domingo, 9 de outubro de 2016
Síndrome de Impacto (Bursite do Ombro)
Conhecida como bursite, "reumatismo" ou, simplesmente, dor no ombro, a Síndrome do Impacto é uma inflamação do músculo supraespinhal e da bursa (bolsas sinoviais espalhadas pelas principais articulações do corpo), que surge devido ao impacto entre os ossos, toda vez que você levanta seus braços. E essa dor no ombro, que se irradia para a porção média do braço, costuma piorar com atividades que exijam a elevação dos braços (professores, pintores, carregadores), com exercícios físicos intensos (vôlei, natação) e à noite, quando se estende o braço ao longo da cama, estirando os tendões já inflamados. Em cerca de 70% dos casos, o tratamento clínico alivia os sintomas. Já os 30% restantes apresentam recorrências frequentes da dor e, muitas vezes, precisam de procedimentos cirúrgicos para melhora definitiva do quadro.
sábado, 8 de outubro de 2016
Anemia mais comum
Felizmente, a anemia mais comum é a justamente a ferropriva, que pode ser revertida com acompanhamento médico e evitada por meio de uma boa alimentação. “Se a pessoa comer carne, verduras de cor verde escura e feijão, ela consegue a quantidade de ferro necessária para o dia”, conta a ginecologista Barbara Murayama.
O ferro é absorvido no estômago e no início do intestino, conta Rogério Alves. A hematologista explica que a vitamina C ajuda o ferro ser absorvido. “Sempre que for comer algum alimento com ferro, ingira antes vitamina C, como limão ou laranja”, diz ela. Se a refeição for acompanhada por refrigerante à base de cola, todo o esforço foi em vão, pois essa bebida diminui a absorção de ferro. Além disso, o café e chá preto estão na lista negra daqueles que querem evitar a doença.
Os vegetarianos, por não consumirem carne – o ferro mais bem absorvido é o da carne – precisam estar atentos para os vegetais ricos no nutriente e manter uma dieta constante para que não haja carência. Descuidos podem fazer com que a hemoglobina caia e cause todos os sintomas de anemia.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Anemia
Anemia não é uma doença banal!
Muitas pessoas acreditam que a anemia é uma doença de menor importância. Mas não deveriam. Ela pode debilitar uma pessoa e causar problemas sérios no coração, se não tratada corretamente. Tudo isso por falta de ferro, vitaminas ou ácido fólico. Além disso, ela nunca vem sozinha: há sempre uma causa para a doença acontecer. O câncer é uma das doenças que provoca anemia, por exemplo.
A anemia consiste em ter uma baixa de hemoglobina, uma célula do sangue que carrega oxigênio. Sem elas, não há oxigenação adequada dos tecidos do corpo e aí surgem os problemas.
“A anemia nunca é causa de alguma coisa, mas consequência”, explica o hepatologista e gastroenterologista do Hospital Beneficência Portuguesa, Rogério Alves.
Ele conta que assim que se descobre que um paciente está com anemia é necessário investigar as causas por trás da doença. “Pode ter um tumor no trato gastrointestinal, esôfago ou intestino, a pessoa pode estar perdendo ferro por aí, ou até mesmo uma verminose”, conta.
Além disso, há a causada por carência de ferro, de ácido fólico, vitamina B12 e menstruação excessiva, explica Rogério. Conhecendo melhor o problema, é possível direcionar o tratamento.
Alves explica ainda que a gama de doenças que causam anemia é grande. “Leucemias, doenças autoimunes, linfomas, doenças hereditárias, entre outras”, diz.
No caso de mulheres jovens, a menstruação excessiva é, mais comumente, uma das causas de anemia ferropriva, aquela causada por carência de ferro.
“Quando o fluxo é muito intenso, a mulher perde muito sangue e pode ter anemia imediatamente ou esperar alguns meses para ter”, explica a ginecologista e coordenadora da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho, Barbara Murayama. “Nesse caso é preciso entrar com suplementação de ferro. Dependendo do caso, uma das opções é suspender a menstruação”, conta. "O mais importante é investigar a razão desse sangramento para então direcionar o tratamento".
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Transtorno Alimentar
Transtorno alimentar é quando há uma intensa perturbação do comportamento alimentar, trazendo conseqüências negativas (prejuízos) a pessoa. Podem ser bulimia nervosa, anorexia nervosa,compulsão alimentar.
Anorexia Nervosa
A pessoa apresenta um medo intenso de engordar ou de se tornar gorda; não aceita manter o peso mínimo normal proporcional a sua altura e idade; imagem corporal distorcida se percebe como gorda, sendo que muitas vezes já está com seu peso extremamente baixo; sua vida gira em torno do corpo (muita atividade física, controle da alimentação); amenorréia (ausência de pelo menos três ciclos menstruais consecutivos). Em um estágio mais avançado de desnutrição a pessoa pode ter problemas gastrintestinais e cardiovasculares, como também pele seca, amarelada e recoberta pó uma penugem, tontura, unhas e cabelos quebradiços e anemia.
Bulimia Nervosa
Sua característica principal é o chamado “binge-eating”, que pode ser traduzido como orgia alimentar (a pessoa come de forma compulsiva, sem controle, durante um certo período, às vezes durante 1 hora) e após ingerir tanta comida se sente culpada por este comportamento e então vomita, usa laxantes e diuréticas. Neste episódio que pode ocorrer diversas vezes por dia, podem ser ingeridas até mais que 10.000 Kcal. Além disso, a pessoa pode possuir uma imagem corporal distorcida, achando-se gorda, mesmo estando magra, além de intensa preocupação com o seu corpo.
Compulsão Alimentar Periódica
A pessoa apresenta comportamentos de comer exageradamente, mas não faz uso de laxantes, diuréticos e vômitos ou intensa atividade física e só param de comer “quando não agüentam mais”. Alguns fazem dieta devido a insatisfação com o seu corpo, pois possuem obesidade moderada a grave, mas não está relacionado a distúrbios da imagem corporal.
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
7 problemas de um homem estressado
Ao ouvir falar em stress, logo associamos a algo negativo e prejudicial. Entretanto, o stress, quando em baixos níveis e em resposta a situações de alerta, é uma reação benéfica, que nos coloca imediatamente em “velocidade máxima” para responder a determinado estímulo. Sob esse aspecto, o stress é protetor.
O problema é quando estas situações tornam-se habituais. O acúmulo de stress acaba nos colocando em “modo de alerta” com intensidade desproporcional ao necessário, complicações surgem, ficamos menos capazes de lidar com as demandas cotidianas e então o estresse aumenta ainda mais. As estimativas médicas mostram que 60 a 90% das doenças têm origem em stress, associado ou não a outros fatores.
Sendo assim, listo abaixo algumas consequências deletérias do stress para quem sempre deixa a qualidade de vida para a semana seguinte.
1. Infertilidade
É a notícia que ninguém quer ouvir: sim, amigos, o stress tem um efeito negativo em sua contagem de esperma. Quando vocês estão estressados, os hormônios do stress interferem com as células de Leydig, que devem regular a produção de testosterona. Em vez de manter as coisas equilibradas, as células são dominadas pelo hormônio glucocorticoide que diminui a testosterona até um ponto onde o corpo deixa de fazer o esperma.
A boa notícia é que uma baixa contagem de espermatozoides devido ao stress pode ser revertida. Basta (adivinhem!) reduzir o nível de stress.
2. Problemas de pele
Stress é significativo para a saúde da sua pele, especialmente quando se desregula o equilíbrio de gordura na epiderme, permitindo que bactérias infecciosas por ali passem.
Alguns cientistas acreditam que o stress pode ser uma causa parcial em doenças de pele como eczema e psoríase. Algumas manchas e erupções cutâneas não são primariamente de doenças de pele, sendo causadas puramente por stress.
Mais uma vez, com a redução do stress, tem-se a resolução do problema.
3. Obesidade
À medida que os adultos ficam mais estressados, muitos também ficam mais pesados. Quando o peso extra é devido a excessos, o stress é frequentemente culpado por promover o consumo excessivo de alimentos como uma resposta emocional.
Para as pessoas sob estresse emocional, comer torna-se mecanismo de enfrentamento da escolha. Isso não seria tão ruim se isso só acontecesse com o estômago vazio, maso stress pode inclusive causar fome mesmo depois da refeição. A frequência com que se come, e o tamanho das porções alimentares começam a aumentar, fazendo com que o fast food se torne uma escolha comum.
A obesidade traz seus perigos próprios, mas o exercício é a solução mais produtiva para a redução do stress e perda de peso juntos.
4. Asma
Para quem sofre de asma, o stress é um gatilho para crises. Como a ansiedade é um traço comum de stress, quando elevada traz consigo uma mudança nos padrões de respiração natural. Se você tem asma, um ataque de ansiedade pode provocar os sintomas, inclusive de forma mais grave. E isto pode ter um efeito bola de neve, uma coisa levando a outra.
Ainda que o stress não tenha sido diretamente reconhecido como uma causa da asma em si, alguns estudos estabelecem esta relação.
5. Queda da imunidade
A resposta de luta ou fuga é boa para o sistema imunológico quando se prepara o organismo para combater uma infecção repentina, como um arranhão. Porém, em excesso, o feitiço pode se voltar contra o feiticeiro: quando o sistema imunológico responde desta forma repetida e continuada, pode levar à supressão da imunidade do corpo inteiro.
O stress provoca um desequilíbrio em toda a base do sistema imunológico. As pessoas saudáveis têm células da imunidade natural, sempre prontas para curar infecções. Há também células da imunidade específica que levam mais tempo para criar e combater patógenos específicos. Stress crônico pode debilitar o sistema imunológico, enfraquecendo a sua capacidade de criação e combate dessas células essenciais. Com uma estrutura inadequada de imunidade, há uma mudança significativa na capacidade do organismo combater infecções e permanecer livre de problemas.
6. Doença cardíaca e hipertensão arterial
As ligações entre stress crônico e doenças do coração podem ser encontradas no estado civil e em acontecimentos estressantes recentes. As pessoas solteiras estatisticamente morrem mais cedo do que as casadas porque tendem a ter menos apoio emocional. A mortalidade também aumenta em pessoas que estão passando por eventos marcantes, como a morte de um membro da família ou uma perda de emprego.
É difícil explicar como o estresse afeta o coração, mas alguns das coisas que as pessoas fazem em momentos de stress (como fumar) contribuem para o problema. Além disso, um fator de risco para doenças cardíacas é a hipertensão arterial, que também pode ser causada por stress – especificamente, pelos hormônios que contraem os vasos sanguíneos e aceleram os batimentos cardíacos durante uma resposta ao stress.
7. Dor crônica e enxaqueca
Dor nas costas, rigidez muscular e ligamentar são apenas algumas das maneiras pelas quais o stress pode trazer mal estar. A dor é, essencialmente, a maneira de seu corpo dizer a você que está estressado. Assim, quando o stress continua, a dor torna-se prolongada e pode ficar muito pior. À medida que aumenta a dor, também aumenta a ansiedade e o ciclo vicioso continua.
Dores de cabeça e enxaqueca não são surpresa, em se tratando de sua relação com o stress. A gênese da enxaqueca tem lugar na expansão de vasos sanguíneos abaixo do crânio, como parte de um desequilíbrio químico. O desequilíbrio leva à dor.
No stress
É preciso ser pró-ativo na forma como lidamos com o stress. Como vimos, o stress crônico pode ser literalmente um assassino, por isso é bom não deixar pequenas coisas evoluírem para um estado crônico de tensão, que acabará induzindo doenças físicas. É preciso encontrar uma saída. Para alguns, pode ser exercício. Para outros, terapia.
E o corpo agradece...
Dr Health, atestando que a pessoa que criou as cantinas em hospitais foi de uma sagacidade e faro empreendedor fenomenal. Você se estressa no plantão e a primeira coisa que vê é um bando de salgadinhos e outras porcarias apetitosas. Genial.
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Disturbios Monogênicos
Na prática clínica, a maior importância da genética é seu papel na etiologia de um grande número de distúrbios. de cromossomos.
Os distúrbios monogênicos, denominados mendelianos, caracterizam-se por seus padrões de transmissão nas famílias. A fim de estabelecer o padrão de transmissão, a primeira etapa é obter informações sobre a história familial do paciente e resumir os detalhes na forma de um heredograma, por meio de sinais e símbolos padronizados.
Os distúrbios monogênicos, denominados mendelianos, caracterizam-se por seus padrões de transmissão nas famílias. A fim de estabelecer o padrão de transmissão, a primeira etapa é obter informações sobre a história familial do paciente e resumir os detalhes na forma de um heredograma, por meio de sinais e símbolos padronizados.
A obtenção de história familial abrangente é uma primeira etapa fundamental na análise de qualquer distúrbio. Uma história familial adequada deve incluir informações sobre os parentes, nos vários ramos da família pelo menos até os avós e seus irmãos, os pais, os irmãos, os tios e os primos em primeiro grau do paciente. A história deve conter detalhes como nomes, datas de nascimento, morte, mortes precoces de lactentes, partos de natimortos e abortos espontâneos. Deve-se documentar a consanguinidade dos pais, bem como antecedentes geográficos e étnicos.
Algumas definições importantes!!!!!!
Existem quatro padrões básicos de Herança Monogênica:
Herança Autossômica Dominante
Herança Autossômica Recessiva
Herança Dominante Ligada ao X
Herança Recessiva Ligada ao X
Herança Autossômica Recessiva
Herança Dominante Ligada ao X
Herança Recessiva Ligada ao X
A distinção entre a herança autossômica e ligada ao X depende da localização cromosômica do gene.Um critério de exclusão de herança ligada ao X é a transmissão do fenótipo de homem para homem.
Uma herança é dominante quando um fenótipo é expressado da mesma maneira em homozigotos e heterozigotos e é recessiva quando somente expressado em homozigotos.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
DICAS PARA PROTEGER OS JOELHOS
1-Quando estiver na academia, lembre-se de exercitar a musculatura posterior e inferior das coxas de forma racional. Se houver descompasso entre as duas regiões pode ocorrer o aumento do risco de lesões.
2-Esportes que exigem mudanças de direção em alta velocidade, como futebol ou basquete, estão entre as principais causas de danos nos joelhos. Fique atento aos movimentos, pois as lesões são sempre acidentais.
4-Lesionou o joelho? Então, aplique imediatamente no local uma compressa de gelo. Utilizar bolsas de água quente pode agravar o incômodo.3-Use um tênis com bom amortecimento sempre que possível. Quando usados por um longo período de tempo, saltos altos e finos podem causar problemas nas articulações e, além disso, ocasionar o aparecimento de dores.
5-Muita atenção aos joelhos durante as aulas de spinning, porque forçar o ritmo das pedaladas pode sobrecarregar as articulações. Nem sempre as lesões são sentidas na hora, enquanto o corpo ainda está “quente”.
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