terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Porque tirar refrigerante da nossa vida? Topico 2

Protege do cálculo renal

Um estudo publicado afirma que consumir refrigerantes e outras bebidas adocicadas pode aumentar de 23% a 33% os riscos de formação de pedras no rim. O trabalho analisou 194.095 voluntários em um período de mais de oito anos. "Isso acontece porque os refrigerantes possuem em sua composição fosfatos, substância que se consumidas diariamente favorecem a formação de cálculos renais", afirma a endocrinopediatra. O fosfato é uma substância que interfere na absorção do cálcio, e quando ela está em nosso organismo em grandes quantidades favorece a excreção de cálcio para urina - fator esse de risco para cálculo renal.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Porque tirar refrigerante da nossa vida? Topico 1

Evita a obesidade e ajuda a emagrecer

"Sabe-se que, hoje em dia, o consumo de refrigerantes é um dos principais contribuintes para a epidemia de obesidade", ressalta a endocrinologista. O refrigerante está relacionado à obesidade uma vez que é uma bebida extremamente calórica e geralmente consumida em grande quantidade, levando ao ganho de peso principalmente por excesso de calorias. "Além disso, os refrigerantes têm um alto teor de açúcar, que está diretamente ligado ao aumento de peso", explica a endocrinopediatra.

Outro ponto a se considerar é que o consumo de refrigerantes pode fazer com que você sinta fome antes da hora. Quando absorvidos no intestino, os refrigerantes liberam grande quantidade de açúcar na corrente sanguínea de uma só vez, o que faz com que o pâncreas libere mais insulina. "Essa insulina excessiva leva à fome, a fim de nos fazer consumir mais açúcar para manter o equilíbrio metabólico", explica. No caso dos refrigerantes sem diet ou zero, esse mecanismo pode ser explicado da seguinte forma: apesar de não conterem açúcar, eles possuem sabor doce conferido pelos adoçantes. Segundo a especialista, isso pode fazer com que nosso cérebro registre a mensagem de que estamos consumindo doces, e isso provocar uma maior liberação de insulina para metabolizar esse açúcar, surgindo fome. "O consumo constante de bebidas artificialmente adoçadas confunde a habilidade natural do organismo de controlar o consumo de calorias, pois o corpo identifica que está com fome reunindo informações sobre o sabor doce do alimento e seu valor calórico", explica. "Como o sabor não vem acompanhado de calorias, existe um efeito rebote, que determina mais fome e mais vontade de consumir esses alimentos".

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Previnindo separação do alergico e do pet

Segundo o médico alergista Roberto Ronald, uma forma muito simples de minimizar o risco de reações alérgicas é passar óleo mineral, facilmente encontrado em farmácias, no pelo dos pets após o banho semanal. “Isso muda a consistência da caspa do cão e impede que ela esfarele e fique no ar”, explica.
O hábito, porém, pode não ser suficiente para proteger crianças muito alérgicas. “Em casos mais sérios, não aconselho mais de um animal doméstico em casa. Eles soltam no ambiente substâncias que atraem uma série de microinsetos, como o ácaro, que também causam alergia”, diz Ronald.
Segundo ele, o ideal é que um especialista seja consultado para que o melhor seja feito. “Tive um paciente que era asmático e tinha um cachorro como único companheiro. Não pude orientá-lo a se desfazer do animal, mas recomendei que seguisse algumas medidas para preservar a saúde”, lembra.
De acordo com o alergista, novos estudos indicam a importância de um bichinho na vida das crianças, inclusive na prevenção de problemas de saúde.
A psicóloga Giovanna Guiotti confirma os benefícios desse convívio. “Para crianças pequenas que têm dificuldades de interação social e que são mais tímidas, os cães podem ajudar a reduzir o sentimento de solidão, assim como encorajar a empatia”.
Se o quadro alérgico for incontornável, Guiotti sugere que o animal seja transferido para um lar conhecido, de preferência onde o dono possa visitá-lo às vezes ou, pelo menos, de onde obtenha notícias. Além disso, a especialista recomenda a adotar de outro animal de estimação, não alérgico.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Já tenho um cão ou gato e quero adotar mais um. como pode ser feita a integração entre dois animais da mesma espécie?

O processo de adaptação pode ser longo e exigir paciência. Profissionais recomendam que cães se conheçam fora de casa, em território neutro. saia para passear com um deles e peça a outra pessoa que traga o outro. Deixe que se cheirem e estabeleçam a hierarquia. No caso de um ficar agressivo, repreenda-o, mas não deixe de confortar ambos, demonstrando sua vontade de que convivam bem juntos. Na casa, cada um deve ter brinquedos e tigelas próprios. Com felinos, o processo é parecido. traga o novo gatinho e deixe-o em um ambiente separado. O gato mais velho sentirá o cheiro e, aos poucos, ambos poderão conviver.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

E se eu não me adaptar ao animal ou vice-versa?

Adotar é um compromisso sério. Mas podem, sim, ocorrer problemas. Algumas ONGs criaram alternativas para isso. o Clube dos Vira-Latas permite que você passe um tempo com o pet e teste a adaptação. Caso surjam contratempos incontornáveis, a instituição o aceita de volta. Na Natureza em Forma é feito o acompanhamento pós-adoção por telefone e e-mail. Desistir do animal não deve ser uma opção: ele sofre com isso. Para a Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal, a Arca Brasil, quem deseja ter animais mas não tem certeza pode ser um “dono transitório”. Enquanto o bicho não encontrar um lar definitivo, o voluntário toma conta dele temporariamente. Basta ter espaço, tempo e recursos para bancar a saúde e a alimentação do hóspede.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

O bicho que já teve outro dono vai gostar de mim?

Sim. Cães e gatos são adaptáveis e vivem o momento presente. Ao chegarem em uma nova casa não pensarão em seus donos anteriores ou no lugar em que costumavam ficar. sendo bem tratados, ficarão calmos e felizes no novo lar. Adotar é um compromisso sério. Mas podem, sim, ocorrer problemas. Algumas ONGs criaram alternativas para isso. o Clube dos Vira-Latas permite que você passe um tempo com o pet e teste a adaptação. Caso surjam contratempos incontornáveis, a instituição o aceita de volta. Na Natureza em Forma é feito o acompanhamento pós-adoção por telefone e e-mail. Desistir do animal não deve ser uma opção: ele sofre com isso. Para a Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal, a Arca Brasil, quem deseja ter animais mas não tem certeza pode ser um “dono transitório”. Enquanto o bicho não encontrar um lar definitivo, o voluntário toma conta dele temporariamente. Basta ter espaço, tempo e recursos para bancar a saúde e a alimentação do hóspede.