o apetite estão pouco comprometidos na maioria dos casos. Entre os fatores de risco mais comuns para sinusite, pode-se destacar: resfriados e gripes, rinite alérgica, asma, fumaça de cigarro, natação em piscina com cloro, poluição ambiental excessiva e mergulho.
Essa febre e mal estar não passam
Febre
As pneumonias são infecções pulmonares que se manifestam por febre, tosse e dificuldade respiratória associada à presença de alterações típicas na radiografia de tórax ou ausculta respiratória característica. Podem ser causadas por vírus, bactérias e outros agentes atípicos. Geralmente ocorre infecção das vias aéreas superiores precedendo o quadro pulmonar. Os sinais e sintomas podem ser variáveis, de acordo com a idade do paciente e o agente etiológico.
E, de repente, do nada, meu nariz entope de novo
Espirro
A rinite alérgica (ou rinossinusite alérgica) é uma inflamação no tecido do nariz e de estruturas adjacentes, decorrente de exposição a alérgenos. É clinicamente caracterizada por um ou mais dos seguintes sintomas: coriza, espirros, prurido e congestão nasal. Tais manifestações podem ser intermitentes ou persistentes.
Essa doença está insistente, melhor investigar
Espirro 2
É preciso ter muito cuidado na hora de diagnosticar a gripe. Muitas doenças, inclusive crônicas, podem se confundir com a Influenza em um primeiro momento. A leucemia, por exemplo, causa, inicialmente, febre, fadiga e calafrios, por isso é preciso realizar exames específicos.
Assim como a leucemia, catapora, Doença de Lyme e linfoma têm sintomas muito parecidos, como febre, cansaço, perda de peso, calafrios, mal estar e dores de cabeça.
Portanto, é fundamental que um médico seja visitado para que exames sejam feitos e um diagnóstico correto realizado.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Dietas que cortam glúten e/ou lactose


Para quem tem problemas de intolerância tanto à lactose quanto ao glúten, eliminá-los da dieta pode ser uma boa para ter mais qualidade de vida.
E quem não tem, pode até se beneficiar da perda de peso, pois cortando esses dois ingredientes você elimina praticamente tudo aquilo que "engorda".
"Porém, vale ressaltar que não existe nenhuma evidência científica que comprove a eficácia da dieta em pessoas que não possuem intolerância ao glúten ou doença celíaca. E ao retirar totalmente alimentos fontes de lactose, a pessoa corre o risco de retirar um grupo alimentar importante para a saúde", afirma a nutricionista e personal trainer Nat Barros.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Dieta Vegana


É a dieta que não inclui nenhum alimento de origem animal ou que possa conter ingredientes na sua formulação.
Vantagens
Diz respeito à um estilo de vida maior que não comer carne, mas evitar qualquer produto de origem animal;
Aumenta o consumo de frutas, verduras, legumes e outros vegetais, principalmente para repor as proteínas obtidas de fontes animais;
Desvantagem
Se não for feita de maneira correta, o não-consumo de carne pode levar a uma deficiência de vitamina B12 e ferro, possivelmente um quadro de anemia. O ideal é que seja acompanhado por um profissional e que se faça a suplementação se necessário.