sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Comemorações do dia!







Dermatologista dá dicas simples de como resolver rachaduras nos pés

Os pés ressecados que muitas mulheres se queixam são o resultado de mais um verão que ficou pra trás.
“O mais frequente na maioria das pessoas é o ressecamento provocado pelo atrito no andar com o pé descalço, andar com o pé na areia e o uso de sandálias abertas”, explica a dermatologista Márcia Donadussi.
A bacharel em direito Mariana Villa Real passou um ano no Tocantins, onde o clima seco agravou o problema. “Meu calcanhar ficou extremamente ressecado. A pele ficou mais dura, mais espessa, até tinha aquela sensação de lixa, de tão áspero que estava. Algumas vezes aconteceu de o meu pé realmente descamar”, conta.
Outros fatores estão relacionados às rachaduras. “Frequentemente, está relacionado com fatores genéticos e, eventualmente, com alguma doença de pele, como psoríase. Problemas vascular também podem provocar ressecamentos nos pés”, esclarece a dermatologista.
Nos casos mais complicados o tratamento deve ter a orientação de um dermatologista. “As fissuras podem sangrar, podem ser bastante dolorosas e também podem ser a porta de entrada de infecções bacterianas, uma vez que o pé está em contato com todo o meio ambiente”, justifica.
Em casos mais simples, basta reforçar a hidratação em casa. “Os cremes mais indicados para as rachaduras nos pés acabam sendo aqueles cremes mais espesso, bem oleosinhos, mais umectantes. Em geral, opta-se por cremes que tem vaselina, lanolina. Em casos mais graves, são usados cremes com ureia e outras substâncias que ajudam a remover a camada de células mortas da pele”, orienta Márcia Donadussi.
Há uma dica simples, mas que sempre funciona. Após o creme, colocar um filme plástico nos pés na hora de dormir ou usar uma meia de algodão. Isso vai potencializar a ação do hidratante e a pessoa, certamente, acordará com os pés muito mais macios.
E há um alerta para quem tem o hábito de lixar os pés. “Se remover demais a camada de células mortas, o organismo reagirá e formará ainda uma camada mais espessa. Então, o ideal é lixar um pouquinho e hidratar muito bem o pé”, conclui a dermatologista.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Quais são os estágios da gengivite?

O que é gengivite?
A gengivite é uma inflamação da gengiva que pode progredir e atingir o osso alveolar. É este que envolve e sustenta os dentes. É causada pela presença da placa bacteriana ou biofilme dental, uma película incolor e pegajosa que se forma continuamente nos dentes. Se não for removida diariamente por meio da escovação e do uso do fio dental, a placa bacteriana pode se formar e as bactérias nela contidas poderão infeccionar não apenas a gengiva e a região ao redor dos dentes, mas acabarão por atingir o tecido abaixo da gengiva e o osso que suporta os dentes. Isto pode fazer com que os dentes fiquem amolecidos, caiam ou tenham que ser removidos pelo dentista.
São três os estágios da doença periodontal:
  • Gengivite: este é o primeiro estágio da inflamação gengival causada pela placa bacteriana que se forma na margem da gengiva. Se a escovação e o uso do fio dental diariamente não forem suficientes para remover a placa, ela produzirá toxinas que podem irritar o tecido gengival, causando a gengivite. Você pode notar algum sangramento durante a escovação e o uso do fio dental. Neste primeiro estágio da doença, o dano pode ser revertido, já que o osso e o tecido conjuntivo que seguram os dentes no lugar não foram atingidos.
  • Periodontite: neste estágio, o osso e as fibras de sustentação que mantêm os dentes em posição são irreversivelmente danificados. Ao redor da sua gengiva pode começar a se formar uma bolsa que avança para baixo da gengiva e onde ficam armazenados os detritos e a placa bacteriana. O tratamento dentário adequado e a higiene bucal minuciosa em casa, em geral, podem ajudar a prevenir danos maiores.
  • Periodontite avançada: neste estágio final da doença, as fibras e os ossos de sustentação dos dentes estão destruídos, o que faz com que os dentes migrem ou mudem de lugar ou se tornem abalados ou com mobilidade. Isto pode afetar sua mordida e, se o tratamento não for eficaz, você corre o risco de perder seus dentes.
Como saber se tenho gengivite?
A gengivite pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum entre os adultos. Se for detectada no seu estágio inicial, a gengivite pode ser revertida - portanto, visite seu dentista se notar qualquer um dos seguintes sintomas:
  • Gengiva vermelha, intumescida ou inchada, ou flácida.
  • Gengiva que sangra durante a escovação ou o uso do fio dental.
  • Dentes que parecem mais longos devido à retração da gengiva.
  • Gengiva que se separam ou se afastam dos dentes, criando uma bolsa.
  • Mudanças na forma como seus dentes se encaixam quando você morde.
  • Secreção de pus ao redor dos dentes e na bolsa gengival.
  • Mau hálito constante ou gosto ruim na boca.
Como é tratada a gengivite?
  • Os primeiros estágios da gengivite, de modo geral, podem ser revertidos por meio da escovação e do uso de fio dental corretos. Uma boa saúde bucal ajudará a evitar que a placa se forme.
  • Uma limpeza profissional feita pelo seu dentista é a única forma de remover a placa que se formou e endureceu - o tártaro. Seu dentista fará a limpeza ou raspagem de seus dentes para remover o tártaro acima e abaixo da linha da gengiva. Se o seu problema for muito sério, pode-se realizar um procedimento para aplainar a raiz nas suas partes mais profundas. Este procedimento ajuda a suavizar as irregularidades nas raízes dos dentes, dificultando o endurecimento da placa bacteriana.
Com consultas regulares a seu dentista, o estágio inicial da doença pode ser tratado antes que se torne um problema muito mais sério. Se seu problema for mais grave, será necessário fazer um tratamento no consultório odontológico.
Quais são os estágios da gengivite
Gengiva saudável - Gengiva saudável é firme e não sangra. Ela se acomoda ou insere perfeitamente ao redor dos dentes.
gengivite
Gengivite - A gengiva levemente inflamada, pode parecer avermelhada ou inchada e pode sangrar durante a escovação.
periodontite
Periodontite - A gengiva começa a se soltar e a se retrair dos dentes. Isto permite que a placa bacteriana se mova em direção às raízes, as fibras de sustentação e ao osso.
Quais são os estágios da gengivite
Periodontite avançada - As fibras de sustentação e o osso estão destruídos. Os dentes se tornam móveis e abalados e podem ter que ser removidos.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Comemorações do dia!


Doar sangue é um ato de solidariedade. Cada doação pode salvar a vida de até quatro pessoas. 




O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que a violência sexual e baseada no gênero representa a forma mais extrema da desigualdade global e sistemática vivida por mulheres e meninas.
A declaração foi feita para marcar o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, esta terça-feira, 25 de novembro.


 
Baiana de acarajé (ou simplesmente Baiana) é como são chamadas as mulheres que se dedicam ao ofício tradicional de vender de acarajé e outras iguarias da culinária afro-baiana. Mulheres batalhadoras, em sua maioria negra e com forte identidade com as Religiões de Matriz Africana, que com muita luta conseguiram a regularização da profissão junto aos poderes públicos. Uma das principais figuras típicas do Brasil, chega a ser uma caracterização obrigatória nos desfiles das Escolas de Samba do país. Em 2012, as baianas foram reconhecidas como Patrimônio Imaterial da Bahia pelo governador Jaques Wagner, e tiveram seu ofício incluso no livro de Registro Especial dos Saberes e Modos de Fazer, do IPAC.

Você não é minha mãe, é minha madrinha e sei que faz o impossível para me ver feliz! Se eu choro, você chora. Se eu estou feliz, você está tranquila. Obrigada por fazer parte da minha vida e parabéns pelo seu grande dia!


Doenças gengivais de origem viral

Herpes simples.

As infecções pelo vírus herpes simples do tipo 1 (HSV-1) são bastante comuns. Raramente também podem ocorrer infecções pelo vírus herpes simples do tipo 2 (HSV-2). O herpes simples é um vírus de DNA de baixa infecciosidade.
Após penetrar na mucosa oral, viaja ao longo dos dendritos para alcançar o gânglio trigêmeo, onde pode permanecer latente por anos. O vírus também foi isolado em locais extraneurais como a gengiva.

A incidência da infecção primária com HSV -1 aumenta depois dos seis meses de idade, atingindo o pico entre as idades de dois e quatro anos. Novos casos continuam a acontecer em crianças mais velhas e adolescentes. A infecção primária pelo vírus herpes simples é igualmente denominada de gengivoestomatite herpética primária.
Quando um bebê é infectado, a doença pode ser frequentemente diagnosticada erroneamente como "nascimento de dentes". Entretanto, a infecção primária pode permanecer assintomática. Com o maior aprimoramento da higiene, as infecções primárias ocorrem cada vez mais na idade adulta.
Clinicamente, a doença caracteriza-se por uma instalação súbita acompanhada de febre alta, mal-estar, irritabilidade, dor de cabeça, boca dolorida, seguindo-se, após um ou dois dias, a fase eruptiva.

A mucosa afetada é vermelha e edemaciada, com numerosas vesículas coalescentes que se rompem em 24 horas, deixando úlceras pequenas, dolorosas, rasas, arredondadas, recobertas por uma pseudomembrana e contornadas por um halo eritematoso. As úlceras podem coalescer, formando ulcerações maiores, irregulares. Novos elementos continuam a aparecer durante os primeiros três a cinco dias. A cura ocorre espontaneamente sem deixar cicatriz após uma semana. Durante esse período, a dor pode tornar a alimentação difícil.
As lesões podem ocorrer na gengiva, língua, palato, lábios, mucosa jugal, tonsilas e faringe. Um aspecto constante da doença é a linfadenopatia regional dolorosa bilateral. O diagnóstico geralmente se baseia nas características clínicas, mas podem ser feitos esfregaços citológicos ou testes sorológicos com dosagem de títulos de anticorpos.
O tratamento da gengivoestomatite herpética primária, na maioria dos casos, é sintomático. Nos casos mais graves, em crianças imunossuprimidas ou em neonatos, indica-se o aciclovir sistêmico.
As infecções herpéticas secundárias ou recorrentes são resultantes da reativação do vírus herpes simples em indivíduos pré-infectados.
Os fatores predisponentes que podem precipitar a reativação do vírus incluem doenças febris, trauma, estresse emocional, radiação ultravioleta, imunossupressão, infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e leucemia. Essas infecções recorrentes geralmente ocorrem mais de uma vez por ano, a maioria na borda do vermelhão labial, também podendo ocorrer no palato duro e na gengiva inserida.

As lesões bucais consistem de um pequeno número de vesículas discretas dispostas em grupamentos. As vesículas rompem-se em aproximadamente 24 horas, deixando pequenas úlceras com 1-3 mm de diâmetro, que curam espontaneamente entre cinco a dez dias.
As lesões labiais (herpes labial) são caracteristicamente recobertas por uma crosta acastanhada. A recorrência geralmente acompanhada por dor local e mal-estar geral.
Neste caso, o diagnóstico se baseia em critérios clínicos. Pode ser realizado e exame histológico complementar das raspagens da úlcera gengival. O exame histológico revela células epiteliais gigantes multinucleadas, corpos de inclusão intracelulares e cromatina marginal.
O diagnóstico diferencial deve ser realizado, pois inúmeras patologias podem se manifestar na cavidade oral e assumir os mesmos aspectos clínicos das infecções pelo herpes simples.

Herpes zoster
A infecção pelo vírus do herpes zoster ocorre pela sua reativação anos após a infecção primária, chamada varicela ou catapora. Normalmente afeta os gânglios torácicos e é chamada de herpes serpiginoso. Algumas vezes, afeta um ou dois ramos homolaterais do gânglio trigêmeo, o que leva ao herpes zoster intra-oral.
Quando a divisão maxilar do nervo trigêmeo é afetada, as lesões podem aparecer na gengiva palatina, estritamente de for¬ma unilateral, como numerosas vesículas ou ulcerações peque¬nas cercadas por uma área eritematosa. Vesículas e bolhas com frequência se transformam rapidamente em úlcera na boca devido ao trauma. Embora as lesões sejam muito dolorosas, a cura ocorre dentro de poucos dias.
O tratamento das lesões bucais consiste em uma dieta leve ou de líquidos, re¬moção não-traumática da placa e bochechos de clorexidina diluída. Uma imunodepressão deve sempre ser posta sob suspeita.
Papilomavírus humano

O papilomavírus humano consiste em uma grande variedade de vírus de DNA que são epiteliotrópicos. Eles podem causar o papiloma de células do epitélio oral (comum), a verruga vulgar (menos comum), condiloma acuminado (raro) ou hiperplasia epitelial focal (rara).
Clinicamente, essas entidades se apresentam como crescimentos exofíticos, verrugas ou lesões semelhantes à couve-flor. Podem acometer toda a mucosa bucal, inclusive a gengiva.
As transmissões dedo-oral ou genital-oral são normalmente consideradas a principal causa de infecção.

Histologicamente, de acordo com a forma clínica da doença, podem ser observadas variações com um epitélio pavimentoso estratificado hiperplásico com mais ou menos acantose e hiperparaqueratose. As lesões são benignas, mas alguns papilomavírus humanos de alto risco também têm sido detectados em lesões malignas.

Deve-se ter em mente que esses vírus são comumente detectados em carcinoma espinocelular oral, mas sua incidência não é muito maior que em te¬cido oral normal. Pacientes imunocomprometidos têm uma propensão para esses tipos de infecções orais.
A excisão cuidadosa de todas as lesões é o tratamento se escolha e deve prevenir recorrência.

Vírus da imunodeficiência humana (hiv)
A infecção pelo HIV foi reconhecida como tal devido a uma epidemia no começo dos anos 80. O vírus (tanto o HIV-1 quanto o HIV-2) é transmitido através de contato sexual ou transfusão de sangue.
A latência dos sintomas clínicos da doença associada ao HIV pode alcançar dez anos ou mais. A grande variedade de sintomas pode ser associada à afinidade do vírus de penetrar diferentes linhagens celulares.
O HIV leva à redução de células-T auxiliares. A contagem de células CD4+ é até usada como marcador. Por causa da menor imunidade medi¬ada por célula, ocorrem neoplasias (sarcoma de Kaposi) e infecções oportunistas.
Os sintomas periodontais frequentemente começam com um eritema gengival linear. Quando a contagem de células T auxiliares é posteriormente reduzida, a gengivite necrosante aparece e finalmente evolui para a periodontite necrosante, com formação de sequestros de osso alveolar. Os sintomas periodontais frequentemente precedem os outros sintomas clínicos da AIDS e sua incidência tem alto valor indicativo para a contagem de células CD4+. Em virtude da não-invasividade do exame periodontal, seu papel na avaliação clínica da doença é de suma importância e não pode subestimado.

A infecção pelo vírus do herpes e infecções por Candida, além de ulcerações orais recorrentes (UOR) maiores, também são características proeminentes.
Os estudos têm verificado que aproximadamente 40% dos pacientes com AIDS apresentam Candidose no estágio inicial da doença, sendo um importante indicador de comprometimento imunológico. As lesões podem aparecer de várias formas, sendo a mais frequente a eritematosa, observada como pontos avermelhados, localizados principalmente no palato, mucosa jugal e também na língua. Outras formas como a pseudomembranosa e a queilite angular (comissurite) podem ser observadas, sendo bastante comum o aparecimento de mais de uma forma de Candidose ao mesmo tempo.

 Leucoplasias Pilosas
 são lesões que aparecem nos bordos laterais da língua em forma de placas brancas e rugosas e são assintomáticas. As lesões estão associadas ao vírus Epstein-Barr, sendo o diagnóstico clínico e por biópsia da lesão. Deve ser realizado o diagnóstico diferencial com outras lesões brancas como o líquen plano, a candidose, a leucoplasia ou lesões traumáticas.

O Papiloma representa a lesão infectada pelo HPV, que se mostra exacerbada nos pacientes imunodeprimidos. Clinicamente, os papilomas são lesões verrucosas podendo apresentar-se nas formas papilares, sésseis ou pediculadas.
O Sarcoma de Kaposi é a neoplasia mais comumente associada a pacientes com AIDS. É mais comum no sexo masculino numa proporção de 20:1. Clinicamente, se apresentam como lesões de coloração avermelhadas ou arroxeadas na pele, mucosas, gânglios e órgãos internos. São lesões normalmente assintomáticas e devem ser diagnosticadas por biópsia.
O tratamento pode ser cirúrgico, radioterápico e pela injeção de vimblastina ou interferon diretamente na lesão. Alguns casos podem necessitar de tratamento quimioterápico, sendo empregado o esquema ABV (adrimicina, bleomicina e vincristina).

Os Linfomas não-Hodgkin representam a segunda neoplasia em incidência nos pacientes com AIDS e ocorrem principalmente nas gengivas. É comum os pacientes apresentarem saúde bucal precária, com dentes em mau estado.
Muitas vezes esta lesão pode ser confundida com um abscesso dento-alveolar ou mesmo com doença periodontal. O diagnóstico é estabelecido por biópsia da lesão e o tratamento é feito com poliquimioterapia (esquema ABV).