segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Correr devagar, faz você correr mais rápido!

Rodagens muito lentas fazem você correr mais rápido. O tema estava em debate no blog do Sérgio Rocha, da Revista Contra-Relógio, e imediatamente chamou minha atenção. O jornalista apresenta a técnica usada pelo treinador Philip Maffetone, que em seu livro “The big book of endurance training and racing” (ou “O grande livro de treinamento de resistência e competição”) explica como as rodagens lentas utilizando o monitor cardíaco para determinar a faixa de treino podem  melhorar a performance dos corredores.

Treinador de Mark Allen, seis vezes vencedor do Ironman do Hawaí, Maffetone criou uma fórmula para o seu treino de máxima performance aeróbica: ele usa o cálculo de 180 menos a idade para determinar o número máximo de batimentos cardíacos no treino de rodagem. Abaixo transcrevo os parâmetros usados por Maffetone.

O que Maffetone defende são quatro meses de treinamento puro no “máximo de performance aeróbica” ou  MPA , para só então entrar na fase de treinos de qualidade ou velocidade (tiros e fartleks) e competições. No último domingo testei o treino de Maffetone no Parque da Cidade. Fiz a rodagem de uma hora buscando o máximo de 137 batimentos cardíacos. Foi difícil encontrar o ritmo certo e muitas vezes  tive que andar. Segundo o treinador, com o passar do tempo a velocidade com que se corre no MPA vai aumentando paulatinamente.

Busquei na internet fóruns sobre o treino e encontrei o comentário de inúmeros maratonistas dos mais diversos países. Muitos diziam da dificuldade em manter a freqüência cardíaca, mas o treino, por ser menos cansativo, permite maior volume na rodagem e menos lesões. Com o aumento do condicionamento, o corredor melhora a velocidade sem os riscos da maior intensidade dos treinos.

O tema é controverso, pois existe a corrente que defende o aumento da qualidade dos treinos como forma de o corredor se tornar mais rápido. O certo é que vou introduzir a fórmula de Maffetone nas minhas rodagens sem abrir mão dos treinos de velocidade e ver o resultado. Daqui um tempo eu conto.

A Formula 180
Para encontrar a frequência cardíaca máxima aeróbia: subtrair a idade de 180 (180 – idade).
Modificar este número selecionando segundo uma das categorias abaixo:
1 – Se teve ou está se recuperarando de uma doença grave (doença cardíaca, cirurgia, internamento hospitalar) ou está sob medicação continuada, subtrair 10.
2 – Se não tem se exercitado, se esteve lesionado, se tem regredido na corrida, se tem gripe frequente ou sofre de alergias, subtrair 5.
3 -Se está se exercitando há menos de dois anos sem problemas e não tem tido gripe mais de uma ou duas vezes por ano, manter a fórmula.
4 – Se vem se exercitando há mais de dois anos sem problemas e não tem tido gripe mais de uma ou duas vezes por ano, melhorando a forma sem lesões, aumentar 5.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Veganos comem mel?

Esta é uma pergunta bastante frequente e um tanto controversa, então vou citar de início um paragrafo que está no wikipedia americano:

“Há um desacordo entre grupos em relação a extenção de quais produtos animais, em especial dos de insetos, devem ser evitados. Nem a Vegan Society nem a American Vegan Society consideram o uso de mel, seda ou outros produtos de insetos como apropriados para veganos, no entando a Vegan Action e a Vegan Outreach consideram que é uma questão de escolha pessoal.” Wikipedia, Veganism, Avoidance of animal products.

De saída já há alguma polêmica no ar. Mas para por mais lenha nessa fogueira, em relação ao mel há pelo menos uma informação que precisamos saber. Que é o que em inglês se chama de “O Colapso das Abelhas” e em português chamamos de “O Sumiço das Abelhas”.

Uma questão que surge é “se as abelhas sumirem perderemos muitos dos vegetais”. Não todos, mas o suficiente para nos deixar preocupados. Então surge um ar de “se as abelhas se derem mal, nós também estaremos mal”. E isso sugere que devemos cuidar das abelhas com interesses humanos. Será esta relação de dependência de nós humanos em relação às abelhas que polinizam os vegetais uma exploração? Alguns dizem que sim, outros que não.

Outra questão que surge é que para as pessoas que achavam que abelhas eram meros animaizinhos que voam e que nos picam de vez em quando, agora elas percebem que a coisa é mais complexa. Antes parecia que os vegetais estavam no mundo e que os animais vieram depois. Agora vemos que os vegetais dependem de animais como as abelhas. E isso pode fazer com que pensemos que aquele melzinho inofensivo que tem nos cosméticos, aquele melzinho “em excesso” que a abelha produz, que ele não é tão bobinho assim. Que as pessoas que vem “manejando” abelhas tanto para produção de vegetais como de mel estão brincando com algo que elas não tem controle, que são vidas.

As notícias são em geral de 2011 e 2012 e são bem alarmantes.

Agora vamos refletir. Ainda que este “sumiço” não tenha relação nenhuma com a interferência humana, que as abelhas estejam sumindo por conta própria, por doença ou sei lá o que, não somos seus donos, e elas tem suas razões próprias, devemos interferir em suas vidas para que elas deixem de sumir e continuem polinizando nossos vegetais? Ou devemos deixar que elas sumam e nós que aprendamos a viver sem os vegetais que elas polinizam? Detalhe que para essa segunda hipótese alguns entrevistado dizem as abelhas polinizarem de 50% a 80% dos vegetais que utilizamos.

Agora entendendo que somos os causadores desse sumiço, nossa dependência nos faz exploradores?

Espero ter dado uma ampliada na visão sobre o mel e lembrar que a questão está além de o mel ser um “excedente”, “uma sobra” do que as abelhas precisam. Para quem ainda não conversou com um defensor do mel o argumento a favor em geral apresentado é que a colmeia produz mais do que precisa. E por isso pegamos o excedente que irá para o lixo. E também dizem que como nós damos “casa” para as abelhas e facilitamos o acesso à comida, nós merecemos o mel extra delas pelo nosso esforço em ajudar.

O camarão e seus benefícios

Enquanto o camarão pode ser pequeno em tamanho, eles são enormes em termos de valor nutricional e os benefícios que nos oferecem para saúde. camarão pode ajudar a perder peso, fornecer nutrientes importantes para beleza – como a astaxantina antioxidante – e adicionam minerais que combatem o câncer de sua dieta.
Camarão é uma excelente fonte de selênio que neutraliza os efeitos prejudiciais dos radicais livres, que é a principal causa de câncer e outras doenças degenerativas. Camarão tem baixo teor de gordura e proteína de baixa caloria, uma porção quatro porção de camarão 23,7 gramas de proteína por apenas 112 calorias e menos de um grama de gordura. Camarão é uma boa fonte de vitamina D. Esta vitamina regula a absorção de cálcio e fósforo, que é essencial para dentes e ossos fortes. Camarão tem qualidades anti-inflamatórias que podem ajudar a reduzir o inchaço da gengiva. Camarão é uma boa fonte de vitamina B12. Esta vitamina é importante para o funcionamento adequado do cérebro e essencial para a formação e maturação de células de sangue. O camarão é também uma boa fonte de ômega-3 os ácidos gordos, que reduzem o risco de problemas cardiovasculares, pois reduz o colesterol no sangue. Omega-3 ácidos gordos também podem aliviar os sintomas da síndrome pré-menstrual, evitar a formação de coágulos sanguíneos, impedir o desenvolvimento da artrite reumatóide, retarda o crescimento de tumores cancerígenos, e ajuda a evitar a doença de Alzheimer.

Beba muitaaaa água!

Não esqueça de beber água nesse calor!! A temperatura está muito alta, se não beber água, trará complicações em seu organismo. Beba aproximadamente no mínimo 1 litro e meio de agua para que seu corpo fique hidratado!

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Roupas escuras absorvem mais calor

Você sabia... As roupas de cor preta absorvem mais os raios do sol e não refletem em grande quantidade. Nas roupas brancas, acontece exatamente o contrário: elas refletem com mais eficiência os raios do sol e, portanto, não absorvem em grande quantidade.

Por isso, prefira ao sair em dias quentes roupas claras e, em dias de clima ameno as roupas escuras.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Ler faz bem à saúde

Ler faz bem para a saúde além de todos os benefícios na educação esse hábito tem importante papel na saúde física mental e emocional.

Alguns estudos já comprovaram que estimular o cérebro ao longo da vida, começando pela infância e mantendo esse hábito, contribuirá significativamente para uma boa saúde mental na velhice.

E a leitura tem esse poder de exercitar o cérebro, aprimorar a memória, estimular a imaginação, ajudando a desenvolver a inteligência, o raciocínio e a concentração. Esse hábito é um dos segredos para se manter uma mente sempre jovem e ativa.

Dessa forma com a prática regular desse exercício mental é possível alcançar a longevidade com mais saúde e com qualidade de vida.

 

Por que tão importante quanto a saúde física é a saúde mental, por isso, o nosso cérebro necessita de exercícios diários e uma simples atividade como uma boa leitura promove esses benefícios e na maioria das vezes nem percebemos isso.

Ler faz bem para a saúde, porque ler é aprender, função essencial desenvolvida pelo cérebro! Esse aprender é algo muito mais importante do que simplesmente interpretar letras que formam as palavras, que formam as frases e que formam os textos.

A leitura convida o leitor para uma viagem para outra realidade através das asas da imaginação. E neste cenário com a atenção focada, é possível se distrair, divertir, e aprender muito mais, quer sejam novas culturas, ou conhecimento nas diversas áreas do saber, bem como permite melhorar o raciocínio e a interpretação dos fatos.

Quem lê mais enriquece o seu vocabulário e consegue desenvolver melhor as habilidades da escrita e da fala. Consegue fortalecer o seu pensamento crítico e isso permite dialogar de forma mais clara e inteligente sobre qualquer assunto, facilitando a comunicação e a expressão.

Ler Faz Bem Para Todas As Idades

Ler faz bem para a saúde e para cada idade há um tipo de leitura e vocabulários característicos. Seja a leitura de jornais, noticiários, artigos, revistas, livros, romances, poesias entre outros, publicações físicas ou virtuais, através da internet, tudo isso ajuda na formação do indivíduo. São fontes de informações com diferentes tipos de leituras.

É importante estimular o hábito pela leitura logo na infância. Por isso é fundamental a participação de pais e professores nesta fase. Uma vez desenvolvido e fortalecido esse hábito se manterá pela vida toda preparando a criança uma vida adulta mais responsável, consciente, culta e dinâmica.

Cultive bons hábitos e acrescente na sua rotina diária atividades que possam contribuir para o seu desenvolvimento físico, mental e emocional. Uma pessoa saudável certamente é bem informada e pratica hábitos saudáveis. A mente que se exercita lendo absorve melhor conteúdos de qualidade que curam a falta de informações.

É por isso que ler faz bem para a saúde e uma boa leitura pode ser uma opção de hábito saudável. Portanto leia mais, é uma atividade prazerosa e ao mesmo tempo vantajosa, diminui o estresse, expande a mente, prende a atenção, além de ser um ótimo exercício para memória, representa mais lazer, diversão, conhecimento e cultura.

É você gosta de ler? Compartilhe aqui com a gente o seu tipo de leitura preferida, ou um livro que tenha lido recentemente.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Dormir com o pé para fora do cobertor proporciona melhor noite de sono

Natalie Dautovitch, pesquisadora da National Sleep Foundation, afirma que dormir com os pés fora do cobertor garante um sono melhor. Para a cientista da Universidade do Alabama, atos que “esfriam” o corpo garantem uma boa noite de descanso.
Segundo estudos, o organismo inicia um processo de esfriamento assim que começamos a dormir. Nos estágios mais profundos do sono, podemos esfriar até dois graus, mostrando que a relação entre dormir e temperatura é muito forte.

Cientistas afirmaram que exatamente por isso, temperaturas mais baixas são capazes de causar sonolência. Para dormir com maior qualidade, os pesquisadores ainda sugeriram que as pessoas tomem banhos quentes antes de deitar, estimulando o corpo a  diminuir a temperatura de forma natural, aumentando o sono.

“Eu acredito que tiramos o pé para fora da coberta para esfriar nossos corpos, já que às vezes nos esquentamos demais antes de dormir”, disse Natalie. A cientista também explica a razão de escolhermos essa parte do corpo como escape de resfriamento: “A pele dos pés e das mãos é única por possuir estruturas vasculares responsáveis pela diminuição de calor”.

Para a pesquisadora, o ser humano tende a dormir com mais qualidade quando a temperatura não passa dos 20ºC. “Então tirar o seu dedão ou o pé inteiro pode ser ideal para uma noite de sono totalmente proveitosa”, conclui Natalia.