sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Veganos comem mel?

Esta é uma pergunta bastante frequente e um tanto controversa, então vou citar de início um paragrafo que está no wikipedia americano:

“Há um desacordo entre grupos em relação a extenção de quais produtos animais, em especial dos de insetos, devem ser evitados. Nem a Vegan Society nem a American Vegan Society consideram o uso de mel, seda ou outros produtos de insetos como apropriados para veganos, no entando a Vegan Action e a Vegan Outreach consideram que é uma questão de escolha pessoal.” Wikipedia, Veganism, Avoidance of animal products.

De saída já há alguma polêmica no ar. Mas para por mais lenha nessa fogueira, em relação ao mel há pelo menos uma informação que precisamos saber. Que é o que em inglês se chama de “O Colapso das Abelhas” e em português chamamos de “O Sumiço das Abelhas”.

Uma questão que surge é “se as abelhas sumirem perderemos muitos dos vegetais”. Não todos, mas o suficiente para nos deixar preocupados. Então surge um ar de “se as abelhas se derem mal, nós também estaremos mal”. E isso sugere que devemos cuidar das abelhas com interesses humanos. Será esta relação de dependência de nós humanos em relação às abelhas que polinizam os vegetais uma exploração? Alguns dizem que sim, outros que não.

Outra questão que surge é que para as pessoas que achavam que abelhas eram meros animaizinhos que voam e que nos picam de vez em quando, agora elas percebem que a coisa é mais complexa. Antes parecia que os vegetais estavam no mundo e que os animais vieram depois. Agora vemos que os vegetais dependem de animais como as abelhas. E isso pode fazer com que pensemos que aquele melzinho inofensivo que tem nos cosméticos, aquele melzinho “em excesso” que a abelha produz, que ele não é tão bobinho assim. Que as pessoas que vem “manejando” abelhas tanto para produção de vegetais como de mel estão brincando com algo que elas não tem controle, que são vidas.

As notícias são em geral de 2011 e 2012 e são bem alarmantes.

Agora vamos refletir. Ainda que este “sumiço” não tenha relação nenhuma com a interferência humana, que as abelhas estejam sumindo por conta própria, por doença ou sei lá o que, não somos seus donos, e elas tem suas razões próprias, devemos interferir em suas vidas para que elas deixem de sumir e continuem polinizando nossos vegetais? Ou devemos deixar que elas sumam e nós que aprendamos a viver sem os vegetais que elas polinizam? Detalhe que para essa segunda hipótese alguns entrevistado dizem as abelhas polinizarem de 50% a 80% dos vegetais que utilizamos.

Agora entendendo que somos os causadores desse sumiço, nossa dependência nos faz exploradores?

Espero ter dado uma ampliada na visão sobre o mel e lembrar que a questão está além de o mel ser um “excedente”, “uma sobra” do que as abelhas precisam. Para quem ainda não conversou com um defensor do mel o argumento a favor em geral apresentado é que a colmeia produz mais do que precisa. E por isso pegamos o excedente que irá para o lixo. E também dizem que como nós damos “casa” para as abelhas e facilitamos o acesso à comida, nós merecemos o mel extra delas pelo nosso esforço em ajudar.

O camarão e seus benefícios

Enquanto o camarão pode ser pequeno em tamanho, eles são enormes em termos de valor nutricional e os benefícios que nos oferecem para saúde. camarão pode ajudar a perder peso, fornecer nutrientes importantes para beleza – como a astaxantina antioxidante – e adicionam minerais que combatem o câncer de sua dieta.
Camarão é uma excelente fonte de selênio que neutraliza os efeitos prejudiciais dos radicais livres, que é a principal causa de câncer e outras doenças degenerativas. Camarão tem baixo teor de gordura e proteína de baixa caloria, uma porção quatro porção de camarão 23,7 gramas de proteína por apenas 112 calorias e menos de um grama de gordura. Camarão é uma boa fonte de vitamina D. Esta vitamina regula a absorção de cálcio e fósforo, que é essencial para dentes e ossos fortes. Camarão tem qualidades anti-inflamatórias que podem ajudar a reduzir o inchaço da gengiva. Camarão é uma boa fonte de vitamina B12. Esta vitamina é importante para o funcionamento adequado do cérebro e essencial para a formação e maturação de células de sangue. O camarão é também uma boa fonte de ômega-3 os ácidos gordos, que reduzem o risco de problemas cardiovasculares, pois reduz o colesterol no sangue. Omega-3 ácidos gordos também podem aliviar os sintomas da síndrome pré-menstrual, evitar a formação de coágulos sanguíneos, impedir o desenvolvimento da artrite reumatóide, retarda o crescimento de tumores cancerígenos, e ajuda a evitar a doença de Alzheimer.

Beba muitaaaa água!

Não esqueça de beber água nesse calor!! A temperatura está muito alta, se não beber água, trará complicações em seu organismo. Beba aproximadamente no mínimo 1 litro e meio de agua para que seu corpo fique hidratado!

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Roupas escuras absorvem mais calor

Você sabia... As roupas de cor preta absorvem mais os raios do sol e não refletem em grande quantidade. Nas roupas brancas, acontece exatamente o contrário: elas refletem com mais eficiência os raios do sol e, portanto, não absorvem em grande quantidade.

Por isso, prefira ao sair em dias quentes roupas claras e, em dias de clima ameno as roupas escuras.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Ler faz bem à saúde

Ler faz bem para a saúde além de todos os benefícios na educação esse hábito tem importante papel na saúde física mental e emocional.

Alguns estudos já comprovaram que estimular o cérebro ao longo da vida, começando pela infância e mantendo esse hábito, contribuirá significativamente para uma boa saúde mental na velhice.

E a leitura tem esse poder de exercitar o cérebro, aprimorar a memória, estimular a imaginação, ajudando a desenvolver a inteligência, o raciocínio e a concentração. Esse hábito é um dos segredos para se manter uma mente sempre jovem e ativa.

Dessa forma com a prática regular desse exercício mental é possível alcançar a longevidade com mais saúde e com qualidade de vida.

 

Por que tão importante quanto a saúde física é a saúde mental, por isso, o nosso cérebro necessita de exercícios diários e uma simples atividade como uma boa leitura promove esses benefícios e na maioria das vezes nem percebemos isso.

Ler faz bem para a saúde, porque ler é aprender, função essencial desenvolvida pelo cérebro! Esse aprender é algo muito mais importante do que simplesmente interpretar letras que formam as palavras, que formam as frases e que formam os textos.

A leitura convida o leitor para uma viagem para outra realidade através das asas da imaginação. E neste cenário com a atenção focada, é possível se distrair, divertir, e aprender muito mais, quer sejam novas culturas, ou conhecimento nas diversas áreas do saber, bem como permite melhorar o raciocínio e a interpretação dos fatos.

Quem lê mais enriquece o seu vocabulário e consegue desenvolver melhor as habilidades da escrita e da fala. Consegue fortalecer o seu pensamento crítico e isso permite dialogar de forma mais clara e inteligente sobre qualquer assunto, facilitando a comunicação e a expressão.

Ler Faz Bem Para Todas As Idades

Ler faz bem para a saúde e para cada idade há um tipo de leitura e vocabulários característicos. Seja a leitura de jornais, noticiários, artigos, revistas, livros, romances, poesias entre outros, publicações físicas ou virtuais, através da internet, tudo isso ajuda na formação do indivíduo. São fontes de informações com diferentes tipos de leituras.

É importante estimular o hábito pela leitura logo na infância. Por isso é fundamental a participação de pais e professores nesta fase. Uma vez desenvolvido e fortalecido esse hábito se manterá pela vida toda preparando a criança uma vida adulta mais responsável, consciente, culta e dinâmica.

Cultive bons hábitos e acrescente na sua rotina diária atividades que possam contribuir para o seu desenvolvimento físico, mental e emocional. Uma pessoa saudável certamente é bem informada e pratica hábitos saudáveis. A mente que se exercita lendo absorve melhor conteúdos de qualidade que curam a falta de informações.

É por isso que ler faz bem para a saúde e uma boa leitura pode ser uma opção de hábito saudável. Portanto leia mais, é uma atividade prazerosa e ao mesmo tempo vantajosa, diminui o estresse, expande a mente, prende a atenção, além de ser um ótimo exercício para memória, representa mais lazer, diversão, conhecimento e cultura.

É você gosta de ler? Compartilhe aqui com a gente o seu tipo de leitura preferida, ou um livro que tenha lido recentemente.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Dormir com o pé para fora do cobertor proporciona melhor noite de sono

Natalie Dautovitch, pesquisadora da National Sleep Foundation, afirma que dormir com os pés fora do cobertor garante um sono melhor. Para a cientista da Universidade do Alabama, atos que “esfriam” o corpo garantem uma boa noite de descanso.
Segundo estudos, o organismo inicia um processo de esfriamento assim que começamos a dormir. Nos estágios mais profundos do sono, podemos esfriar até dois graus, mostrando que a relação entre dormir e temperatura é muito forte.

Cientistas afirmaram que exatamente por isso, temperaturas mais baixas são capazes de causar sonolência. Para dormir com maior qualidade, os pesquisadores ainda sugeriram que as pessoas tomem banhos quentes antes de deitar, estimulando o corpo a  diminuir a temperatura de forma natural, aumentando o sono.

“Eu acredito que tiramos o pé para fora da coberta para esfriar nossos corpos, já que às vezes nos esquentamos demais antes de dormir”, disse Natalie. A cientista também explica a razão de escolhermos essa parte do corpo como escape de resfriamento: “A pele dos pés e das mãos é única por possuir estruturas vasculares responsáveis pela diminuição de calor”.

Para a pesquisadora, o ser humano tende a dormir com mais qualidade quando a temperatura não passa dos 20ºC. “Então tirar o seu dedão ou o pé inteiro pode ser ideal para uma noite de sono totalmente proveitosa”, conclui Natalia.

Coisas que atrapalham uma boa noite de sono

O sono é muito importante também para consolidação da memória. Quando aprendemos algo durante o dia, o cérebro estoca tal aprendizado em determinadas áreas, e somente durante o sono essa memória (aprendizado) migra das áreas de entradas iniciais para áreas mais perenes", afirmou Lima. Dormir pouco aumenta a vulnerabilidade a doenças virais e bacterianas. Em longo prazo, a pessoa pode desenvolver problemas cardiocirculatórios graves como infarto e derrame, alertou Lima.

Para quem se preocupa com a boa forma, vale prestar mais atenção na qualidade das noites. De acordo com o especialista em distúrbios do sono Fausto Ito, quem dorme mal tem tendência a comer mais e preferir alimentos gordurosos, como doces e frituras. "Para recuperar a energia não resgatada durante o sono, o organismo parte para a comida. Os carboidratos e doces são os alimentos que suprem esta falta mais rapidamente, então, vem o sobrepeso e obesidade", disse Ito.

Ter uma noite de qualidade exige seguir hábitos saudáveis. A prática de exercícios com frequência é um deles. Segundo Ito, pessoas ativas dormem mais facilmente e com mais qualidade do que as sedentárias. Ter horários regulares, uma rotina equilibrada e um lugar tranquilo para dormir também são itens fundamentais. Veja a seguir o que interfere no sono e como dormir melhor.

Dormir com a TV ligada: 
De acordo com o neurologista André Gustavo Lima, a televisão atrapalha o sono com o barulho. "O sono é dividido em fases, superficial e profunda e quando estamos em sono profundo nosso organismo desempenha o trabalho de forma perfeita e nosso corpo consegue recuperar as energias necessárias", disse ele. Com a TV ligada, ou qualquer outro barulho, o organismo entra em estado de alerta o que dificulta chegar à fase mais importante do sono, "de maior relaxamento que é o sono profundo". "Os brilhos da tela do computador ou da televisão também estimulam o cérebro, dificultando o sono", acrescentou.

Dormir com a luz acesa: 
"Quando estamos com a luz ligada e o ambiente fica muito claro, o corpo não produz a melatonina, hormônio responsável pelo sono", explicou Lima. Sem a substância, não é possível ter uma boa noite de sono. "O escurinho do quarto favorece a chegada mais rápida do sono e melhora a sua qualidade", completou.

Comer antes de dormir: 
O neurologista André Gustavo Lima afirmou que comer muito antes de dormir não faz bem. "A refeição deve ser leve", disse ele. Alimentos gordurosos diminuem bastante a qualidade do sono. "Isso acontece porque enquanto digerimos os alimentos, o nosso cérebro continua recebendo estímulos, o que aumenta as chances de pesadelos e insônia", explicou. Segundo Lima, a última refeição deve ser feita pelo menos quatro horas antes de dormir.

Beber café antes de dormir: 
O conselho do neurologista é evitar bebidas com cafeína após as 16 horas. "O café é uma bebida que estimula o cérebro", disse. Já o leite morno ajuda a induzir o sono, por isso, pode ser ingerido antes de dormir.

Dormir embriagado: 
O álcool, de acordo com o neurologista André Gustavo Lima, promove ciclos irregulares do sono e a pessoa fica com dificuldade para permanecer na fase do sono profundo.

Dormir ouvindo música: 
O neurologista Lima afirmou que algumas pessoas relaxam ao ouvir músicas calmas, então, para estas não existe problema em dormir com o som ligado. Porém, para quem sofre de insônia, a dia é o silêncio e baixa iluminação.

Trocar a noite pelo dia: 
o hábito pode causar um descontrole hormonal. O cortisol é um hormônio que responde ao estresse aumentando a pressão arterial e suprimindo o sistema nervoso. "Durante a noite este sistema é inibido. Quando a pessoa não dorme adequadamente, essa inibição não ocorre, o que pode causar pressão alta, ansiedade e nervosismo", explicou o neurologista André Gustavo Lima.

Quantidade de horas de sono: 
Uma pessoa pode precisar de seis horas de sono, outra de oito e ainda existem pessoas que necessitam dormir por 10 horas. O importante, segundo Lima, é ter qualidade durante o período em que está descansando. "O ideal para manter a saúde e a qualidade de vida, é dormir de 7 a 8 horas por noite. Existem as exceções que representam cerca de 5 a 10% da população que necessitam de 4 a 5 horas de sono e os que necessitam de 10 horas ou mais para se restabelecer tanto fisicamente quanto mentalmente", concluiu.

Dormir em cama diferente: 
Passar a noite em um hotel ou na casa de um amigo nem sempre tem o mesmo aconchego do que dormir na própria cama. Segundo o especialista em distúrbio do sono, Fauto Ito, o tipo de colchão diferente do que a pessoa está acostuma, o travesseiro e a roupa de cama podem interferir na qualidade do sono. "Dentro da própria casa, procuramos fazer o melhor que a gente pode para ficarmos confortável, então, o sono tende a ser de melhor qualidade", disse ele. O conselho do especialista é tentar levar, pelo menos, o travesseiro e a roupa de cama quando for dormir fora de casa.

Dormir de porta fechada ou aberta: 
"Isso depende da luminosidade do ambiente. Se for claro, melhor fechar a porta porque o cérebro precisa de um ambiente escuro para ter uma melhor eficiência e produzir melatonina", explicou Ito.

Dormir com abajur: 
De acordo com o especialista em distúrbios do sono, Fausto Ito, qualquer luminosidade atrapalha a qualidade do sono. Se a pessoa não gosta de dormir no escuro, pode, então, usar uma lâmpada azul. "A cor azul facilita o início do sono e melhora a qualidade. A luz azul estimula a produção de melatonina", disse ele.

Remédios para dormir: 
Alguns medicamentos podem ajudar a adormecer, mas segundo Ito, os benzodiazepínicos prejudicam bastante a qualidade do sono. "A pessoa fica com um sono superficial", disse. Com os remédios, fica difícil se aprofundar no sono da forma devida. "Para se recuperar, a pessoa precisa passar por todas as fases. Quando ela dorme dopada por remédios acaba acordando com uma sensação como se fosse uma ressaca, se sentindo mal e desanimada", alertou.

Dormir em horários diferentes: 
O que é comum acontecer, segundo o especialista em distúrbio do sono, é a pessoa manter uma rotina durante a semana e trocar o dia pela noite aos finais de semana. "Ela provoca uma desregulação do ritmo biológico, circadiano que é baseado nas 24 horas do dia. O organismo tem preferência por rotina", disse Ito. A mudança brusca de horários afeta a produção de hormônios em no dia seguinte, a pessoa fica com alterações na memória, nos reflexos e com sonolência. "Esta inversão pode dar início a quadros de insônia", acrescentou Ito.

Dormir com roupas desconfortáveis: 
Passar a noite om sutiã, calça jeans, ou qualquer traje incômodo prejudica a qualidade do sono, de acordo com Ito. "A pessoa precisa se sentir confortável para dormir bem. As roupas devem ser folgadas e com um tecido agradável", aconselhou o especialista em distúrbios do sono.

Dormir depois de filmes impactantes: 
O hábito pode levar a pesadelos durante a noite, o que prejudica a qualidade do sono, principalmente para as crianças. As imagens causam excitação e ansiedade e quando a pessoa vai dormir, não consegue dse desprender do que assistiu, segundo Ito.

A altura do travesseiro: 
O travesseiro adequado é aquele que preenche o espaço, entre a cabeça, o pescoço e o colchão. Ele serve para diminuir a tensão dos ombros e pescoço durante o sono, segundo Ito. Um travesseiro inadequado prejudica o sono no momento em que causa desconforto durante a noite.

Ronco e apneia: 
Usar diversos travesseiros para melhorar os problemas respiratórios durante o sono faz mal, alertou Ito. Além das dores nas costas e falta de qualidade ao dormir, por vezes, a medida não resolve. "A pessoa deve levantar a cabeceira da cama com um apoio de cerca de 15 cm", aconselhou.

Usar computador ou celular com internet antes de dormir: 
O computador, iPhones, iPads, celulares, videogame, ou qualquer mídia, quando usadas à noite, atrapalham o sono, de acordo com Ito. "Essas mídias aumentam a produção de adrenalina, a pessoa fica mais ansiosa, quer ficar mais e mais em frente ao computador. Além disso, a luminosidade diminui a produção de melatonina, que é o que dá a sonolência", disse ele. O ideal, segundo o especialista, é deixar de usar esses aparelhos até duas horas antes de dormir, pelo menos.

Fazer exercícios físicos antes de dormir: 
Atividades sempre são recomendadas, no entanto, se praticadas antes de dormir são ruins. De acordo com Ito, os exercícios devem ser feitos até quatro horas antes do horário de dormir, menos que isso a adrenalina produzida vai atrapalhar na noite de sono. "A atividade física tem capacidade de diminuir o sono de 30% a 40%", disse.

Lutar contra o sono: 
"O ideal é: deu sono, vai dormir", aconselhou Ito. Segundo ele, além de causar um estresse esta briga contra o sono, a pessoa vai adormecer de qualquer forma. "Não dá para vencer o sono, principalmente se for de cansaço", afirmou. As pessoas que lutam contra a vontade de dormir durante um filme ou leitura devem repensar o hábito e se entregar ao desejo do organismo.