MITO.
Espinhas não devem ser espremidas, mas isso não origina o câncer da pele. Muitas pessoas espremem lesões que já eram um câncer da pele, pensando ser uma espinha. As lesões evoluem e, quando vão ao médico e recebem o diagnóstico, pensam que foi porque espremeram a “suposta” espinha. Saiba mais sobre o câncer de pele.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
terça-feira, 23 de agosto de 2016
Proteção solar
O sol é o principal responsável pelo envelhecimento cutâneo e pelo surgimento do câncer de pele. Especialmente durante o verão, devido às férias, ficamos mais tempo ao ar livre e expostos ao sol, aumentando o risco de queimaduras solares. Nesta época, o ultravioleta B, principal causador do câncer da pele, apresenta maior intensidade e, por isso, todos os cuidados devem ser tomados para evitar a ação danosa do sol.
Seguindo as orientações abaixo, você poderá aproveitar o melhor do sol protegendo sua pele:
1. Evite exposições prolongadas e repetidas ao sol. Queimaduras solares acumuladas durante a vida predispõem ao câncer da pele.
2. Evite se expor ao sol nos horários próximos ao meio-dia. O horário entre 10 e 16 horas tem grande incidência de raios ultra-violeta B, principais responsáveis pelo surgimento do câncer da pele. Procure a sombra neste período.
Você não quer ficar assim…
3. O bronzeamento ocorre gradativamente, após os primeiros dias de exposição. A pele leva 48 a 72 horas para produzir e liberar a melanina, pigmento que dá cor à pele. Portanto, não adianta querer se bronzear em um só dia. Ficar muito no sol não vai acelerar este processo. Você só vai se queimar e as queimaduras promovem danos irreversíveis para a pele.
4. Use sempre barracas de praia, bonés, viseiras ou chapéus. Cerca de 70% dos cânceres da pele ocorrem na face, proteja-a sempre. Não se esqueça de proteger os lábios e as orelhas. As barracas devem ser grossas, para bloquear bem a passagem do sol.
5. Aplique generosamente o filtro solar, 20 a 30 minutos antes de sair ao sol. Este é o tempo necessário para a estabilização do protetor solar na pele, de modo que sua ação ocorra com maior eficácia. Faça isso de preferência em casa, sem pressa. Lembre-se de reaplicar o filtro a cada 2 horas ou após mergulhar.
6. Use filtro solar com FPS 30 ou maior. FPS é a abreviação de Fator de Proteção Solar e significa que usando um filtro com fps=30 sua pele levará 30 vezes mais tempo para ficar vermelha do que sem proteção. Pessoas de pele muito escura podem usar filtros solares com fator de proteção 15.
7. Peles claras e pessoas ruivas exigem maiores cuidados, pois são mais propensas ao câncer da pele. Pessoas de pele muito clara raramente se bronzeiam, portanto não insista em querer se bronzear, você só vai se queimar e danificar sua pele.
8. Mormaço também queima. Não se engane. Mesmo nos dias nublados, até 80% da radiação ultravioleta pode atravessar as nuvens e chegar à Terra. Portanto, use filtros solares também nestes dias.
9. Filtro solar deve ser usado diariamente. Se você se expõe ao sol diariamente, mesmo que não seja na praia, use filtro solar nas áreas expostas para evitar o dano solar que se acumula durante os anos de vida.
10. A proteção solar das crianças é responsabilidade dos pais! Proteja as crianças e estimule os adolescentes a se protegerem. Este é um hábito que deve ser formado desde cedo. Cerca de 75% da exposição solar acumulada durante a vida ocorre até os 20 anos de idade, sendo muito importante a proteção solar nesta época da vida.
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Radiação ultravioleta
A radiação Ultravioleta (UV) faz parte da luz solar que atinge a Terra. Ao atingir nossa pele, os raios UV penetram profundamente e desencadeiam reações imediatas como as queimaduras solares, as fotoalergias (alergias desencadeadas pela luz solar) e o bronzeamento.
Provocam também reações tardias, devido ao efeito acumulativo da radiação durante a vida, causando o envelhecimento cutâneo e as alterações celulares que predispõem ao câncer da pele.
A radiação ultravioleta que atinge a Terra se divide em radiação UVA e UVB, já que os raios UVC, que são os mais perigosos, são bloqueados pela camada de ozônio.
Radiação Ultravioleta A (UVA)
Maior parte do espectro ultra violeta, a radiação UVA (comprimento de onda entre 315 e 400 nm) possui intensidade constante durante todo o ano, atingindo a pele praticamente da mesma forma durante o inverno ou o verão. Sua intensidade também não varia muito ao longo do dia, sendo pouco maior entre 10 e 16 horas do que nos outros horários.
A radiação UVA penetra profundamente na pele e suprime o sistema imune, sendo a principal responsável pelo fotoenvelhecimento. Tem importante participação nas fotoalergias e também predispõe a pele ao surgimento do câncer.
Os raios UVA também estão presentes nas câmaras de bronzeamento artificial, em doses mais altas do que na radiação proveniente do sol.
Fotoenvelhecimento
Radiação Ultravioleta B (UVB)
Cerca de 90% da radiação UVB (comprimento de onda entre 280 e 315 nm) não chega à superfície da Terra porque é absorvida pela camada de ozônio da atmosfera.
Os raios UVB penetram menos profundamente que os raios UVA e são eles os responsáveis pelas queimaduras solares.
A incidência da radiaçao UVB aumenta muito durante o verão, especialmente nos horários entre 10 e 16 horas, quando a intensidade dos raios atinge seu máximo.
A radiação UVB é a principal responsável pelas alterações celulares que predispõem ao câncer da pele, como os carcinomas basocelular e espinocelular.
Queimadura solar
Considerações importantes
1) Apenas os raios UVB causam as queimaduras solares portanto, o fato de você não ter ficado vermelho, não significa que sua pele não sofreu a ação danosa da radiação UV, porque o UVA não causa queimaduras mas danifica a pele. Aquele sol de inverno que pareceu não causar problemas porque você não se queimou, na verdade também está prejudicando sua pele favorecendo, principalmente, o seu envelhecimento, da mesma forma que as câmaras de bronzeamento artificial.
2) A quantidade de UVA emitida por uma câmara de bronzeamento pode chegar a ser 10 vezes maior que a da luz solar. Pode-se imaginar o dano causado à pele por este tipo de tratamento. Dano este que só vai aparecer com o passar dos anos. O uso destas câmaras para bronzeamento deve ser evitado apesar das alegações de que não fazem mal à pele. Elas provocam o envelhecimento precoce e predispõem ao surgimento do câncer da pele.
3) O FPS representa apenas a proteção contra o UVB. Alguns filtros solares já trazem também o fator de proteção contra o UVA.
4) EVITE OS HORÁRIOS ENTRE 10 E 16 HORAS. Este é o pior horário para se expor ao sol devido à grande intensidade da radiação UVB, principal causadora do câncer da pele. Se você tem que se expor ao sol neste horário, proteja-se intensamente com protetores solares de FPS alto, use chapéus, roupas e barracas. Quem tem a ganhar é você.
domingo, 21 de agosto de 2016
Como castigar os filhos e educar ao mesmo tempo?
“Educar não é uma tarefa simples. Requer trabalho e paciência por parte dos pais. Cabe a eles ensinarem as regras e os limites do convívio social, com calma e segurança.”
Os castigos para funcionarem positivamente como uma estratégia educativa devem ser rápidos, imediatos, verbalizados e aplicados sem raiva… E para auxiliar a aplicar o castigo da forma CORRETA e EDUCATIVA, segue a lista das 10 principais dicas.
1) Explique os motivos do castigo
Os filhos precisam entender o motivo do castigo e não acharem que estão sendo punidos por autoritarismo ou irritação dos adultos. Os filhos precisam entender que o castigo é consequência de algo que eles mesmos praticaram e que os pais não têm prazer em castigar. A criança precisa entender o que motivou a perda para poder pensar em uma estratégia para evitar que aquele mau comportamento seja repetido.
2) Preste atenção nas suas palavras
Fale sempre com objetivo e rigidez, olhando para a criança e fazendo com que entenda que você está chateada com a tal atitude e não propriamente com ela. Portanto, lá vai uma dica: nunca diga “Como você é feio”, e sim, “Que coisa feia você fez”.
3) Não bater JAMAIS
As famosas “palmadinhas” não são bem-vindas na educação da criança. A agressão provoca raiva e medo. E é justamente o medo da agressão que fará a criança não repetir a atitude errada e não por que ela compreendeu as razões da punição.
4) O castigo deve ser imediato
A criança pequena deve ser repreendida logo em seguida ao mau comportamento. Mas tome cuidado com essa dica, pois o castigo não deve ser aplicado na presença de outras pessoas, uma vez que a existência de público o tornaria mais humilhante.
5) Não aplique o castigo na hora da raiva
Tenha sempre calma, não grite. As crianças se acostumam com os gritos e isso não mais as assustarão.
6) Seja firme
Cuidado para não se “desmanchar” com choros e chantagens depois da decisão tomada: não volte atrás, a criança poderá usar essa arma para se livrar dos castigos sempre.
7) Castigos justos
Não exceda os limites do que é razoável. Pense se realmente é necessário um castigo naquele momento para que este não se torne algo banal e perca a credibilidade. O castigo deve ser ainda proporcional ao ato cometido e não ao estado de humor do adulto naquele momento.
8) Os castigos de longa duração de tempo não funcionam
É preferível deixar a criança sentada por 5, 8 ou 10 minutos do que por uma hora, pois logo após 10 a 20 minutos a criança, como ser lúdico que é, começa a se distrair com seus pés, suas pernas, seus cabelos e até esquece que está de castigo.
9) Aplique o tempo correto no castigo
Recomenda-se calcular o tempo do castigo da seguinte forma: um minuto de castigo por ano de vida da criança ou adolescente. Não se esqueça que as noções de tempo do adulto são diferentes das percepções da criança. Para uma criança, 60 minutos podem ter a sensação de duração de 5 ou 6 horas. Em relação ao tempo, os adolescentes também possuem uma percepção temporal diferente da dos adultos: eles começam a se distrair com seus pensamentos e se esquecem do castigo.
10) Cuidado com as ameaças
Jamais ameaçar e não cumprir, portanto cuidado com o que anunciar que será feito.
sábado, 20 de agosto de 2016
Dicas experts para substituir o castigo
- Mude o foco:
Quando a criança insiste em mexer em algo que não deve, distraia a atenção dela com outra coisa em vez de ficar gritando “Não mexe”.
- Combine:
Seu filho tem que estudar, mas deixe que ele escolha o horário mais conveniente, desde que você concorde com isso.
- Não faça:
Colocar a criança de castigo no berço vai fazê-la associar o sono a algo ruim.
- Não rotule:
Se você ficar chamando seu filho de egoísta, preguiçoso, burro, é isso que ele vai ser. O jovem e a criança não sabem quem são, é o adulto que diz quem ele é.
- Fique fora:
Se seus filhos estão brigando, não interfira. Eles querem chamar sua atenção.
- Não a deixe chorando:
A criança introjeta uma sensação de abandono.O bebê precisa do toque, do colo, do cheiro, da sensação corporal.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Castigo para pensar, nem sonhando!
Castigo: pena ou punição que se inflige a pessoa ou animal.
Pensar: submeter ao processo de raciocínio lógico; ter atividade psíquica consciente e organizada; exercer a capacidade de julgamento, dedução ou concepção; refletir sobre, ponderar, pesar.
Pensar: submeter ao processo de raciocínio lógico; ter atividade psíquica consciente e organizada; exercer a capacidade de julgamento, dedução ou concepção; refletir sobre, ponderar, pesar.
Então, vamos pensar juntas. Você vê alguma relação possível entre o substantivo e o verbo descritos acima pelo dicionário? Enquanto o castigo representa um ato de repreensão, portanto, algo que não é bem-vindo (afinal, ninguém quer ficar de castigo), o pensar indica uma atitude enriquecedora, profunda, madura e reveladora. Não é assim? Mas aí vêm as supernannies (as superbabás que acham que detêm as chaves secretas da educação) com seus manuais e decretam “quando seu filho fizer algo errado, coloque-o no cantinho do castigo para pensar”. Ok, pensemos nós que somos adultas: Você acha mesmo que seu pequeno de 3 anos vai usar aqueles minutos de isolamento pensando no que fez, refletindo sobre as consequências dos seus atos e voltar dali uma criança melhor, mais bem-educada? Não, não vai. E quem faz esta afirmação são os especialistas no assunto. “Botar uma criança pequena para pensar no que fez só serve para dar uns minutos de descanso para a mãe, não tem função educativa, porque a criança só consegue pensar sobre o que fez e só compreende o sentido moral das regras e dos valores a partir dos 6, 7 anos”, explica nossa colunista, a psicóloga e pedagoga Elizabeth Monteiro, mãe de Gabriela, Samuel, Tarsila e Francisco. “Não gosto das supernannies, o que elas fazem é adestramento, e quem faz isso com uma criança não conhece seu desenvolvimento cognitivo, psíquico e intelectual.” Do ponto de vista emocional, deixar a criança sozinha não deveria ser um castigo, mas um privilégio. “Quando a gente coloca a criança para pensar mostra que não quer ficar com ela. E se ela não pensou quando bateu ou mordeu ou fez algo errado, por que vai pensar agora? Como dizia minha mãe, ela fica pensando na morte da bezerra e não no que você pediu. Terminado o período de prisão, ela fica livre para fazer tudo de novo. Não houve uma atitude educacional” pondera a doutora em psicologia escolar Luciene Tognetta, mãe do Gabriel.
O pensar, que é uma coisa tão boa, uma elaboração, um sinal de inteligência e crítica, acaba virando um castigo. Como a criança só passa a refletir realmente sobre seus atos a partir dos 6 anos, sabe o que ela faz quando vai parar no tal do cantinho? Cria mecanismos automáticos para se livrar da punição. “Já pensei, posso sair agora?”, diz sem acreditar no que está dizendo. O papel dos pais é fazer o filho entender os próprios sentimentos para que ele aprenda a nomear suas emoções. Dizer a ele frases do tipo:“Você está triste porque seu brinquedo quebrou, você está irritado porque quer dormir, você está bravo porque eu não deixei você fazer o que queria. Essa é a principal função da mãe até os 5 anos. É muito mais importante do que fazer a criança pensar sobre um erro. Você está com ela criando associações”, ensina Betty.
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FECHAR
Criança é do contra
O castigo é importante, sim, e funciona desde que tenha uma correspondência direta com o erro. Ele deve ser educativo e não punitivo. “A partir dos 3 anos, a criança já fica mais solta e tem percepção do que agrada ou não os pais. Antes disso, o “não “ é muito importante, porque é o primeiro organizador psíquico. Até os 4, 5 anos de idade, a criança é naturalmente oposicionista, em outras palavras, é do contra. Acha que é o centro do universo e as pessoas estão ali para servi-la”, explica Betty. Quantas vezes por dia seu filho diz “mãe, tô com fome”, “mãe, pega isso pra mim”, “mãe, vem aqui”?
Segundo a psicóloga, essa é uma característica egocêntrica, o que é bem diferente de ser egoísta. E aí os pais se confundem, rotulando o filho de egoísta por não querer dividir o brinquedo com um amigo, por exemplo. “Nunca se deve rotular a criança, porque o rótulo é pra sempre”, diz Betty.
O uso do “não”, no entanto, deveria ser menos banalizado. Há mães que dizem tantos, mas tantos, diariamente, que a criança nem dá mais importância. Diante de uma birra, uma boa alternativa é desviar o foco dela para outra atividade. “Mães que falam “não” demais acabam perdendo a autoridade. Ele precisa ser deixado para situações importantes, que não faltarão ao longo da infância e da vida adulta. Se o filho está mexendo na sua porcelana – que pra ele nada mais é do que um brinquedo –, tire o objeto de suas mãos, diga que é algo de que você gosta muito, que não quer que quebre e ponha em um lugar inacessível. Assim, você irá economizar muitos nãos inúteis.
Sujou? Limpa!
A criança sujou a parede? Então, faça-a limpá- la – do seu jeito, claro, sem exigir um trabalho impecável, pois o que vale aqui é a intenção mesmo. Deu um tapa em você? Segure as mãozinhas dela, olhe bem nos seus olhos e diga “eu não quero que você faça isso, a mamãe não faz isso (desde que você não faça mesmo). Estou muito brava”. E fique séria, seja firme. Essa é a tal correspondência direta com o erro. Desde muito cedo, a criança percebe quando seu comportamento deixa a mãe triste ou feliz. Por isso, é tão importante sinalizar imediatamente. “Você fez isso, é feio, a mamãe não gosta”. Mas atenção: mostrar que não gosta do que ela fez e jamais deixar a mínima dúvida do seu amor por ela. Nunca dizer “a mamãe não gosta de você porque você fez isso”. Nunca!
Um grande equívoco é os pais punirem o filho privando-o de alguma atividade que lhe dá prazer e não tem absolutamente nada a ver com o erro cometido. Vocês foram ao supermercado, ele fez birra porque queria determinado chocolate que você não comprou e então você tira o videogame por dois dias. “Mas qual é a relação da birra com o jogo? Nenhuma. Então, o castigo é dizer que você não vai mais levá-lo porque ele não sabe se comportar naquele lugar”, ensina Betty. Agora, e a criança está mal na escola por causa do videogame ou da televisão, aí sim é preciso interferir. “Sempre haverá uma escolha a fazer. A mãe pode dar a opção de ele estudar e depois ver TV ou ficar sem TV”, sugere Luciene. “O castigo não deve ser dado sem que a criança tenha condição de reparar o erro, de se responsabilizar por ele, por isso, falou um palavrão, deve conversar com quem ofendeu.” E não é isolando a criança em um cantinho que você vai fazê-la entender um erro. O pior é ela até se acostumar com aquela punição e esperar por ela com a maior naturalidade. “Há crianças que se conformam, tanto faz ficar ou não de castigo, e há aquelas dão um jeitinho de fazer algo errado escondidas dos pais, quando eles não estão vendo”, conta Luciene, que deixa uma pergunta: E quando essa criança crescer ela vai achar que pode fazer coisas erradas quando ninguém estiver olhando? Essa é pra gente pensar!
Combinações
Com crianças maiores, é possível fazer combinações, mas que sejam boas para os dois lados. De horários de estudo, por exemplo. Mas não adianta você definir um período em que seu filho vai estar interessado em outra coisa e não vai estudar. Pergunte a le, deixe-o decidir quando se sente melhor para enfiar a cara nos livros. Mas também deixe claro que combinados não se quebram, porque aí quebra-se algo essencial em qualquer relação: a confiança.
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Judo
Outro esporte que distribui uma quantidade enorme de medalhas. São 14 categorias disputadas nos Jogos Olímpicos, sendo, 7 no masculino e 7 no feminino:
- Categorias do Masculino
- Ligeiro – até 60 kg
- Meio – Leve – até 66 kg
- Leve – até 73 kg
- Meio – Médio – até 81 kg
- Médio – até 90 kg
- Meio – Pesado – até 100 kg
- Pesado – acima de 100 kg
- Feminino
- Ligeiro – até 48 kg
- Meio-Leve – até 52 kg
- Leve – até 57 kg
- Meio – Médio – até 63 kg
- Médio – até 70 kg
- Meio – Pesado – até 78 kg
- Pesado – acima de 78 kg
As lutas ocorrem em um Tatami com área entre 14 m e 16 m de largura. Os competidores devem usar quimono. As lutas duram cinco minutos e vence aquele que aplicar o ippon ou imobilizar o adversário, também existe a vitória por pontos, caso não haja vitória em alguns dos casos anteriores.
Caso a luta termine empatada, os atletas irão disputar o golden score que consiste em uma nova luta, também com 5 minutos de duração, nesta disputa, quem pontuar primeiro vence.
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